O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
David Vélez vendeu cerca de 3% da sua posição no banco do cartão roxo por US$ 191 milhões, mas não pretende colocar essa bolada no bolso
O CEO e cofundador do Nubank (NUBR33), David Vélez, vendeu uma fatia de sua participação no banco digital. Esta é a primeira vez que o executivo se desfaz das ações da fintech desde a abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), em 2021.
O empresário vendeu cerca de 3% da sua posição no banco do cartão roxo por US$ 191 milhões (R$ 948,9 milhões). Ao todo, a operação envolveu 25 milhões de ações classe A.
Mesmo com a venda da participação, o CEO continua sendo o maior acionista individual do Nubank e detém quase 75% do poder de voto na empresa e 21% do capital total do banco.
Vale destacar que a venda das ações acontece apenas dois dias após a divulgação do balanço do Nubank do segundo trimestre, que veio acima das estimativas dos analistas.
O banco digital registrou lucro líquido de US$ 224,9 milhões entre abril e junho de 2023, uma reversão do prejuízo de US$ 29,9 milhões apresentado um ano antes.
A rentabilidade foi o grande destaque, colocando o Nubank nos patamares dos grandes bancos brasileiros. O ROE (retorno sobre o patrimônio líquido) foi de 17% no segundo trimestre, acima do retorno de 11% do primeiro trimestre e das expectativas do mercado.
Leia Também
David Vélez não pretende colocar no bolso todo o dinheiro da venda. Em entrevista à Bloomberg, o executivo afirmou que a maior parte dos recursos será destinada ao financiamento de sua entidade filantrópica VelezReys+, fundada junto à esposa Mariel Reyes para atuar em iniciativas de liderança e educação na América Latina.
A fundação VelezReyes+ trabalha com parceiros como o bilionário Jorge Paulo Lemann em questões educacionais no Brasil, Colômbia e Peru.
“Estou tirando 3% das fichas da mesa para começar a aumentar o investimento no outro lado da grande missão que nos impulsiona hoje”, disse o CEO do banco digital.
Atualmente, David Vélez tem um patrimônio líquido estimado em US$ 7,6 bilhões (R$ 37,7 bilhões), de acordo com a revista Forbes.
Antes do IPO do Nubank, Vélez e a esposa assinaram o Giving Pledge, comprometendo-se a doar a maior parte de sua fortuna para iniciativas filantrópicas.
“Trata-se de encontrar uma forma de devolver à sociedade nas próximas décadas essa riqueza que felizmente conseguimos criar na construção do Nubank”, afirma o executivo.
*Com informações da Bloomberg
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado
Durante painel do BTG Summit 2026, os executivos dizem que a nova onda tecnológica não é opcional, e já está redesenhando modelos de negócio e geração de receita
Banco digital encerrou o quarto trimestre de 2025 com um lucro recorde de US$ 895 milhões; veja os destaques
Executivos do banco espanhol prometem recuperar rentabilidade até 2028 e reduzir índice de eficiência para competir com os novos players
Pressão no vestuário e ambiente promocional intenso limitaram o crescimento, mas bancos enxergam ganhos operacionais à frente
Lucro vem abaixo do esperado e receita perde força, mas analistas revelam “trunfo” do balanço; veja o que esperar
Enquanto algumas empresas no estágio de abertura de capital ainda estão queimando caixa para crescer, essa não é a história do PicPay, diz o BB Investimentos, e ROE pode chegar ao nível do de grandes bancos nos próximos anos
Com aval da Justiça, a Oi (OIBR3) busca quitar dívidas fora do plano da RJ, reservando R$ 140 milhões aos credores que aceitarem dar descontos de até 70% para receber antes
Com déficit de capital circulante de R$ 1,2 bilhão e R$ 1,7 bilhão em dívidas vencendo em 2026, varejista recebe ressalva da Deloitte sobre continuidade operacional, enquanto diz renegociar débitos. Grupo divulgou resultados do 4T25 ontem
Transire tem 75% do mercado de fabricação de maquininhas de pagamento e grandes sonhos para os próximos anos: conheça a história da empresa e suas aspirações de abertura de capital
Com 75% do mercado brasileiro e R$ 2 bilhões em receita, a fabricante de maquininha de cartão agora aposta em ecossistema próprio. A companhia está por trás de marcas como Stone, Cielo e outras
Campus JK reunirá três torres corporativas interligadas e seguirá padrões internacionais de eficiência energética
O acordo marca um avanço importante da AMD na disputa direta com a Nvidia pelo domínio do mercado de GPUs voltadas ao boom da IA
Enquanto os bancões brasileiros sobem mais de 20% no ano, o roxinho patina em Wall Street. Às vésperas do 4T25, analistas veem oportunidade onde o mercado vê risco; veja o que esperar