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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Ibovespa sobe com alívio sobre bancos, mas ainda fica abaixo dos 100 mil pontos; dólar fecha em R$ 5,20

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27 de março de 2023
7:04 - atualizado às 15:02

RESUMO DO DIA: A semana começa com o renascimento da expectativa de que a proposta de âncora fiscal seja apresentada pelo governo nos próximos dias, uma vez que a viagem de Luiz Inácio Lula da Silva e seu primeiro escalão à China foi cancelada por motivos de saúde do presidente.

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A animação com a eventual apresentação do texto se choca com a melhora da percepção de risco no exterior, uma vez que o dia amanheceu positivo depois do acordo para a aquisição do SVB pelo First Citizens Bank. A forte alta do petróleo também ajudou as empresas brasileiras.

Confira os principais destaques do dia:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3PRIO ONR$ 31,624,43%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,563,92%
CYRE3Cyrela ONR$ 13,613,81%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,343,41%
JHSF3JHSF ONR$ 3,693,36%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,96-5,43%
YDUQ3Yduqs ONR$ 7,00-3,18%
AZUL4Azul PNR$ 11,34-2,91%
KLBN11Klabin unitsR$ 17,83-2,62%
LWSA3Locaweb ONR$ 4,59-2,34%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou a sessão em alta de 0,85%, aos 99.670 pontos.

FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou a sessão em queda de 0,85%, a R$ 5,2065

FECHAMENTO EM NOVA YORK

A segunda-feira foi de alívio na maior parte dos índices americanos. Isso porque o risco de uma crise sistêmica no setor bancário foi reduzida com o Silicon Valley Bank (SVB) encontrando um comprador e a venda de R$ 72 bilhões em ativos do banco encrencado. A melhora no humor contagiou o restante das bolsas globais.

  • Nasdaq: -0,47%
  • S&P 500: 0,17%
  • Dow Jones: 0,61%

AMEAÇA DE NOVO CALOTE DERRUBA COTAS DE CINCO FUNDOS IMOBILIÁRIOS NA B3

Pouco mais de duas semanas após virarem notícia pela inadimplência de um ativo presente nos portfólios, os fundos imobiliários Devant Recebíveis Imobiliários (DEVA11), Hectare CE (HCTR11) e Versalhes RI (VSLH11) voltam a amargar perdas na B3 com um possível calote.

Dessa vez, eles são acompanhados por outros dois FIIs, Iridium Recebíveis Imobiliários (IRDM11) e Banestes Recebíveis Imobiliários (BCRI11). Confira o desempenho das cotas dos fundos por volta das 16h37.

  • BCRI11: -0,72%
  • DEVA11: -3,41%
  • HCTR11: -4,54%
  • IRDM11: -2,02%
  • VSLH11: -3,36%

Os cinco fundos imobiliários recuam pois estão expostos a Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) do grupo Gramado Parks. O grupo imobiliário e de turismo obteve na Justiça uma tutela cautelar para suspender o pagamento de recebíveis ligados aos títulos, de acordo com o jornal Valor Econômico.

Ainda de segundo a publicação, a decisão de uma juíza da 2ª Vara Judicial da Comarca de Gramado, no Rio Grande do Sul, suspendeu por 60 dias o repasse de valores à Forte Securitizadora (Fortesec), responsável pela emissão dos CRIs.

Leia mais.

O dólar à vista acaba de renovar a mínima do dia, a R$ 5,2100

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

O Ibovespa segue acompanhando a melhora do exterior, com os investidores exibindo grande apetite por risco. Confira as maiores altas desta tarde:

CÓDIGONOMEULTVAR
BRKM5Braskem PNAR$ 18,674,54%
QUAL3Qualicorp ONR$ 3,844,35%
PRIO3PRIO ONR$ 31,473,93%
JHSF3JHSF ONR$ 3,713,92%
VIIA3Via ONR$ 1,943,74%

Confira também as maiores quedas:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 2,97-5,11%
YDUQ3Yduqs ONR$ 6,95-3,87%
ENEV3Eneva ONR$ 10,27-2,56%
BRFS3BRF ONR$ 6,03-2,43%
AZUL4Azul PNR$ 11,45-1,97%
COMISSÃO DOS EUA PROCESSA BINANCE E CEO

A Commodity Futures Trading Commission (CFTC) publicou um documento na manhã desta segunda-feira (27) com a acusação de que a Binance e o seu CEO, Changpeng Zhao, o CZ, e Samuel Lim, diretor de compliance da exchange até janeiro de 2022, teriam deliberadamente “violado leis federais”. 

