O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a agência Bovespa, um bloco de quase 100 mil ações foi negociado a um preço de R$ 24,88 — um prêmio de mais de 10% com relação ao valor de tela atual.
Depois de uma tentativa frustrada de venda para a holding dos irmãos Batista em março, a Novonor (ex-Odebrecht) parece ter encontrado um novo potencial comprador para a sua fatia da Braskem (BRKM5).
De acordo com informações do jornalista Lauro Jardim, d'O Globo, a estatal emiradense Adnoc (Abu Dhabi National Oil Company) deve se juntar ao fundo americano Apollo para formalizar uma proposta pelo controle da petroquímica.
A proposta teria sido apresentada nesta manhã aos bancos que detêm ações da Odebrecht na Braskem como garantia de dívida.
As ações da Braskem reagem em forte alta na bolsa, tendo entrado em leilão por oscilação máxima permitida. Por volta das 13h50, os papéis BRKM5 subiam cerca de 41,62 , a R$27,20.
De acordo com a agência Bovespa, um bloco de quase 100 mil ações foi negociado a um preço de R$ 24,88 — um prêmio de mais de 10% com relação ao valor de tela no momento do primeiro leilão. A Guide Corretora atuou na ponta vendedora, enquanto a XP Investimentos aparece como a intermediadora na ponta compradora.
Essa não é a primeira vez que o Apollo aparece como um dos interessados em comprar a Braskem. Em julho do ano passado, circularam que o fundo havia enviado uma proposta conjunta em parceria com o BTG Pactual e a Unipar para adquirir as fatias da Novonor e também da Petrobras (PETR4), mas o valor não foi aceito pela holding e a estatal brasileira negou as negociações — ainda que tivesse interesse em um desinvestimento na época.
Leia Também
Fontes confirmaram com exclusividade ao Seu Dinheiro que a proposta foi de R$ 47 por ação e que a operação ganhou tração após a visita de Lula aos Emirados Árabes.
O Seu Dinheiro entrou em contato com a Braskem, Novonor e Adnoc para um posicionamento. A matéria será atualizada assim que as empresas se posionarem oficialmente sobre o caso.
Descubra a resposta para este e outros problemas envolvendo dinheiro no novo episódio de A Dinheirista, que resolve suas aflições financeiras com bom humor:
Rumores sobre uma eventual venda tanto da fatia detida pela Novonor quanto pela Petrobras (PETR4) são frequentes, movimentando bastante o mercado — que fica atento para uma eventual oferta pública dos papéis e de melhorias com relação à governança corporativa.
Muita água rolou desde 7 de agosto de 2020, a primeira vez que a companhia informou a Braskem (BRKM5) sobre o início da preparação para a saída do capital da companhia — mas pouco avançou nas negociações.
Em novembro de 2022, no entanto, a Novonor deu o seu passo mais significativo para o processo. Na data, a Braskem informou ter recebido uma comunicação da sua controladora, onde ela pede o apoio da petroquímica para interagir com eventuais interessados na fatia da holding — papel aceito .
A dificuldade da venda da fatia parece estar na recusa da Novonor, em recuperação judicial desde 2020, não aceita descontos para vender a sua fatia. Essa, inclusive, foi a razão para o fracasso da oferta de ações que estava programada para o início de 2022.
Em março, o colunista Lauro Jardim noticiou que a companhia recusou uma proposta da J&F Investimentos, holding dos irmãos Batista.
Segundo a publicação, a holding fez uma proposta indicativa não vinculante de R$ 9 bilhões pela companhia — R$ 30 por ação —, que não foi aceita. Na época, a oferta indicava um prêmio de quase 50% por ação.
Negócio envolve fundo que detém mais de 23% das ações ordinárias da geradora de energia; veja os detalhes da transação
Agência vê risco de inadimplência restrita após empresa iniciar negociações com credores para prorrogar pagamentos de dívida
O presidente-executivo da companhia aérea Gol (GOLL54), Celso Ferrer, afirmou que alta do petróleo deve ser repassado aos preços das passagens
Companhia distribuirá R$ 177,6 milhões em proventos referentes ao primeiro trimestre de 2026. Saiba quando a remuneração vai pingar na conta
Empresa inicia ciclo focado em inteligência artificial. Intenção é acelerar no e-commerce, mas sem comprar briga por preços
O Magazine Luiza reportou lucro líquido de R$ 131,6 milhões no quarto trimestre de 2025, queda de 55% na comparação anual, pressionado pelo avanço das despesas financeiras em meio aos juros elevados
As maiores reestruturações da história recente ajudam a explicar como o ambiente financeiro mais duro tem afetado até grandes companhias brasileiras
A CSN reiterou seus esforços de melhorar a estrutura de capital e reduzir a alavancagem financeira daqui para a frente, mas esse caminho não será fácil
“A recuperação de sua divisão de mercadorias continua sendo sustentada por melhorias nas estratégias de precificação, maior assertividade nas coleções e gestão de estoques mais eficiente”, destacaram os analistas do Safra
O banco defende que o Mercado Livre ainda é considerado uma boa tese de longo prazo, mas não deve refletir suas qualidades nos preços da ação em 2026
A Casas Bahia finalmente conseguiu virar a página de sua crise financeira, que a levou a pedir recuperação extrajudicial em 2024,? A resposta não é tão simples.
Resultado negativo chega a R$ 721 milhões no quarto trimestre, enquanto empresa tenta reorganizar dívidas
O plano da Raízen poderá envolver uma série de medidas, como uma capitalização pelos seus acionistas e a conversão de parte das dívidas em participação acionária
Receita cresce, margens avançam e varejista ganha participação de mercado em meio a avanços no plano de reestruturação
O banco tinha recomendação de venda para o papel, enquanto a agência de classificação de risco rebaixou a nota de crédito da varejista em moeda local de CCC para C
Itaú BBA e Santander mantêm visão positiva para a empresa, citando o ciclo global de investimentos em redes elétricas, mas apontam riscos e pressões no horizonte mais próximo
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Fabio Itikawa diz que empresa entra em 2026 mais eficiente, menos alavancada e pronta para atrair investidores
A companhia é afetada pelos desdobramentos do conflito no Oriente Médio, com custos do combustível e de frete na linha de frente dos impactos
“Hoje, na data do protocolo deste procedimento, a companhia não tem condições de realizar o pagamento sem interromper as suas operações”, disse o Pão de Açúcar
Situação dos rebanhos nos EUA e tarifas da China também afetam o cenário para a carne bovina; JBS, MBRF e Minerva podem sofrer, e, em 2026, o seu churrasco deve ficar ainda mais caro