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MERCADOS AGORA

Bolsa agora: Ibovespa reflete melhora de expectativa com novo governo e opera em alta de 2%; dólar cai

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5 de janeiro de 2023
7:22 - atualizado às 15:09

RESUMO DO DIA: As bolsas no exterior ainda reagem à ata da mais recente reunião do Federal Reserve. O maior Banco Central do mundo deve continuar o aperto monetário com juros mais altos por mais tempo. Por aqui, os investidores olham com cautela o novo governo. O presidente Lula voltou a desautorizar seu corpo ministerial e o escolhido foi Rui Costa, da Casa Civil. A dissonância entre o chefe do executivo e seus liderados lembra o mercado do governo Bolsonaro — o que preocupa.

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FECHAMENTO DO DIA

No mundo do futebol, de tempos em tempos um novo quarteto fantástico ou trio invencível de ataque surge para dominar as manchetes e encher o peito dos torcedores de esperanças de que ali estão pessoas imbatíveis — e não é raro que tanta expectativa acabe gerando certa frustração em pouquíssimo tempo. 

A Copa do Mundo já acabou e a bola só rola no Brasileirão em abril, mas tem um novo quarteto fantástico que promete dominar as manchetes. Pelo menos as do caderno de economia. 

Foi assim que Simone Tebet, ministra do Planejamento, descreveu o “time” que irá comandar a economia do país pelos próximos em seu discurso de posse — “um quarteto a favor do Brasil”, composto por ela, Esther Dweck, ministra da Gestão, Geraldo Alckmin, ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviços, e Fernando Haddad, Ministro da Fazenda. 

Nos últimos dias, os colegas de Tebet já haviam tomado posse de suas respectivas pastas, e trouxeram falas que tentavam conciliar o compromisso do governo com a questão social e a preocupação com a trajetória fiscal do país — sem muito convencimento. 

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FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em alta de 2,19%, aos 107.641 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK
  • Dow Jones: -1,02%
  • S&P 500: -1,17%
  • Nasdaq: -1,47%
JUSTIÇA SUSPENDE AUMENTO DE CAPITAL DA GAFISA, MAS AÇÕES AINDA SOBEM MAIS DE 44%

Mal deu tempo de a Gafisa (GFSA3) comemorar o aumento de capital de R$ 78 milhões. Homologada ontem, a operação foi suspensa nesta quinta-feira (5) por determinação do Tribunal de Justiça do Estado de São Paulo em uma vitória da Esh Capital na batalha contra a construtora de Nelson Tanure.

A notícia, porém, não afetou o apetite pelos papéis da companhia. Pelo contrário, aumentou ainda mais: por volta das 17h35, as ações GFSA3 operavam em alta de 42,7%, cotadas em R$ 29,80.

Os papéis estão em um rali desde o final de 2022 e acumulam alta de mais de 377% no último mês, quando os desdobramentos do imbróglio com a Esh foram divulgados ao mercado.

A alta volatilidade nos últimos dias também é justificada por um motivo técnico: com o aumento de capital iminente, investidores desmontaram suas posições vendidas no papel.

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FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em queda de 1,85%, a R$ 5,3518.

ALÍVIO PONTUAL EM WALL STREET

Declarações de James Bullard, do Fed de St. Louis, reduziram o ritmo de queda das bolsas em Nova York. O dirigente, conhecido por sua postura mais favorável ao aperto monetário, declarou ver 2023 como um ano deflacionário para os Estados Unidos.

Bullard, no entanto, voltou a dizer que a inflação deve cair de forma mais lenta que o esperado e se encontra em níveis muito altos ainda, levando os juros a níveis "suficientemente restritivos".

O Ibovespa aproveitou o momento de alívio para ganhar ainda mais impulso. Por volta das 16h30, a alta do índice era de mais de 2%.