Em um documento de 74 páginas, a comissão afirma que, ao longo dos últimos anos, a Binance teve atuação limitada nos Estados Unidos. Ao longo de sua atuação no país, afirma a publicação, a corretora foi requisitada a fazer registro e regulamentação sob a lei americana.

Entretanto, “Binance, Zhao e Lim optaram por ignorar esses requisitos e enfraqueceram o ineficaz programa de conformidade da Binance, tomando medidas para ajudar os clientes a burlar os controles de acesso”.

Vale ressaltar que o processo corre com a Binance Holdings e não com a Binance.US — este último é o segmento regulado da corretora nos Estados Unidos, e não com a empresa global.

Leia mais.

DE OLHO NO DIVIDENDO

Apesar dos números do quarto trimestre de 2022 terem sido considerados fracos pela maior parte dos analistas que comentaram os resultados após o balanço, a segunda-feira (27) é de alta superior a 2% para as ações da Cemig (CMIG4) — e a razão é um gordo pagamento de dividendos. 

Se no operacional o tom é de decepção, a decisão de pagar dividendos adicionais de R$ 249 milhões elevou o ânimo dos investidores, uma vez que isso eleva o dividend yield (a rentabilidade do rendimento) para 9,5%. O valor, no entanto, ainda precisa ser aprovado em assembleia.

Por volta das 14h, o papéis CMIG4 subiam 1,79%, a R$ 10,82. Acompanhe a nossa cobertura de mercados. 

Confira os números da Cemig

  • Lucro líquido: R$ 1,407 bilhão, alta de 46,1% em relação ao mesmo período do ano anterior.
  • Ebitda ajustado (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização): R$ 1,658 bilhão, avanço de 11,1% na base anual
  • Receita líquida consolidada: alta de 1,0%, para R$ 9,753 bilhões.
  • Dívida líquida: queda de 14,2%, a R$ 7,26 bilhões
  • Endividamento bruto: R$ 10,579 bilhões, redução de 6,9%.

Além do balanço, a Cemig também publicou sua projeção de investimentos para o período de 2023/2027, no total de R$ 42,2 bilhões. 

Leia mais.

FECHAMENTO NA EUROPA
  • Frankfurt: +1,14%
  • Londres: +0,90%
  • Paris: +0,90%
  • Stoxx 600 +1,26%
PETRÓLEO EM FORTE ALTA

O Ibovespa é ajudado pela forte alta do petróleo no mercado internacional, em dia de apetite por risco no exterior. Por volta das 13h44, o barril do brent suba 3,64%, a US$ 71,78

Apesar do exterior misto, o Ibovespa firma alta em 0,88%, aos 99.702 pontos. As ações da Petrobras (PETR4), que avançam mais de 1% na bolsa, aceleraram os ganhos.

O dólar à vista segue em queda a R$ 5,2304.

BOLSAS EM NY

Na última hora, as bolsas americanas reduziram os ganhos e operam de forma mista:

  • Dow Jones: +0,06%;
  • S&P 500: +0,50%;
  • Nasdaq: -0,65%.
FECHAMENTO NA EUROPA

As bolsas europeus encerraram as negociações em alta, ancoradas na melhora do humor sobre bancos com a compra do SVB pelo First Citizens Bank.

Confira o fechamento na Europa:

  • Frankfurt: +1,14%
  • Londres: +0,90%;
  • Paris: +0,90%

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa sobe 0,54%, aos 99.360 pontos, com recuperação das varejistas e forte avanço das commodities.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
QUAL3Qualicorp ONR$ 3,885,43%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,353,72%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 21,813,36%
VIIA3Via ONR$ 1,933,21%
BRKM5Braskem PNAR$ 18,403,02%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
CVCB3CVC ONR$ 3,00-4,15%
COGN3Cogna ONR$ 1,78-3,78%
BRFS3BRF ONR$ 5,98-3,24%
YDUQ3Yduqs ONR$ 7,04-2,63%
ENEV3Eneva ONR$ 10,32-2,09%
COMO ANDAM OS MERCADOS

O alívio na cautela sobre o bancos nos EUA e na Europa impulsiona as bolsas internacionais. No setor, a notícia mais recente é a aquisição do Silicon Valley Bank (SVB), que entrou em falência há duas semana, pelo First Citizens Bank neste fim de semana.

A retomada do apetite ao risco também influencia, positivamente, no setor de commodities. O minério de ferro encerrou as negociações em alta de 2% em Dalian, na China, e o petróleo tipo Brent avança mais de 1%, nos EUA.

