O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O calote no aluguel do VILG11 não é o primeiro indício de que a varejista de móveis fundada em 1978 enfrenta dificuldades financeiras.

Tradicional varejista de móveis e decoração, a Tok&Stok surgia até pouco tempo como uma das possíveis candidatas a abrir o capital na B3. Mas agora a empresa virou assunto na bolsa por outro motivo: o calote no pagamento do aluguel para o fundo imobiliário Vinci Logística (VILG11).
A Tok&Stok loca um galpão do FII localizado em Extrema, Minas Gerais, e não depositou o pagamento referente ao uso do empreendimento em janeiro, com vencimento neste mês.
O fundo não revelou qual é a soma devida, mas explicou, em comunicado enviado ao mercado, que o aluguel do imóvel corresponde a cerca de 14% de suas receitas totais.
O percentual representa a maior concentração de receita do portfólio de locatários e cerca de 11% da Área Bruta Locável (ABL) do VILG11.
O FII destaca que, além da ação de despejo, tem outras alternativas para lidar com o calote. O seguro fiança presente no contrato de locação é uma delas e possui uma cobertura equivalente a 12 aluguéis vigentes.
Além disso, a Tok&Stok também pode optar por pagar o aluguel e a multa por atraso para a manutenção do contrato. Procurada para comentar o andamento das negociações, a Vinci Partners, gestora do FII, afirmou que não irá comentar o assunto.
Leia Também
Seja como for, a notícia do calote derruba as cotas do VILG11 hoje na B3. Por volta das 13h20, o fundo era negociado em queda de 3,06%, a R$ 87,99.
O calote no aluguel do VILG11 não é o primeiro indício de que a varejista de móveis fundada em 1978 enfrenta dificuldades financeiras.
Segundo informações d’O Globo, a companhia contratou recentemente a Alvarez & Marsal (A&M) para uma reestruturação financeira.
Vale relembrar que não faz muito tempo que a companhia considerou uma abertura de capital e chegou a divulgar o prospecto para uma oferta pública de ações (IPO) em 2020.
Na época, a empresa estava em um ciclo de expansão iniciado em 2012 com um aporte do The Carlyle Group — multinacional americana de investimentos — e possuía 59 lojas físicas e uma plataforma de e-commerce responsável por 24% de suas vendas.
Mas a piora no cenário para o mercado de capitais e a crise entre as empresas do segmento atrapalharam os planos de IPO. Uma das maiores concorrentes da Tok&Stok, a Etna, encerrou as atividades comerciais há pouco menos de um ano.
A Alvarez & Marsal é um dos principais nomes do ramo de gestão e reestruturação de empresas e trabalha no caso Americanas — a companhia entrou em recuperação judicial após a descoberta de um rombo contábil bilionário em seus balanços. Aliás, o novo CEO da Americanas, anunciado na noite de ontem, foi sócio da consultoria.
Não conseguimos contato com a assessoria de imprensa da Tok&Stok, mas o espaço segue aberto e a matéria será atualizada caso o Seu Dinheiro receba um posicionamento da empresa.
ESTRATÉGIA DE INVESTIMENTO
VAI PINGAR NA CONTA?
DE OLHO NO VP
CONVERSÃO DE AÇÕES
FECHAMENTO DAS BOLSAS
FII DO MÊS
MERCADOS
AÇÃO DO MÊS
ONDE INVESTIR
PEGOU UMA GRIPE?
OFERTA DO HGRU11
OPORTUNIDADE À VISTA
NOVO TARIFAÇO
BOTÃO DE CAUTELA
AVANÇANDO NO SETOR DE SAÚDE
NEGOCIAÇÕES EM FOCO
BALANÇO DO MÊS
MERCADOS HOJE
UMA NOVA ERA
MERCADO IMOBILIÁRIO