DESTAQUES DO DIA

Os primeiros dias do terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva foram de grande pressão para o mercado financeiro, mas a quinta-feira (05) surge como um respiro em uma semana conturbada para ativos de risco — uma boa notícia para setores mais sensíveis da bolsa, como consumo, varejo e tecnologia

O temor de um governo gerido sem a preocupação com as contas públicas  e estímulos artificiais ao crescimento dão espaço para o discurso mais moderado de ministros — além de uma percepção de que haverá uma unificação de trajetória, após falas conflitantes nos primeiros dias do mandato. 

Os mercados brasileiros, que estiveram mergulhados em uma forte onda de pessimismo com a trajetória fiscal do país para os próximos anos, aproveitam o momento para realinhar suas expectativas. Isso não significa uma mudança de chave completa — mas apenas uma visão menos catastrófica como a dos últimos dias. 

Redução da percepção de risco é uma boa notícia para a curva de juros, que opera em forte queda. O movimento impacta diretamente os setores mais sensíveis aos movimentos da Selic na bolsa. 

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MUDANÇAS NO COMANDO

Tradicionalmente ao fim de cada ano, as pessoas traçam planos e metas para os dias que estão a seguir — e para a 3R Petroleum (RRRP3) não foi diferente. A petroleira iniciou 2023 determinada a realizar mudanças para dar suporte a seu novo ciclo de consolidação de portfólio e do plano estratégico.

O primeiro passo da companhia em direção a seu “objetivo de ano novo” foi anunciar a troca do diretor executivo (CEO) na última quarta-feira (04), além da reestruturação da diretoria. 

Com a renovação, a organização passa a contar com três diretorias executivas, que serão constituídas por:

  • Diretor presidente (CEO);
  • Diretor de exploração e produção (E&P); e 
  • Diretor financeiro (CFO) e de relações com investidores (DRI).

As ações da petroleira operam em forte valorização nesta quinta-feira e figuram entre as maiores altas do Ibovespa. Por volta das 14h02, os papéis RRRP3 avançavam 5,50%, cotados a R$ 36,81

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FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: -0,36%
  • Londres: +0,63%
  • Paris: -0,22%
  • Madri: +0,54%
  • Stoxx-600: -0,15%

Depois de alguns dias de forte queda, o barril do petróleo volta a operar em alta superior a 1%. Por volta das 13h40, o brent avançava 1,70%, a US$ 79,17. O movimento impulsiona a Petrobras (PETR4) e as demais petroleiras da bolsa.

AS AÇÕES MAIS RECOMENDADAS PARA JANEIRO

Entra ano, sai ano e uma coisa não muda: quando os tempos ficam nebulosos para a renda variável, os analistas se voltam para ações de setores tradicionais e solidez comprovada. E, no início de 2023, quem deve cumprir a função de protetor da carteira é o Itaú Unibanco (ITUB4).

As ações do maior banco privado estão entre os papéis preferidos de cinco carteiras recomendadas entre as 11 corretoras que compartilharam suas seleções para janeiro com o Seu Dinheiro.

Uma das explicações para a preferência é a boa gestão e resiliência da instituição financeira. Os dois fatores são mais que bem-vindos em um momento no qual o início de um novo governo federal envia uma série de ruídos para o mercado. 

E, ao menos por enquanto, a maioria das mensagens da nova administração indicam que os temores do mercado com o terceiro mandato de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não eram assim tão infundados, especialmente no que diz respeito à política econômica.

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O Ibovespa segue renovando máximas neste início de tarde, contrariando o humor visto nas bolsas americanas. Os investidores reagem às declarações recentes de membros do governo sobre a responsabilidade fiscal e realinham as expectativas para as contas públicas.

NOVA YORK NO VERMELHO

O motivo da cautela em nova York tem nome e sobrenome: Federal Reserve

A ata da última reunião do banco central americano, divulgada ontem, trouxe a percepção de que o país ainda está longe de um novo corte nos juros, o que pressiona o futuro crescimento da economia e das empresas na bolsa.

