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FECHAMENTO DO DIA

Bolsa hoje: Ibovespa fecha o pregão em queda pela sétima vez consecutiva e China segue como vilã; dólar sobe a R$ 4,90

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9 de agosto de 2023
7:09 - atualizado às 14:53

RESUMO DO DIA: Em mais um dia de cautela de internacional, os investidores reduziram o apetite ao risco com novos dados na China, que vieram aquém do esperado, e alimentaram o temor de desaceleração global.

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O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) chinês recuou 0,3% na comparação com julho de 2022. Já o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) registrou queda de 4,4% em julho em base anual.

Contudo, as bolsas internacionais fecharam sem direção única: os índices europeus encerraram em alta, após o governo italiano recuar na decisão de taxar os lucros do bancos; já Wall Street terminou o dia em tom negativo, à espera do CPI.

Por aqui, investidores repercutiram os balanços trimestrais e o andamento do processo de privatização da Copel (CPLE3).

O Ibovespa fechou o pregão com baixa de 0,57%, aos 118.408 pontos.

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O dólar à vista encerrou em alta de 0,15%, a R$ 4,9050.

Leia Também

Confira o que movimentou os mercados nesta quarta-feira (9):

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou em queda, no nível dos 118 mil pontos, com China e NY pressionando o desempenho.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 1,893,28%
SMTO3São MartinhoR$ 34,283,22%
RAIL3Rumo ONR$ 23,862,32%
LWSA3Locaweb ONR$ 7,442,20%
PCAR3GPA ONR$ 20,201,56%

E as maiores quedas do pregão:
CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,65-7,99%
PETZ3Petz ONR$ 6,01-6,97%
AZUL4Azul PNR$ 16,59-5,36%
COGN3Cogna ONR$ 3,26-4,68%
LREN3Lojas Renner ONR$ 18,30-4,44%
FECHAMENTO DO IBOVESPA

O Ibovespa fechou em queda de 0,57%, aos 118.408 pontos.

O tom negativo deve aos dados mais fracos de China. A segunda maior economia  registrou deflação nos preços ao consumidor e ao produtor em julho.

O índice de preços ao consumidor chinês subiu 0,2% em relação a junho, mas recuou 0,3% na comparação com julho de 2022. Já o índice de preços ao produtor recuou 4,4% em julho na comparação anual. O índice, também conhecido como PPI, vinha de recuo de 5,4% em junho.

Por aqui, as vendas no varejo ficaram estáveis em junho ante maio, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação anual, as vendas avançaram 1,3% no mês.

No ano, as vendas no varejo subiram 1,3% e, em 12 meses, acumulam alta de 0,9%.

FECHAMENTO DE NOVA YORK

Em mais um dia de cautela com a China, as bolsas de Nova York encerraram a sessão em tom negativo.

Os investidores aguardam novos dados econômicos. O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês), de julho e o relatório semanal de auxílio-desemprego devem ser divulgados nesta quinta-feira (10).

  • Dow Jones: -0,54%;
  • S&P 500: -0,70%;
  • Nasdaq: -1,17%.
FECHAMENTO DO DÓLAR

O dólar encerrou as negociações a R$ 4,9050, em leve alta de 0,15%, no mercado à vista.

FECHAMENTO DO PETRÓLEO

Os contratos para outubro do petróleo tipo Brent fechou em alta de 1,60%, a US$ 87,55 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).

Já os contratos do petróleo WTI para setembro encerraram a sessão com ganhos de 1,78%, a US$ 84,40, na New York Mercantile Exchange (Nymex). Esse é o maior nível de fechamento do contrato mais líquido do WTI desde 16 de novembro de 2022.

REAÇÃO AO BALANÇO: BTG PACTUAL (BPAC11)

Pressionado pela cautela sobre os bancos, as ações do BTG Pactual (BPCA11) operam em leve queda de 0,12%, a R$ 32,96.

O BTG Pactual registrou lucro líquido ajustado de R$ 2,575 bilhões no segundo trimestre de 2023, alta de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.

O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE) anualizado subiu para 22,7% no segundo trimestre.

REAÇÃO AO BALANÇO: MÉLIUZ (CASH3)

O Méliuz (CASH3) reportou prejuízo líquido consolidado de R$ 6,3 milhões no segundo trimestre desse ano, uma melhora de 73% na comparação anual; entre abril e junho de 2022, a empresa teve prejuízo de R$ 23,3 milhões.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) consolidado de R$ 14,1 milhões negativos, também uma melhora de 69% ante o mesmo período do ano passado — mas com a exclusão dos números do banco digital da companhia, o Bankly.