Com a agenda doméstica esvaziada, o exterior deu fôlego ao Ibovespa, que sobe 0,61% aos 99.429 pontos.

Os destaques da bolsa são Magazine Luiza (MGLU3) e Via Varejo (VIIA3), que lideram os ganhos do dia, em movimento de correção após forte queda na semana passada. As companhias de petróleo e de commodities metálicas também sobem. Na ponta negativa, as educacionais Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQ3) caem, também em movimento de correção, e repercutindo balanços.

Por fim, o dólar à vista opera em queda desde a abertura, cotada a R$ 5,2380.

ELETROBRAS (ELET3) AVANÇA

Os papéis da Eletrobras (ELET3; ELET6) sobem mais de 3% no Ibovespa após o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), Bruno Dantas, disse que não vê "espaço jurídico" para o Supremo Tribunal Federal (STF) rever a privatização da companhia.

Apesar disso, segundo o portal de notícias G1, Dantas afirmou que é "legítimo" que o governo queira debater a revisão a medida.

CÓDIGONOMEULTVAR
ELET3Eletrobras ONR$ 32,073,49%
ELET6Eletrobras PNBR$ 34,873,38%

GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

O Ibovespa (IBOV) inicia a última semana de março mais calmo frente às tensões da semana passada.

Com o adiamento da viagem do presidente Lula à China o mercado fica à espera de possíveis novidades em relação ao arcabouço fiscal. A expectativa é que ele ganhe importância nos próximos dias tendo em vista que o presidente deve encontrar o Xi Jinping apenas em maio.

No exterior, os riscos de uma crise bancária global vão sendo minimizados com a notícia de que o Silicon Valley Bank (SVB) foi comprado pelo First Citizens Bank e alimentam esperanças quanto ao fim do ciclo de aperto pelo Federal Reserve em maio.

Por aqui, o tempo de chuvas traz à pauta empresas de geração e transmissão de energia. Como fica o setor nesse cenário? E as temoelétricas saem prejudicadas? Eneva (ENEV3) é oportunidade ou furada?

Para acompanhar, aperte o play:

O Ibovespa aliviou a alta, mas ainda opera em tom positivo aos 99.607 pontos.

O dólar à vista mantém-se em queda desde a abertura e opera a R$ 5,2284, em baixa de 0,42%.

VAREJO SOBE

As varejistas Magazine Luiza (MGLU3), Via Varejo (VIIA3) e Petz (PETZ3) avançam no Ibovespa e figuram entre as maiores altas do dia, com expectativas de alívio na inflação apontadas pelo Boletim Focus, divulgada mais cedo.

Segundo o relatório mensal, a inflação deve fechar 2023 em 5,93%, acima da meta do BC, mas abaixo das projeções de 5,95% da semana passada. Em segundo plano, também há expectativa de corte na Selic ainda neste ano acompanhando o movimento do exterior, em que os investidores já precificam pausa no aperto monetário promovido pelo Federal Reserve (Fed) — como medida de contenção à crise bancária das últimas semanas.

Soma-se a isso, o movimento de correção dos ativos, na tentativa de recuperar as perdas mensais. Até agora, Via acumula queda de 3,50% e Magalu cai 7,95% em março. O apetite por risco também impulsiona os papéis.

Confira o desempenho de varejo hoje:

CÓDIGONOMEULTVAR
VIIA3Via ONR$ 1,943,74%
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,353,72%
PETZ3Petz ONR$ 6,062,89%

EDUCACIONAIS CAEM

As companhias educacionais lideram as quedas do Ibovespa nesta manhã. A Cogna (COGN3) e Yduqs (YDUQS) caem em movimento de correção e avanço dos DIs.

Também, os investidores ainda repercutem o prejuízo líquido de R$ 203,5 milhões registrado pela Cogna no quarto trimestre de 2022. O balanço da companhia foi divulgado na última quinta-feira (23) depois do fechamento dos mercados.

Além disso, o ajuste em Yduqs acontece após alta acima de 10% na sessão anterior, quando o JP Morgan elevou a recomendação de neutra para compra dos papéis.

Confira o desempenho das ações:

CÓDIGONOMEULTVAR
COGN3Cogna ONR$ 1,78-3,78%
YDUQ3Yduqs ONR$ 6,97-3,60%
DESABOU GERAL

Assim que Elon Musk abriu as cortinas do “quartel general” do Twitter, em São Francisco, Califórnia, o bilionário deparou-se com tempestuosas nuvens ao redor do prédio do passarinho azul.

Isso porque, nos mais recentes obstáculos caóticos ligados à empresa de mídia social e ao CEO da companhia, o Twitter teve duas informações vazadas ao público.