As sinalizações penalizam os principais índices em Nova York, que exibem queda na ordem de 1%. Apesar disso, o Ibovespa segue em alta de mais de 1%, refletindo uma melhora da perspectiva para o governo Lula 3, após a declaração de ministros indicarem que as contas públicas não devem se deteriorar no ritmo inicialmente esperado.

Essa percepção leva a uma descompressão da curva de juros. Acompanhe:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,74%13,75%
DI1F25DI Jan/2513,17%13,22%
DI1F26DI Jan/2613,12%13,19%
DI1F27DI Jan/2713,14%13,23%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O Ibovespa opera em alta com melhora de expectativas sobre o cenário político, com acenos à responsabilidade fiscal e manutenção da política de preços da Petrobras (PETR4) - sem interferência do governo federal.

A bolsa brasileira sobe 0,84%, aos 106.216 pontos, com a recuperação de Petrobras (PETR4).

Os destaques do dia são Locaweb (LWSA3) e Totvs (TOTS3), que avançam com o alívio nos juros futuros (DIs). Na ponta negativa, os frigoríficos caem com a desvalorização do dólar. A moeda americana registra queda de 0,65%, a R$ 5,3960.

No exterior, as bolsas americanas operam em tom negativo após dados de emprego. O relatório ADP, divulgado mais cedo, apontou a criação de 235 mil empregos em dezembro, acima das expectativas de abertura de 153 mil postos de trabalho. Os investidores ainda reagem à ata do Fed, publicada ontem, com a sinalização de que a política de aperto monetário deve continuar em 2023.

O mercado espera a divulgação do relatório payroll, que aponta a criação de empregos nos EUA em dezembro.

Confira o desempenho das bolsas em Nova York:

  • Dow Jones: -0,77%;
  • S&P 500: -0,69%;
  • Nasdaq: -0,82%.

GAFISA HOMOLOGA AUMENTO DE CAPITAL; VEJA POR QUE A OPERAÇÃO É POLÊMICA

Mesmo após todos os esforços judiciais da Esh Capital, o aumento de capital da Gafisa (GFSA3) — um dos alvos da disputa entre a gestora e a construtora de Nelson Tanure — foi homologado.

O montante é inferior aos R$ 150 milhões previstos pela companhia na época do anúncio: ficou em pouco mais de R$ 78 milhões, com emissão de 13,2 milhões de novas ações.

Mas, ainda assim, deve provocar uma diluição dos acionistas, incluindo a Esh, pois os novos papéis saíram a R$ 5,89. A cifra é 346% inferior à cotação atual das ações, que, por volta das 15h, operavam com um salto de 25,8%, cotadas em R$ 26,28.

Por falar nelas, as ações da construtora estão em um rali desde o final de 2022 e acumulam alta de mais de 243% no último mês, quando os desdobramentos do imbróglio com a Esh foram divulgados ao mercado.

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PMI COMPOSTO DOS EUA

O índice gerente de compras (PMI, na sigla em inglês), que mede a atividade econômica, caiu a 45 pontos em dezembro nos EUA, em leitura final divulgada pela S&P Global.

O índice recuou em relação ao mês anterior; o PMI fechou novembro em 46,4 pontos.

Sendo assim, o dado aponta que a economia americana segue em retração, já que ficou abaixo dos 50 pontos. "Os dados mais recentes indicaram um forte declínio na atividade empresarial do setor privado, com a produção caindo a taxas mais rápidas nos setores de manufatura e serviços", diz o relatório do S&P Global.

No setor de serviços, o PMI caiu de 46,2 para 44,7 em dezembro, próximo das projeções de recuo a 44,5 pontos.

IBOVESPA SOBE APÓS DISCURSO DE TEBET

O discurso de posse de Simone Tebet como Ministra do Planejamento e Orçamento com defesa de "muita responsabilidade fiscal" e diálogo com as demais pastas econômicas animaram os investidores na bolsa.