Em reação, os papéis CASH3 caem 0,59%, a R$ 8,49. Apesar da melhora nos números, as ações são pressionadas pela queda das ações de tecnologia em Nova York e dados de varejo, divulgados mais cedo pelo IBGE.

ELETROBRAS (ELET3) EM QUEDA

As ações da Eletrobras (ELET3) viraram para queda há pouco em meio às falas do CEO da companhia, Wilson Ferreira Júnior. Os papéis ELET3 caem 0,16%, a R$ 36,91; já os ELET6 reduzem a alta a 0,51%, R$ 41,57.

O CEO da ex-estatal afirmou há pouco que a empresa deve "economizar menos que o previsto" com o Programa de Demissão Voluntária (PDV). Segundo as projeções da companhia, a economia será de R$ 790 milhões, menor que R$ 1,2 bilhão previsto anteriormente.

Por outro lado, o fôlego é mantido pela notícia de que o governo federal deve incluir estudos sobre as obras da usina de Angra 3 no 'novo' Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

REAÇÃO AO BALANÇO: GERDAU (GGBR4)

As ações da Gerdau (GGBR4) operam em queda de 4,27%, a R$ 25,80, próximo da mínima do dia, com os investidores repercutindo os números do balanço trimestral e a cautela com China, após dados mais fracos do país — e que impacta a cotação do minério de ferro.

A Gerdau (GGBR4) obteve lucro líquido de 2,143 bilhões no segundo trimestre, o que representa uma queda de 50,1% na comparação anual. Já em relação ao trimestre anterior, a queda é de 33,3%.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado foi de R$ 3,792 bilhões, também um recuo de 43,2% ante o mesmo período do ano passado.

Mas, apesar dos números mais fracos, a Gerdau anunciou o pagamento de R$ 752,1 milhões em dividendos, o que equivale a R$ 0,43 por ação, com data de "ex" em 21 de agosto.

REAÇÃO AO BALANÇO: ENGIE (EGIE3)

A Engie Brasil (EGIE3) reportou lucro líquido ajustado de R$ 806 milhões no segundo trimestre, uma alta de 56,8% em relação ao mesmo período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado totalizou R$ 1,798 bilhão, uma queda de 5,2% na comparação anual.

Em reação, os papéis EGIE3 operam em leve alta de 0,76%, a R$ 14,63.

IBOVESPA NOS 118 MIL PONTOS

O Ibovespa segue em queda com a deflação na China e um potencial impacto do gigante asiático na desaceleração global.

O índice da bolsa brasileira cai 0,66%, aos 118.330 pontos.

Bank of America eleva o preço-alvo do Inter antes do balanço. O que o banco americano viu nos papéis INBR32?

O Inter vai apresentar os resultados referentes ao segundo trimestre de 2023 na próxima segunda-feira (14) na sombra dos tropeços de bancões como Bradesco (BBDC4) e Santander (SANB11) e do sucesso do Itaú Unibanco (ITUB4)

Ao que tudo indica, no entanto, o banco digital deve se juntar ao bloco dos balanços positivos — pelo menos é o que espera o Bank of America. 

Nas projeções do BofA, o Inter deve registrar um lucro líquido de R$ 43 milhões, com ROE (rentabilidade) de 2,4%. Se os números se confirmaram representarão um resultado quase 3 vezes maior do que obtido no mesmo período do ano anterior e 77% acima do trimestre imediatamente anterior. 

A expectativa de melhora gradual no ritmo de ganhos do Inter reflete, segundo o Bank of America: 

Leia mais.

AMERICANAS PAGA MULTA ATRASADA DE FII

A Americanas (AMER3) pagou o saldo devido ao fundo imobiliário RBR Log (RBRL11), que tinha em seu portfólio um galpão que era alugado pela varejista. O anúncio foi feito em comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira (08). 

Recapitulando, o FII e a empresa em processo de recuperação judicial formalizaram no mês passado o fim da locação do Galpão Hortolândia II.

Entretanto, na ocasião, os termos acertados previam uma multa por rescisão antecipada que foi calculada em R$ 2,09 milhões e deveria ser paga pela companhia.

O contrato ainda incluia outras penalidades que representaria um impacto positivo nas receitas do RBRL11 ao longo do ano.

Leia mais.

TIM (TIMS3) SOBE

Após o Citi reiterar a recomendação de compra para os papéis e elevação do preço-alvo de R$ 17 para R$ 18, as ações TIMS3 operam em alta de 1,41%, a R$ 14,78 no Ibovespa e lidera os ganhos da sessão.