A primeira delas faz menção à gestão de Musk no famigerado “Twitter 2.0”: desde que o empresário assumiu o cargo de Chief Twit, a empresa perdeu mais da metade de seu valor de mercado.

Adquirida por Musk em outubro do ano passado por US$ 44 bilhões, a companhia atualmente está avaliada em menos de US$ 20 bilhões, segundo um memorando interno vazado à imprensa.

Leia mais.

O dólar à vista renova mínima a R$ 5,2200, em baixa de 0,59%.

SETOR DE COMMODITIES SOBE EM BLOCO

Com o alívio na cautela sobre os bancos nos EUA e na Europa, os mercados operam em tom positivo, impulsionando também o setor de commodities.

Na China, o minério de ferro encerrou as negociações em alta de 2,16%, com a tonelada a US% 126,96. O petróleo tipo Brent, nos EUA, sobe 1,78%, cotado a US$ 75,89 o barril.

Do setor, apenas Vale (VALE3) destoa e cai 0,23% no Ibovespa.

Confira as cotações das petroleiras e companhias de commodities metálicas:

CÓDIGONOMEULTVAR
PRIO3PRIO ONR$ 30,912,08%
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,491,63%
CMIN3 CSN Mineração ONR$ 4,570,66%
PETR4 Petrobras PN R$ 22,960,75%
USIM5 Usiminas PNAR$ 6,66 0,60%
PETR3Petrobras ON R$ 25,780,47%
GGBR4Gerdau PNR$ 24,71 0,49%
CSNA3 CSN ON R$ 13,87 0,73%
ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas abriram em alta com a notícia de compra do Silicon Valley Bank pelo First Citizens Bank, o que aliviou a tensão sobre a crise bancária nos EUA.

Sem destaques nesta semana, os investidores tendem a operar conforme o noticiário local e corporativo, à espera do PCE (índice de inflação, na sigla em inglês) de março na sexta-feira (31).

Confira a abertura em NY:

  • Dow Jones: +0,79%;
  • S&P 500: +0,60%;
  • Nasdaq: +0,33%.
CEMIG (CMIG3) SOBE

A Cemig (CMIG3) opera em alta de 1,11%, a R$ 15,54. Os investidores repercutem os resultados da companhia no quarto trimestre de 2022, divulgados na sexta-feira (24) depois do fechamento dos mercados.

A empresa reportou lucro líquido de R$ 1,407 bilhão no quarto trimestre de 2022, alta de 46,1% em relação a igual período do ano anterior. No acumulado de 2022, o lucro líquido da companhia avançou 9,09%, totalizando R$ 4,094 bilhões.

Entre outubro e dezembro, o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) ajustado pela exclusão de itens não recorrentes aumentou 11,1% em base anual de comparação, para R$ 1,658 bilhão. Já a receita líquida consolidada da Cemig no quarto trimestre avançou 1,0% para R$ 9,753 bilhões.

Além disso, nesta segunda-feira (27), a Cemig divulgou as projeções de investimento para o período entre 2023 e 2027. O montante previsto é de R$ 42,2 bilhões.

*Com informações de Estadão Conteúdo

SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa opera em alta de 0,80%, aos 99.617 pontos com impulso das commodities e alívio na tensão sobre os bancos com a aquisição do Silicon Valley Bank pelo First Citizens Bank neste fim de semana.

Confira as maiores altas:

CÓDIGONOMEULTVAR
NTCO3Natura ONR$ 14,214,26%
PRIO3PRIO ONR$ 31,534,13%
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,953,17%
BPAN4Banco Pan PNR$ 4,923,14%
JHSF3JHSF ONR$ 3,683,08%

E as maiores quedas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
COGN3Cogna ONR$ 1,82-1,62%
ENEV3Eneva ONR$ 10,39-1,42%
YDUQ3Yduqs ONR$ 7,14-1,24%
BRFS3BRF ONR$ 6,12-0,97%
SUZB3Suzano ONR$ 42,29-0,80%
DIS ALIVIAM ALTA

Os DIs aliviaram a alta em toda a curva, com a desvalorização do dólar. Contudo, o avanço dos retornos dos Treasuries e as expectativas de inflação de acordo com o Boletim Focus desta segunda-feira (27) limitaram o recuo nos DIs:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,08%13,06%
DI1F25DI Jan/2511,94%11,93%
DI1F26DI Jan/2611,96%11,94%
DI1F27DI Jan/2712,22%12,21%
DI1F28DI Jan/2812,48%12,47%

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu a sessão em alta de 1,71%, aos 99.982 pontos, acompanhando o exterior e o forte avanço das commodities.