Tebet afirmou que a sua equipe será multidisciplinar e garantiu que o resto do governo poderá cobrar a ela e aos outros ministros da equipe econômica sobre o Orçamento, que terá diagnósticos bem elaborados e estratégias condizentes com a receita.

"Para ser efetivo, o Estado precisa avaliar o impacto de seu gastos. O acompanhamento da execução de ações evita o desperdício das ações evita o desperdício com obras paradas e de políticas públicas ineficientes", disse.

Tebet declarou que o Planejamento terá uma Secretaria de Avaliação e Monitoramento de Políticas Públicas, com parceria do Tribunal de Contas da União (TCU).

A ministra também destacou que a pasta ainda tem um corpo técnico qualificados, com o apoio do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), órgãos que ficaram sob o guarda-chuva de seu ministérios.

O Ibovespa sobe 0,82%, aos 106.201 pontos.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas abriram em queda após dados de criação de emprego, acima do esperado, no setor privado. Os investidores aguardam a divulgações do relatório payroll, a ser divulgado amanhã (6).

Confira a abertura dos mercados em Nova York:

  • Dow Jones: -0,88%;
  • S&P 500: -0,89%;
  • Nasdaq: -1,10%.

PETROBRAS (PETR4) EM RITMO DE RECUPERAÇÃO; PARES SOBEM

As ações de Petrobras (PETR4) sobem 1,98%, a R$ 26,75 em ritmo de recuperação das perdas recentes, em razão de incertezas sobre o comando da estatal no governo Lula (PT).

Ontem, o indicado a presidência da Petrobras, Jean Paul Prates, afirmou que a política de preços de combustível deve seguir de acordo com a paridade internacional.

Além disso, a melhora do desempenho dos papéis da companhia também acompanha a forte alta do petróleo no exterior. A commodity chegou a avançar mais de 2%. Há pouco, o petróleo reduziu os ganhos, mas avança 0,46%, a US$ 78,20 o barril.

CÓDIGONOMEULTVAR
RRRP3 3R Petroleum ON R$ 35,882,84%
PETR3 Petrobras ON R$ 26,751,98%
PETR4Petrobras PN R$ 23,40 1,52%
PRIO3 PetroRio ON R$ 34,501,20%
FRIGORÍFICOS RECUAM

A forte queda do dólar impacta, principalmente, os frigoríficos.

Vale lembrar que a alta da moeda americana reflete negativamente nas exportações das companhias brasileiras. Os investidores também seguem atentos a fraca demanda por carne bovina no mercado norte-americana.

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,08-3,23%
BRFS3BRF ONR$ 7,53-2,33%
BEEF3 Minerva ON R$ 12,70 -0,86%
JBSS3 JBS ON R$ 21,14 -0,75%
SETOR DE CONSUMO SOBE COM ALÍVIO NOS DIS

O recuo da cautela com o cenário político e fiscal, com a melhora de expectativas sobre a agenda do governo eleito e a sinalização de continuidade da política de preços dos combustível com paridade internacional, refletem no alívio dos juros futuros. Confira como estão os DIs:

  • DI Jan/24: 13,74%;
  • DI Jan/25: 13,16%;
  • DI Jan/26: 13,12%;
  • DI Jan/27: 13,14%.

Como consequência do alívios nos DIs, o setor de consumo, mais sensível ao juro, avança no Ibovespa nesta quinta-feira (5). As companhias de varejo e tecnologia estão entre as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
PETZ3Petz ONR$ 5,942,77%
LWSA3Locaweb ONR$ 6,152,67%
TOTS3Totvs ONR$ 26,402,60%
ENEV3Eneva ONR$ 11,742,53%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 26,782,45%
TELEFÔNICA (VIVT3) SOBE APÓS RECOMENDAÇÃO DO CREDIT SUISSE

Os papéis de Telefônica (VIVT3) avançam 1,78%, a R$ 37,09. Os investidores reagem a elevação de recomendação de neutro para compra das ações da companhia pelo banco Credit Suisse.