O banco manteve a Tim como 'top pick' do setor de telefonia, e a elevação do preço-alvo representa uma potencial valorização de 25% em relação ao fechamento da última terça-feira (8).

REAÇÃO AO BALANÇO: BRASKEM (BRKM5)

A Braskem (BRKM5) reportou prejuízo líquido de R$ 771 milhões no segundo trimestre ante as perdas de R$ 1,406 bilhão registrado no mesmo período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) recorrente totalizou R$ 703 milhões, uma queda de 82% na comparação anual.

Em reação, as ações BRKM5 operam em queda de 2,31%, a R$ 23,30, no Ibovespa.

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa segue em queda com exterior, em dia de agenda esvaziada.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETR4Petrobras PNR$ 30,701,59%
PETR3Petrobras ONR$ 33,571,48%
TIMS3Tim ONR$ 14,731,10%
PRIO3PRIO ONR$ 48,341,00%
RRRP33R Petroleum ONR$ 37,320,86%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,72-5,56%
RAIZ4Raízen ONR$ 3,90-1,76%
CIEL3Cielo ONR$ 3,99-0,45%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 4,12-1,90%
HAPV3Hapvida ONR$ 4,85-4,15%
JUROS FUTUROS SEM DIREÇÃO ÚNICA

Os juros futuros (DIs) operam sem direção única, com a volatilidade do dólar à vista e o tom misto dos rendimentos dos Treasuries.

CÓDIGONOME ULT ABE
DI1F24DI Jan/2412,45%12,46%
DI1F25DI Jan/2510,42%10,45%
DI1F26DI Jan/269,85%9,87%
DI1F27DI Jan/279,98%9,99%
DI1F28DI Jan/2810,27%10,27%
DI1F29DI Jan/2910,46%10,44%
FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeias fecharam em tom positivo, em movimento de recuperação das perdas recentes.

Os dados mais fracos de China ficaram em segundo plano. Os investidores repercutiram o recuo parcial do governo italiano em seu plano de taxar os lucros dos bancos.

  • FTSE 100 (Londres): +0,83%;
  • CAC 40 (Paris): +0,72%;
  • DAX (Frankfurt): +0,49%

COMO ANDAM OS MERCADOS

Com cautela de China imperando mais uma vez, o Ibovespa opera em queda de 0,80%, aos 117.911 pontos.

Os dados mais fracos de atividade econômica na segunda maior economia do mundo renova o temor de desaceleração global. Hoje, a China apresentou deflação do CPI e PPI, de julho.

O índice de preços ao consumidor chinês subiu 0,2% em relação a junho, mas recuou 0,3% na comparação com julho de 2022. Já o índice de preços ao produtor recuou 4,4% em julho na comparação anual.

Além disso, os investidores internacionais aguardam novos dados econômicos nos EUA, entre eles o CPI, que deve ser divulgado amanhã (10).

Entre os destaques do pregão estão:

PONTA POSITIVA

  • 3R Petroleum (RRRP3) sobe com os investidores repercutindo o balanço trimestral. A petroleira júnior  registrou lucro líquido de R$ 79,388 milhões no segundo trimestre, um crescimento de 147,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.
  • Petrobras (PETR4) avança com o desempenho do petróleo no mercado internacional e a confirmação da estatal de que "segue rigorosamente" o contrato sobre o processo de desinvestimento da refinaria Lubnor.

PONTA NEGATIVA

  • CVC (CVCB3) cai também repercutindo os números trimestrais. A operadora de turismo registrou prejuízo líquido de R$ 167 milhões no segundo trimestre, queda de 76,1% na comparação com o mesmo período de 2022.
GIRO DO MERCADO

A Gerdau (GGBR4) registrou lucro de R$ 2,14 bilhões no segundo trimestre de 2023, enquanto sua controladora Metalúrgica Gerdau (GOAU4) reportou lucro de R$ 2,13 bilhões, ambas com quedas de 50% referente ao mesmo período do ano passado.

As empresas também anunciaram o pagamento de dividendos, que somados chegam a R$ 1 bilhão, mostram documentos enviados ao mercado nesta terça-feira (8). É hora de comprar as ações para abocanhar esses dividendos?

O analista Fernando Ferrer da Empiricus Research responde a pergunta no Giro do Mercado desta quarta-feira (09), e ainda levanta os destaques de ambas empresas.

Ainda sobre resultados, a 3R Petroleum (RRRP3) também divulgou seus números referentes ao segundo trimestre. A petroleira reportou lucro de R$ 79,4 milhões e uma disparada de 147% em relação ao mesmo período de 2022, ultrapassando as expectativas do mercado.

