O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Nesta quarta-feira (01), o BC dos EUA manteve a taxa de juros inalterada na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano; a decisão foi unânime e amplamente esperada
Se Wall Street teve um outubro sombrio no melhor estilo Halloween, não se lembra mais. O Dow Jones, o S&P 500 e o Nasdaq iniciaram novembro saltando mais de 200 pontos e renovando máxima intradiária, com avanços de 1%. O grande patrocinador desse otimismo é o presidente do Federal Reserve (Fed), Jerome Powell.
Embora o chefão do banco central norte-americano não tenha cravado que o trabalho do Fed está concluído com relação à inflação, o entendimento dos investidores é de que os juros não devem subir mais este ano.
Nesta quarta-feira (01), o BC dos EUA manteve a taxa referencial inalterada na faixa entre 5,25% e 5,50% ao ano, em uma decisão unânime e amplamente esperada.
O comunicado com a decisão foi não muito diferente daquele de setembro, quando o comitê de política monetária (Fomc, na sigla em inglês) se reuniu pela última vez, mas as declarações de Powell na coletiva que veio depois da reunião de hoje fizeram Wall Street ver um cenário mais colorido.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações de Nova York no fechamento:
O presidente do Fed foi bem claro ao dizer que não há decisão tomada para a reunião de dezembro, a última do ano, e o banco central norte-americano precisa de mais dados para ter a confiança de que a inflação está mesmo na direção da meta de 2% ao ano.
Leia Também
Ele inclusive descartou qualquer possibilidade de corte na taxa de juros, afirmando que a política monetária deve continuar restritiva por mais tempo nos EUA.
Acontece que na mesma coletiva, Powell deu sinais de que o ciclo de aumento de juros pode estar chegando ao fim. "Fomos bastante longe no aperto. Agora estamos perto do fim dele", disse.
A declaração, somada ao trecho do comunicado que indica que o Fed vai levar em consideração o efeito cumulativo dos apertos monetários anteriores, ajudaram na interpretação dos investidores de que o trabalho do BC dos EUA está, por hora, concluído.
O Fomc volta a se reunir pela última vez nos dias 12 e 13 dezembro. Até lá, os investidores ainda terão pelo menos dois dados de inflação, mais um dado de emprego e outro do Produto Interno Bruto (PIB).
Antes de o S&P 500 brilhar renovando máxima intradiária, o Dow Jones subir 200 pontos e o Nasdaq avançar mais de 1%, as bolsas da Europa já demonstravam otimismo e fecharam em alta.
O índice Stoxx 600 subiu 0,7%, com destaque para as ações do varejo, que avançaram 1,7% depois que o grupo britânico de roupas e utensílios domésticos Next aumentou a projeção de lucro pela quarta vez em seis meses.
Dados que mostraram que a inflação na zona do euro desacelerou para o menor nível em dois anos em outubro também ajudaram nos ganhos de hoje no Velho Continente.
A leitura foi divulgada depois que o Banco Central Europeu (BCE) interrompeu sua série recorde de 10 aumentos consecutivos dos juros, quando se reuniu na semana passada.
Confira a variação e a pontuação dos principais índices de ações da Europa no fechamento:
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado
Relatório do BTG mostra a mudança na percepção dos gestores sobre o Ibovespa de novembro para fevereiro
Medida anunciada por Donald Trump havia provocado forte queda na véspera, mas ações de tecnologia e melhora do humor externo sustentam os mercados
Gestor explica o que derrubou as ações da fintech após o IPO na Nasdaq, e o banco Citi diz se é hora de se posicionar nos papéis