Ontem, o banco Santander reiterou recomendação de compra dos papéis de Telefônica, mas com corte no preço-alvo de R$ 57,00 para R$ 55,00.

ENEVA (ENEV3) SOBE APÓS MUDANÇAS NA COMPOSIÇÃO ACIONÁRIA

Os papéis de Eneva sobem 2,36%, a R$ 11,72 no Ibovespa. Os investidores reagem à mudanças na composição acionário da companhia.

A Eneva informou que a Partners Alpha, sociedade limitada (limited liability company) com escritório de representação localizado nos Estados Unidos, passou a deter o total de 79.958.246 ações ordinárias da Eneva, o correspondente a 5,05% do total das ações ordinárias de emissão da companhia.

Como consequência, a composição acionária da Eneva passou a apresentar a seguinte distribuição:

  • Banco BTG Pactual detém 22,0% de participação;
  • Eneva Fundo de Investimento em Ações ("Cambuhy"), 19,7%;
  • Dynamo, 10,1%;
  • Partners Alpha, 5,0%;
  • E outros, 43,1% em relação ao capital total da companhia.

*Com informações de Broadcast.

MULTIPLAN (MULT3) AVANÇA MAIS DE 2%

As ações da Multiplan (MULT3) sobem 2,01%, a R$ 20,77. O movimento de alta acontece após a companhia divulgar a prévia operacional do último trimestre de 2022 e o balanço anual.

Os shoppings administrados pela Multiplan registraram uma venda total de R$ 20 bilhões no último ano, montante este que supera em 37,1% as vendas totais de 2021 e em 22,8% o ano de 2019.

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SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa opera em alta de 0,69%, aos 106.060 pontos.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
YDUQ3Yduqs ONR$ 9,603,34%
B3SA3B3 ONR$ 12,313,19%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 2,633,14%
PETZ3Petz ONR$ 5,963,11%
MULT3Multiplan ONR$ 21,002,99%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
MRFG3Marfrig ONR$ 8,18-2,04%
CMIN3CSN Mineração ONR$ 3,93-1,26%
CSNA3CSN ONR$ 14,54-0,82%
ELET6Eletrobras PNBR$ 42,25-0,59%
CPLE6Copel PNR$ 7,67-0,52%
FUTUROS AMERICANOS CAEM APÓS ADP

Com a abertura de empregos em dezembro acima do esperado no setor privado, apontado pelo relatório ADP há pouco, os índices futuros de Nova York operam em queda.

  • Dow Jones futuro: -0,34%;
  • S&P 500 futuro: -0,31%;
  • Nasdaq futuro: -0,30%.
EUA: EMPREGO NO SETOR PRIVADO

O relatório de criação de empregos no setor privado, ADP, apontou a abertura de 235 mil postos de trabalho em dezembro.

O dado veio acima da expectativa dos analistas, que projetavam criação de 153 mil empregos.

O relatório ADP é considerado uma prévia de como deve ser o relatório payroll, com dados gerais sobre empregos nos EUA a ser divulgado amanhã.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa iniciou o pregão em alta de 0,72%, aos 106.090 pontos.

O índice sobe com o exterior e continuidade da reação dos investidores sobre a política de preços da Petrobras e a sinalização de política "antirreforma da Previdência" no governo Lula.

ADRS DE VALE E PETROBRAS SOBEM EM NOVA YORK

Com a melhora dos futuros americanos, os recibos de ações (ADRs) das companhias brasileira Vale e Petrobras avançam no pré-mercado de Nova York, impulsionados pela forte valorização do petróleo.

Os ADRs de Petrobras sobem 2,06%, a US$ 9,91. Já os ativos de Vale registram alta de 0,30%, a US$ 16,60.

NOVOS RECORDES

Apesar de as comemorações de fim de ano oficialmente terem chegado ao fim, a festa parece não acabar para a Multiplan (MULT3), com um novo dia festivo apenas se iniciando. 