Larissa Quaresma participa novamente na edição de hoje (9) para comentar o balanço financeiro e o que os investidores devem fazer com as ações da companhia agora.

Acompanhe:

TAXAÇÃO SOBRE LUCROS

Os holofotes globais voltaram-se para a Itália na terça-feira (8) — e, desta vez, isso não tem nada a ver com o meme do “Attenzione, pickpocket”, mas sim com os planos do governo do país europeu de taxação dos bancos italianos.

Em resumo, o gabinete de governo da Itália aprovou inesperadamente um imposto de 40% sobre o que chamou de “excedente de lucro” das instituições em 2023.

A intenção do governo era levantar dinheiro para reduzir impostos e oferecer apoio financeiro aos detentores de hipotecas, de acordo com o vice-primeiro-ministro italiano Matteo Salvini.

“Basta olhar para os lucros dos bancos no primeiro semestre de 2023, também resultado dos aumentos das taxas do Banco Central Europeu, para perceber que não estamos falando de alguns milhões, mas podemos supor bilhões”, disse Salvini, durante uma entrevista coletiva em Roma.

Leia mais.

REAÇÃO AO BALANÇO: 3R PETROLEUM (RRRP3)

As ações da 3R Petroleum (RRRP3) registra alta de 1,54%, a R$ 37,57, em repercussão ao balanço da companhia divulgado hoje antes da abertura dos mercados.

A petroleira júnior registrou lucro líquido de R$ 79,388 milhões no segundo trimestre, um crescimento de 147,4% na comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) ajustado totalizou R$ 199,5 milhões entre abril e junho, um recuo de 3,1% na mesma base de comparação.

A produção média diária de óleo alcançou 19.866 barris, o que representa um aumento de 152,4% no segundo trimestre ante o mesmo período de 2022.

REAÇÃO AO BALANÇO: CVC (CVCB3)

As ações da CVC (CVCB3) operam em queda de 6,60%, a R$ 2,69, e figura como a maior baixa do Ibovespa na primeira hora do pregão.

Os papéis repercutem os números do balanço da companhia de turismo, divulgado ontem (8) depois do fechamento dos mercados.

A CVC registrou prejuízo líquido de R$ 167 milhões no segundo trimestre, queda de 76,1% na comparação com o mesmo período de 2022.

Leia os detalhes do balanço.

BOLSAS EM NOVA YORK

As bolsas de Nova York operam sem direção única após a abertura dos negócios. Os investidores seguem cautelosos com novos dados abaixo do esperado de China.

  • S&P 500: -0,07%;
  • Dow Jones: +0,04%;
  • Nasdaq: -0,39%
REAÇÃO AO BALANÇOS

Confira a seguir a cotação das companhias que divulgaram resultados ontem (8) após o fechamento dos mercados e hoje, antes da abertura dos negócios no Ibovespa.

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,70-6,25%
TOTS3Totvs ONR$ 27,87-5,43%
EGIE3Engie ONR$ 42,08-2,73%
RADL3Raia Drogasil ONR$ 27,57-0,76%
GGBR4Gerdau PNR$ 26,69-0,96%
BPAC11BTG Pactual unitsR$ 32,87-0,39%
BRKM5Braskem PNAR$ 24,12+1,13%
CASH3Meliuz ONR$ 8,58+0,47%

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abre em queda de 0,23%, aos 119.089 pontos e destoa do tom positivo dos índices em Nova York.

O tom negativo acontece em reação aos dados mais fracos de China. A segunda maior economia  registrou deflação nos preços ao consumidor e ao produtor em julho.

O índice de preços ao consumidor chinês subiu 0,2% em relação a junho, mas recuou 0,3% na comparação com julho de 2022. Já o índice de preços ao produtor recuou 4,4% em julho na comparação anual. O índice, também conhecido como PPI, vinha de recuo de 5,4% em junho.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileiras Vale e Petrobras sobem no pré-mercado em Nova York e acompanham o tom positivos dos índices americanos e a recuperação das commodities.

  • Vale (VALE): +0,51%, a US$ 13,75;
  • Petrobras (PBR): 0,52%, a US$ 13,52.
COMMODITIES EM ALTA

Apesar dos números fracos de inflação na China, as commodities recuperam as perdas da sessão anterior e sobem no mercado internacional.

O minério de ferro é negociado a US$ 100,40 a tonelada, com alta de 0,07%, em Dalian (China).

