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Quando estamos falando de assuntos que não dizem respeito a receitas, margem ebitda, bottom line ou alavancagem, provavelmente estamos em uma roubada
Quem vive de mercado financeiro há duas décadas ou mais saberá atestar a seguinte máxima:
O noticiário corporativo pode ser bom ou ruim, mas é sempre preferível que ele esteja em evidência.
Quando estamos falando de assuntos que não dizem respeito a receitas, margem ebitda, bottom line ou alavancagem, provavelmente estamos em uma roubada.
+ Lula raivoso na capa do jornal? Roubada.
+ Desequilíbrio fiscal? Roubada.
+ Aperto monetário? Roubada.
Leia Também
+ Guerra no Oriente Médio? Roubada.
Quantos anos diferentes já vivemos em 2023, e quantos ainda viveremos daqui até o tão esperado 31 de dezembro?
Agora, na iminência de mais uma temporada de resultados, está difícil de se concentrar para falar do que (em tese) realmente importa.
Ainda assim, precisamos nos esforçar para olhar para dentro em vez de olhar para fora, pois os números do 3T23 podem ser decisivos para várias empresas listadas.
Qual será a queima de caixa de Magalu e Casas Bahia? Elas chegam até o lado de lá?
Depois dos recordes recentes, quão melhor será o novo guidance de Petrobras?
O quanto foi de fato adiantado sobre percentuais modestos de crescimento para Intelbras? O quanto há de transitório aí?
É o trimestre da virada para Centauro? A 358 sugere que sim.
3R vai virar 4R?
São todas perguntas interessantíssimas, a ponto de o analista fundamentalista dizer: eu gostaria de estar dedicando 100% do meu tempo apenas a esse tipo de saber.
No momento, não há como.
As capas dos principais jornais de economia destacam o mais novo ataque na Faixa de Gaza, com destaque secundário para a alta dos yields dos Treasuries; sobra pouco espaço para os balanços.
Ao longo das próximas semanas, faremos um esforço para ler os jornais de trás para frente, começando pelas notinhas corporativas e terminando nos headlines geopolíticos.
A despeito do ambiente sistêmico (momentaneamente?) ruim, não podemos ignorar as culpas e méritos que cabem a cada um de nós.
Olhamos para 2026 e não vemos um cenário assim tão favorável para companhias capengas. Os juros vão começar a cair, é verdade, mas ainda devem permanecer em níveis bastante restritivos para as empresas em dificuldades.
As principais corretoras do país estão divididas entre um fundo de papel e um de tijolo; confira os campeões do FII do Mês
Investir não é sobre prever o futuro político, mas sobre manter a humildade quando o fluxo atropela os fundamentos. O que o ‘Kit Brasil’ e um pote de whey protein têm em comum?
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Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje
Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente
As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar
Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora
Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]
Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros
O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora
Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA
Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso
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A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje
A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.
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Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana
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