Isso porque a última prévia operacional da empresa, divulgada na noite de quarta-feira (04), revelou que a companhia conquistou novos recordes operacionais — tanto trimestral quanto anual — em 2022.

Os shoppings administrados pela Multiplan registraram uma venda total de R$ 20 bilhões no último ano, montante este que supera em 37,1% as vendas totais de 2021 e em 22,8% o ano de 2019.

Os analistas da XP preveem uma reação positiva do mercado aos números divulgados pela Multiplan e seguem otimistas com os papéis.

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MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

BATE CABEÇA

Lá fora, os mercados acionários asiáticos fecharam predominantemente em alta nesta quinta-feira, acompanhando as indicações amplamente positivas dos mercados globais durante o pregão de ontem, diante da diminuição das preocupações sobre as perspectivas para as taxas de juros. Sim, ainda há receio sobre o processo de reabertura chinês, mas pelo menos hoje ele ficou em segundo plano.

Por outro lado, os mercados europeus e os futuros americanos têm uma manhã mais incerta, sem conseguir esboçar um tom predominantemente positivo. Para a agenda, os investidores globais estão de olho no índice de preços ao produtor da Zona do Euro, dado que vem sendo impactado diretamente pela crise energética do continente. Nos EUA, seguimos debatendo a ata do Fed. No Brasil, o tema principal ainda é a política.

A ver…

00:38 — Quem vai botar ordem na casa?

Por aqui, houve uma diluição marginal dos ruídos gerados entre o primeiro e o segundo pregão de 2023. O bate cabeça no início do governo foi tanto que Lula convocou sua primeira reunião ministerial para amanhã. O objetivo: alinhar o discurso dos ministros com o desejo do Palácio do Planalto (o principal culpado pela zona foi o ministro da Previdência Social, Carlos Lupi, que não entende de previdência social, diga-se de passagem). O direcionamento é positivo para evitar ruído junto ao mercado.

Além do movimento do próprio Lula, o ministro-chefe da Casa Civil, Rui Costa, e o futuro presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, também trabalharam para conter os ânimos. Costa reforçou duas vezes a negativa do governo sobre a fala errada de Lupi sobre rever a previdência. Na sequência, Prates adotou um discurso bem “market friendly” e ajudou a diluir o risco sobre o futuro da estatal. A mobilização foi pequena frente ao estrago das últimas semanas, mas já foi algo para o mercado.

Nos próximos meses, os investidores locais devem se concentrar na evolução desse discurso mais racional e moderado, ao invés do emocionado que se tem visto desde a eleição. O contexto principal continuará sendo o novo arcabouço fiscal, a ser definido ainda no primeiro semestre — em entrevista, o secretário do Tesouro, Rogério Ceron, mostrou compromisso em deixar o endividamento abaixo de 80%. A fala deverá ser bem recebida pelo mercado, mas ainda é só um primeiro passo para arrumar a casa.

01:51 — Digerindo a ata do Fed

Ontem, as ações estavam ainda mais altas no início da tarde, antes que o Federal Reserve divulgasse as atas de sua reunião de política monetária de dezembro. O tom foi agressivo, mostrando que as taxas devem permanecer altas até que a inflação caísse de forma convincente. Seria complicado para o Fed não cumprir com sua orientação futura, principalmente depois dos erros de comunicação do ano passado.

Vimos que as autoridades concordaram que a inflação, apesar de algum leve alívio nos últimos meses, permanece inaceitavelmente alta. E eles acreditam unanimemente que não haverá cortes nas taxas em 2023, uma visão que vai contra as atuais expectativas do mercado e deveria fazer preço sobre os ativos de risco. Em outras palavras, os aumentos contínuos das taxas ainda são apropriados, embora talvez mais lentos.