Já o petróleo tipo Brent sobe 0,85%, a US$ 86,91 o barril.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

HYO SILVER: É POSSÍVEL UMA ACELERAÇÃO NO CICLO DE FLEXIBILIZAÇÃO DA SELIC

Nos mercados asiáticos desta quarta-feira, observou-se uma queda após a divulgação de dados que indicaram a primeira redução nos preços ao consumidor na China, aumentando as preocupações em relação à segunda maior economia global.

O sentimento nos pregões já estava abatido por conta da queda em Wall Street, agravada por novas inquietações no setor bancário e discussões sobre uma possível nova elevação das taxas pelo Federal Reserve.

Agora, a atenção se volta para a desaceleração da economia chinesa, um receio ampliado com deflação após o anúncio de que as exportações da China tiveram a maior queda desde o início da pandemia.

Nesta manhã, tanto os mercados europeus quanto os futuros das ações nos Estados Unidos estão se recuperando após as quedas do dia anterior.

Os investidores agora aguardam com expectativa a divulgação dos dados de inflação dos EUA na quinta-feira, buscando insights sobre a estratégia do Fed em relação às taxas de juros.

Após um aumento anunciado no mês anterior, as autoridades haviam indicado que as decisões futuras dependiam dos dados econômicos, gerando esperanças de uma possível pausa no aumento das taxas.

Contudo, um relatório de empregos contraditório na semana passada e declarações mais agressivas de alguns membros da autoridade monetária criaram certa incerteza entre os investidores.

A ver…

00:49 — Sim, houve um trecho mais "dove" na ata

No contexto brasileiro, a divulgação da ata da mais recente reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) indicou a possibilidade de um aumento no ritmo de corte da taxa Selic para 75 pontos-base, sob certas condições, o que preparou o mercado para essa perspectiva.

O cenário base permanece em três reduções de 50 pontos-base ao longo de 2023, levando a taxa para 11,75% até o final do ano.

No entanto, embora seja menos provável, a aceleração do ritmo de corte, que anteriormente se previa apenas para o próximo ano, pode ser considerada nos próximos meses, dependendo do processo de desinflação.

Para que haja cortes mais substanciais, é necessário que as expectativas de médio e longo prazo continuem a cair, que o governo aprove as reformas fiscais planejadas e que a inflação de serviços desacelere mais intensamente do que tem ocorrido até agora.

Essa perspectiva ganha mais força para 2024, à medida que se espera uma taxa Selic em torno de 9% até o final do ano que vem. Entre os anos de 2025 e 2026, é plausível que a taxa de juros alcance um patamar entre 8% e 7%, sendo mais e menos provável, respectivamente.

Essa análise leva em consideração um juro real neutro de 4,5% e uma meta de inflação de 3%. A concretização desse cenário depende de vários fatores, incluindo os dados econômicos, como o IPCA de julho, que será divulgado na sexta-feira.

Até o momento, há indícios de desaceleração na inflação geral, na inflação de serviços e nos núcleos de inflação, além de sinais de queda na atividade econômica, como demonstrado pelo IBC-Br de maio.

Diante disso, a perspectiva de médio e longo prazo parece favorecer ativos de risco, contrastando com as impressões mais pessimistas transmitidas pelos últimos pregões.

01:59 — Afinal, qual é a alíquota?

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, apresentou uma nota técnica da pasta ontem, abordando as implicações da reforma tributária com base no projeto aprovado pela Câmara em julho.

O estudo englobou oito cenários, abrangendo alíquotas que variam de 20,73% a 25,45% no cenário mais viável e de 22,02% a 27% no cenário mais cauteloso.

Contudo, considerando que o texto ainda está sujeito a significativas modificações no Senado, há diversas variáveis que impossibilitam estimativas precisas.

É importante destacar que as alíquotas propostas estão em um patamar elevado em comparação com padrões internacionais. Isso, na verdade, evidencia a alta carga tributária no Brasil, atualmente mascarada por uma complexa estrutura de tributos sobre o consumo no país.

De acordo com as projeções da Fazenda, no cenário mais viável, a alíquota básica do novo imposto atingiria 25,45%, mantendo a carga tributária atual.

No cenário mais conservador, essa alíquota seria de 27%. A alíquota-padrão seria definida para manter a proporção da carga tributária dos impostos que seriam extintos em relação ao PIB.

As divergências entre os dois cenários decorrem, em parte, das complexidades em calcular o chamado "hiato de conformidade", que representa a diferença entre a arrecadação potencial e a efetiva, influenciada por fatores como sonegação.

É crucial reconhecer que há ainda muitos aspectos a serem debatidos no âmbito desta reforma tributária, especialmente considerando a natureza dinâmica do processo legislativo e as diversas variáveis em jogo.

02:45 — Para onde foi o rali?

Nos Estados Unidos, as ações enfrentaram mais um declínio ontem. Globalmente, o cenário estava relativamente tranquilo, com os relatórios de resultados corporativos começando a desacelerar e poucos desenvolvimentos significativos no cenário econômico.

Isso fez com que a atenção se voltasse para as notícias desfavoráveis provenientes da China, que divulgou dados comerciais fracos.

Como mencionado anteriormente, as exportações chinesas caíram 14% em julho, acompanhadas por uma queda de 12,5% nas importações.

A reabertura da economia chinesa após a pandemia não gerou o impulso econômico observado nos Estados Unidos, o que levanta questionamentos sobre a sustentabilidade de longo prazo da economia chinesa.

Ao mesmo tempo, enquanto o Federal Reserve (Fed) dos Estados Unidos continua a implementar medidas para controlar a inflação, a China enfrenta uma trajetória de queda nos preços.

As últimas informações sobre os preços, programadas para serem divulgadas amanhã, provavelmente mostrarão uma diminuição anual de 0,4%.

Agravando a situação nos EUA, as ações dos bancos sofreram queda após a Moody's rebaixar as classificações de crédito de 10 bancos regionais, além de emitir alertas para os bancos de maior porte sobre possíveis rebaixamentos.

Essas preocupações ecoam parte do que a agência de classificação Fitch afirmou na semana passada, quando reduziu o rating soberano dos EUA para AA+.

Embora os dados indiquem uma economia ainda sólida, os rendimentos dos títulos e os custos de empréstimos estão em níveis elevados, o que limita a margem de manobra disponível para ajustes quando a economia eventualmente mudar de rumo.

Uma nota positiva é que a recente ação da Moody's ressalta que as condições de crédito estão suficientemente robustas, o que deve contribuir para evitar que o Fed endureça ainda mais sua postura.

03:31 — Uma loucura bancária

Ontem, o gabinete da primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, deu sinal verde para a implementação de um imposto surpresa sobre os "lucros extraordinários" dos bancos ao longo deste ano.

Essa medida "brilhante" surge em um país que frequentemente lida com instabilidade e problemas no sistema bancário.

A nova taxa foi incorporada em um abrangente conjunto de medidas, planejado para financiar reduções fiscais e fornecer suporte a diversos setores, desde licenças de táxi até assistência hipotecária para compradores de primeira viagem.

A estimativa é de que essa iniciativa possa injetar mais de US$ 2,2 bilhões nos cofres estatais.

Dado o alvoroço gerado pela medida, a Itália emitiu um esclarecimento adicional sobre o imposto sobre lucros imprevistos dos bancos, assegurando que o impacto será limitado para algumas instituições financeiras e que a taxa não ultrapassará 0,1% dos ativos das empresas. Contudo, essa explicação veio um tanto tarde, já que o caos havia se propagado.

Isso ocorreu após a agência de classificação Moody's optar por rebaixar o rating de crédito de 10 bancos regionais dos Estados Unidos e colocar outros seis em estado de alerta para possíveis cortes, reacendendo as preocupações sobre o setor após a turbulência ocorrida em março.

No segundo trimestre, os bancos americanos relataram aumento nas perdas provenientes de empréstimos, o que em parte justifica a atitude da agência. Entre os bancos rebaixados encontram-se o M&T Bank e o Pinnacle Financial, enquanto o U.S. Bancorp e o Truist Financial estavam entre aqueles que aguardavam uma possível redução em sua classificação.

A Moody's levantou preocupações acerca de custos mais elevados de financiamento, fragilidades potenciais em termos de capital regulatório e riscos associados a uma exposição significativa do setor ao mercado imobiliário comercial, que enfrenta desafios. Essa situação continuará sendo acompanhada atentamente.

04:22 — Deflação chinesa

A inflação dos preços ao consumidor na China em julho entrou em território negativo, juntando-se aos preços ao produtor que também registraram deflação em termos anuais.

A queda de 0,3% nos preços ao consumidor chineses em julho marcou o primeiro declínio desde o início de 2021, revelando os efeitos do abrandamento dos gastos internos sobre a recuperação pós-pandemia no país.

Esse dado segue o impacto das quedas nas exportações e importações, desencadeando um movimento global de aversão ao risco, e reacendendo preocupações sobre uma possível recessão.