02:31 — EUA bancando o país emergente em termos políticos

O fracasso repetido do deputado republicano McCarthy em ser eleito presidente da Câmara deixa o governo dos EUA sem um Congresso completo. Os mercados ainda não se importaram com o assunto, mas devem começar a se preocupar se as discussões se estenderam por tempo demais e afetaram as discussões sobre o teto da dívida. Já tivemos seis turnos e ainda nada de a Câmara decidir — os parlamentares vão se reunir novamente nesta quinta-feira.

Um grupo republicano de rebeldes, embora pequeno, tem sido extremamente eficaz em privar McCarthy de seu cargo. Consequentemente, McCarthy pode ser o candidato a presidente da Câmara mais humilhado em 100 anos. Mostra como a política americana passa por uma fase muito complicada. Ainda assim, McCarthy já fez quase tudo para apaziguar os extremistas. Não importa quem se torne presidente nos próximos dias, os conflitos e disfunções devem continuar nos próximos dois anos.

03:14 — A inflação cadente

Os investidores europeus estão avaliando nesta semana alguns dados de inflação que mostram uma desaceleração dos preços mais rápida do que se esperava. Começamos com a Alemanha, fomos para a França e terminamos na Suíça. Em todos os casos vimos arrefecimento dos índices. Hoje teremos o dado italiano, que deverá confirmar a tendência positiva para o controle dos preços por parte das autoridades monetárias.

Temos observado que a inflação global está finalmente desacelerando e devem ocorrer novas reduções acentuadas nos preços em quase todas as economias durante 2023. Provavelmente, a desinflação será mais acentuada do que o consenso dos economistas ou dos bancos centrais preveem, em grande parte por conta do efeito base e da normalização dos preços de energia e de alimentos. 

04:02 — Os riscos para o crescimento global

A recessão é agora a preocupação econômica número 1 em 2023. Veremos demissões de trabalhadores e mais pessoas hesitando em gastar. Expectativas fracas ou excesso de investimento anterior também influenciam a equação, com muitas empresas sentindo que grandes áreas da economia poderiam experimentar o agravamento das forças macro e uma série de variáveis desconhecidas (guerra, pandemia e preços de energia, por exemplo).

Segundo a própria diretora-geral do FMI, Kristalina Georgieva, o novo ano será mais difícil do que o ano que terminou. O motivo? As três grandes economias - EUA, UE, China - estão desacelerando simultaneamente. Ou seja, é possível ver um terço da economia mundial entrando em recessão. Mesmo em países que não estão em recessão esse cenário pode parecer uma recessão para centenas de milhões de pessoas. Sim, a janela pós-pandêmica se provará um desafio tão grande quanto a pandemia em si.

O dólar à vista intensifica a queda e cai 1,38%, a R$ 5,3771 com a melhora de perspectivas sobre o novo governo.

Os investidores reagem positivamente a declaração do indicado à presidência da Petrobras, Jean Paul Prates, de que os preços devem manter paridade internacional. Além disso, a expectativa do viés de "antirreforma da Previdência" melhoram o humor do mercado em relação aos ativos locais.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Com a queda do dólar em quase 1%, os juros futuros (DIs) abriram as negociações em viés de queda.

NOME ULT  FEC 
DI Jan/2413,75%13,75%
DI Jan/2513,21%13,22%
DI Jan/2613,18%13,19%
DI Jan/2713,21%13,23%
BRASIL: PRODUÇÃO INDUSTRIAL

A produção industrial caiu 0,1% em novembro ante outubro, divulgou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O dado veio próximo das expectativas do mercado; analistas ouvidos pela Broadcast previam um recuo de 0,2%.

Em relação a novembro de 2021, a produção avançou 0,9%, acima da expectativa de alta de 0,6%.

No acumulado do ano, a indústria registra queda de 0,6% na produção; em 12 meses, o recuo é de 1,0%, o que aponta uma melhora ante a queda de 1,4% até outubro.

*Com informações de Broadcast

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu em queda de 0,60%, a R$ 5,4196.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,55%, aos 107.385 pontos, com impulso da recuperação dos futuros de Nova York.