Contudo, a indicação de pressões deflacionárias provavelmente será transitória, uma vez que as autoridades estão sendo instadas a intensificar o apoio monetário e fiscal.

A China está atravessando um raro período de queda nos preços, à medida que a demanda de consumidores e empresas enfraquece após um breve aquecimento no primeiro trimestre, imediatamente após o afrouxamento das restrições pandêmicas.

Apesar das promessas feitas pelos líderes chineses nas últimas semanas de implementar estímulos, principalmente no setor imobiliário, muito poucas medidas concretas foram tomadas, exceto por algumas reduções modestas nas taxas de juros do Banco Popular da China.

Além disso, duas outras notícias agravam o panorama. Primeiramente, há um plano nos Estados Unidos para restringir investimentos na China, que provavelmente será direcionado a empresas chinesas que obtêm pelo menos metade de sua receita de setores de ponta, como computação quântica e inteligência artificial.

Em segundo lugar, há preocupações no setor imobiliário chinês. As ações da empresa chinesa Country Garden, anteriormente a maior incorporadora imobiliária do país, sofreram uma queda abrupta após dois detentores de títulos afirmarem não terem recebido os pagamentos de juros programados no início da semana.

A empresa tinha uma dívida de US$ 10,5 milhões em juros de um título em dólares com vencimento em 2026 e US$ 12 milhões em uma nota com vencimento em 2030. O não pagamento dessas dívidas poderia minar ainda mais a já frágil confiança do mercado.

BANCO DO BRASIL (BBAS3): ANALISTAS PROJETAM ALTA DE MAIS DE 10% NO LUCRO

Com três quartos dos balanços dos grandes bancos já publicados, a temporada segue rigorosamente o roteiro previsto pelos analistas: Bradesco (BBDC4) e Santander Brasil (SANB11) continuam enfraquecidos, enquanto o Itaú (ITUB4) permanece firme no topo. Mas e o Banco do Brasil (BBAS3)?

A instituição estatal, que num passado não tão distante era visto com certa desconfiança pelo mercado, dada a possibilidade de intervenção do governo, virou o principal concorrente do Itaú, tanto em termos de lucro quanto de rentabilidade. E, no segundo trimestre de 2023, a história tende a se repetir.

Segundo a média das projeções de seis casas de análise consultadas pelo Seu Dinheiro, o Banco do Brasil deve fechar o período com um lucro líquido de R$ 8,68 bilhões — o que, se confirmado, representa um crescimento de 11,3% na base anual —, com rentabilidade de 20,7%.

São números bastante próximos dos reportados pelo Itaú neste segundo trimestre, com ganhos de R$ 8,742 bilhões e rentabilidade de 20,9%. Com isso, reforça-se a percepção de que, entre os bancões, dois grupos foram formados: Itaú e Banco do Brasil em alta, Bradesco e Santander em baixa.

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ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIs) abriram estáveis em toda a curva e destoam do avanço nos rendimentos dos Treasuries e do dólar ante o real.

Os investidores reagem às vendas no varejo em junho.

Confira a abertura dos DIs hoje:

CÓDIGONOME ABE FEC
DI1F24DI Jan/2412,46%12,46%
DI1F25DI Jan/2510,45%10,45%
DI1F26DI Jan/269,87%9,87%
DI1F27DI Jan/279,99%9,99%
DI1F28DI Jan/2810,27%10,26%
DI1F29DI Jan/2910,44%10,44%
VENDAS NO VAREJO

As vendas no varejo ficaram estáveis em junho ante maio, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Na comparação anual, as vendas avançaram 1,3% no mês.

No ano, as vendas no varejo subiram 1,3% e, em 12 meses, acumulam alta de 0,9%.

Por fim, o indicador ampliado, que inclui as atividades de material de construção e automóveis, avançou 1,20% em junho ante maio.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar abre a R$ 4,9012, com leve alta de 0,07%, no mercado à vista.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abre em alta de 0,49%, aos 119.845 pontos em movimento de recuperação e acompanhando o tom positivo do exterior.

COLUNA CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Cosan (CSAN3).

CSAN3: [Entrada] 19.56; [Alvo parcial] R$ 19.96; [Alvo] R$ 20.50; [Stop] R$ 18.92

Recomendo a entrada na operação em R$ 19.56, um alvo parcial em R$ 19.96 e o alvo principal em R$ 20.50, objetivando ganhos de 4.8%.

O stop deve ser colocado em R$ 18.92 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

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LUCRO DO BTG PACTUAL (BPAC11)

O cenário ainda complicado no mercado de capitais ao longo do segundo trimestre não foi o suficiente para parar o BTG Pactual (BPAC11). O banco registrou lucro líquido de R$ 2,575 bilhões no período de abril a junho deste ano.

O resultado foi mais uma vez recorde e representa um avanço de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.

O lucro maior também impulsionou a rentabilidade sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês), que atingiu 22,7% no segundo trimestre — alta de 1,1 ponto percentual.

Desta forma, o BTG superou novamente a rentabilidade dos maiores bancos privados brasileiros. E isso inclui o todo-poderoso Itaú Unibanco, cujo ROAE atingiu 20,9% no segundo trimestre. Aliás, o valor de mercado do banco na bolsa superou ontem o do Bradesco pela primeira vez.

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COPEL É PRIVATIZADA

Acabou a tensão! A Copel (CPLE3) derrubou no início desta semana as últimas contestações judiciais a sua privatização e anunciou nos últimos minutos da noite de terça-feira (8) o resultado da oferta pública que a tira do controle do governo do Estado do Paraná.

A oferta subsequente saiu a R$ 8,25 por CPLE3, 5,83% acima do preço registrado no dia do anúncio da operação. Ontem, a ação ordinária da Copel encerrou o pregão em alta de pouco mais de 1%, a R$ 8,30.

A Copel vendeu 549,17 milhões de ações, levantando pelo menos R$ 4,53 bilhões na oferta primária e secundária.

A maior parte do dinheiro (R$ 2,634 bilhões) irá para os cofres do Estado do Paraná. O restante reforçará o caixa da Copel.

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FECHAMENTO DO IBOVESPA E DO DÓLAR

Na última terça-feira (8), o Ibovespa fechou em queda de 0,24%, aos 199.090 pontos.

Por sua vez, o dólar à vista encerrou o pregão de ontem a R$ 4,8976, com leve alta de 0,06%

Confira tudo o que movimentou os mercados ontem.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os principais índices futuros de Nova York amanheceram no azul nesta quarta-feira.

Em dia de agenda fraca e reta final da temporada de balanços nos Estados Unidos, os investidores recuperam-se das perdas da véspera.

Depois da deflação na China, o mercado norte-americano se prepara para os dados da inflação ao consumidor nos EUA, mas eles só virão à tona amanhã.

Veja como estavam os índices futuros de Nova York por volta das 7h06:

  • Dow Jones: +0,22%
  • S&P-500: +0,27%
  • Nasdaq: +0,30%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta quarta-feira.

Os investidores ensaiam um movimento de recuperação depois das perdas registradas na véspera.

Em dia de agenda fraca, eles relegam a segundo plano deste momento a deflação nos preços ao consumidor e ao produtor na China.

Veja como estavam as principais bolsas da Europa por volta das 7h:

  • Londres: +0,87%
  • Frankfurt: +1,15%
  • Paris: +1,22%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta quarta-feira.

Os investidores reagiram principalmente à deflação nos índices de preços ao consumidor e ao produtor na China.

As bolsas de Xangai, Tóquio e Taiwan fecharam em queda de 0,49%, 0,53% e 0,04%, respectivamente.

Já as bolsas de Seul e Hong Kong subiram 1,21% e 0,32%.

CHINA TEM DEFLAÇÃO EM JULHO

A China registrou deflação nos preços ao consumidor e ao produtor em julho.

O índice de preços ao consumidor chinês até subiu 0,2% em relação a junho, mas recuou 0,3% na comparação com julho de 2022.

Analistas antecipavam deflação de 0,4% no acumulado desde julho do ano passado..

Já o índice de preços ao produtor recuou 4,4% em julho na comparação anual. O índice, também conhecido como PPI, vinha de recuo de 5,4% em junho.

MAGAZINE LUIZA E VIA SE PREPARAM PARA VISITAR O FUNDO DO POÇO NO 2T23

Quando se chega ao fundo do poço, é prudente verificar se ele tem ou não um alçapão. E é nisso que os analistas estarão de olho quando tiverem acesso aos balanços do Magazine Luiza (MGLU3) e da Via (VIIA3) no segundo trimestre de 2023.

A expectativa do mercado para o setor varejista como um todo não é das melhores. Um dos motivos é a pressão do elevado nível da taxa básica de juros sobre a demanda e as margens operacionais das empresas.

Bases de comparação altas também figuram como um importante ponto de atenção em relação aos resultados do varejo no segundo trimestre.

Na avaliação do banco BTG Pactual (BPAC11), o mais provável é que o setor mantenha o desempenho ruim dos trimestre anteriores, “mas com números piores”.

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