COMMODITIES SEM DIREÇÃO ÚNICA

Com incertezas sobre a inflação mundial, as commodities operam sem direção única.

O minério de ferro, negociado em Dalian (China), registra queda de de 1,23%, com a tonelada a US$ 122,17.

O petróleo tipo Brent avança 2,15%, com o barril cotado a US$ 79,52.

PPI NA ZONA DO EURO

O índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) da zona do euro subiu 27,1% em novembro de 2022 ante igual mês do ano anterior, desacelerando o ganho anual de 30,8% verificado em outubro, segundo dados publicados pela Eurostat, agência oficial de estatísticas da União Europeia.

O resultado de novembro ficou abaixo da expectativa de analistas consultados pelo The Wall Street Journal, que previam acréscimo anual de 29,1%.

Em relação a outubro, o PPI do bloco caiu 0,9% em novembro. Neste caso, o consenso do mercado era de queda de 0,8%.

Excluindo-se os preços de energia, que tendem a ser voláteis, o PPI da zona do euro subiu 0,1% em novembro ante outubro e registrou alta de 13,1% no confronto anual.

DAY TRADE NA B3

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis de Aliansce Sonae (ALSO3).

ALSO3: [Entrada] R$ 15.79; [Alvo parcial] R$ 16.07; [Alvo] R$ 16.50; [Stop] R$ 15.32

Recomendo a entrada na operação em R$ 15.79, um alvo parcial em R$ 16.07 e o alvo principal em R$ 16.50, objetivando ganhos de 4.5%.

O stop deve ser colocado em R$ 15.32, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

AGENDA DO DIA
  • IBGE: Produção industrial em novembro (9h)
  • Banco Central: Captação da poupança em dezembro (15h)
  • Brasília: Cerimônia de posse da ministra do Planejamento, Simone Tebet, com participação do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, e outras autoridades (10h)
  • Estados Unidos: Relatório sobre a criação de empregos no setor privado em dezembro (10h15)
  • Estados Unidos: Pedidos de auxílio-desemprego (10h30)
  • Estados Unidos: Balança comercial de novembro (10h30)
FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO VERMELHO

Os índices futuros de Nova York amanheceram no vermelho.

Na véspera, as bolsas de valores norte-americanas começaram a devolver ganhos depois da divulgação da ata do Fed.

Na ata de sua última reunião de 2022, divulgada ontem, o Fed declarou-se comprometido com taxas de juro mais altas por mais algum tempo.

Hoje, as atenções de voltam para os dados de criações de emprego no setor privado dos EUA. Confira:

  • S&P 500 Futuro: -0,02%
  • Dow Jones Futuro: -0,03%
  • Nasdaq Futuro: -0,04%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM QUEDA EM AJUSTE APÓS ATA DO FED

As principais bolsas de valores da Europa iniciaram a quinta-feira sob pressão.

Os índices de ações reagem negativamente às últimas sinalizações do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) em relação aos rumos da inflação e da taxa de juro nos Estados Unidos.

Na véspera, a ata da mais recente reunião do Fed mostra a autoridade monetária comprometida com taxas de juro mais altas por mais algum tempo.

Confira:

  • Frankfurt: -0,14%
  • Paris: -0,26%
  • Londres: +0,48%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM EM ALTA APÓS RECUPERAÇÃO EM NOVA YORK

As principais bolsas de valores da Ásia fecharam em alta nesta quinta-feira.

Os investidores repercutiram a alta da véspera em Wall Street. Também entraram na equação sinais de melhora na atividade do setor de serviços da China.

A liquidez dos mercados deve voltar pouco a pouco com o retorno dos investidores às mesas de operações.

Veja como fecharam as bolsas asiáticas hoje:

  • Tóquio: +0,40%
  • Seul: +0,38%
  • Xangai: +1,01%
  • Hong Kong: +1,25%
  • Taiwan: 0,72%
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