Com a agenda local esvaziada, os investidores aguardam novas sinalizações sobre o novo arcabouço fiscal. A viagem de Lula à China foi cancelada durante o final de semana, em razão do quadro clínico do presidente.

Sendo assim, o índice da bolsa brasileira deve acompanhar o exterior. Nos EUA, os mercados operam em tom positivo nesta segunda-feira (27), com a repercussão de aquisição do Silicon Valley Bank (SVB) pelo First Citizens Bank, o que reflete em maior alívio sobre o setor bancário.

ADRS DE VALE E PETROBRAS

Com a melhora do apetite ao risco e recuperação dos ativos no exterior, os recibos de ações (ADRs) acompanham o movimento de alta dos índices futuros americanos no pré-mercado.

Confira:

  • Vale (VALE): +0,80%, a US$ 15,07;
  • Petrobras (PBR): +1,46%, a US$ 9,85.
MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

A VOLTA DOS QUE NÃO FORAM

Lá fora, as ações asiáticas fecharam mistas nesta segunda-feira, em um começo de semana cauteloso, com os investidores ainda avaliando o impacto dos problemas bancários nos EUA e na Europa.

Na sexta-feira, o Deutsche Bank encerrou a semana vendo a queda de suas ações listadas nos EUA, depois que o CDS (uma espécie de seguro contra calote para credores) do banco alemão alcançou patamares elevados, aumentando os temores de contágio da turbulência observada no setor bancário.

Os mercados europeus e os futuros americanos sobem nesta manhã, com alguns investidores esperançosos com a recuperação depois que as autoridades financeiras tomaram medidas destinadas a prevenir o contágio do colapso dos credores regionais.

Mas o sentimento piorou após as decisões dos bancos centrais dos Estados Unidos, Grã-Bretanha e Suíça de aumentar as taxas de juros. No Brasil, diante do cancelamento da viagem de Lula, renascem as expectativas pelo arcabouço fiscal.

A ver…

00:44 — Vai sair ou não?

Por aqui, a semana será importante para o mercado, porque além da possibilidade de voltarmos a discutir a nova regra fiscal, já que Lula cancelou sua viagem para a China por causa de uma pneumonia, temos também a ata do Copom, prevista para amanhã, e o Relatório Trimestral de Inflação (RTI), na quinta-feira, com direito à coletiva de imprensa do Roberto Campos Neto na sequência.

A ideia é que o Banco Central possa se valer das duas oportunidades para suavizar, ainda que marginalmente, o tom duro do comunicado da semana passada, que gerou ruído com o Executivo.

Enquanto isso, o cronograma do Congresso está travado por conta do racha entre o presidente da Câmara, Arthur Lira, e do Senado, Rodrigo Pacheco.

Lula vem tentando desde o final da semana passada construir uma ponte entre os dois, mas ainda sem sucesso. É problemático porque o arcabouço fiscal vai precisar passar pela mão dos dois.

Com o circo armado, dificilmente teremos alguma celeridade na aprovação de pautas importantes. Ao mesmo tempo, Lira e Pacheco podem servir de contenção para uma regra muito flexível, que dê muito poder ao Lula.

01:41 — Alguns dados americanos para ficarmos acompanhando

Nos EUA, um dos presidentes regionais do Federal Reserve dos EUA, Neel Kashkari, observou que os riscos de recessão aumentaram após a volatilidade recente no sistema financeiro. Apesar de ser uma realidade com a qual já lidamos há algum tempo, o reconhecimento de uma autoridade sempre é importante para o mercado.

De qualquer forma, pode-se argumentar que o Fed já apertou bastante a sua política (o aperto monetário pode desacelerar a inflação, mas causa danos no processo).

Para os próximos dias, vale acompanhar as falas de autoridades como o vice-presidente do Fed para supervisão, Michael Barr, e o presidente da Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC, na sigla em inglês, que funciona como um fundo garantidor), Martin Gruenberg, ambos na quarta-feira perante o Comitê de Serviços Financeiros da Câmara dos EUA — eles discutirão os colapsos do Silicon Valley Bank e do Signature Bank.

Fora isso, teremos alguns dados sobre o consumo e o mercado imobiliário.

02:35 — A situação dos bancos

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e autoridades europeias tentaram acalmar os investidores. Mais recentemente, as preocupações foram desencadeadas pelo Deutsche Bank. Tanto é verdade que o chanceler alemão, Olaf Scholz, assegurou aos investidores que o Deutsche Bank é seguro e lucrativo depois que as ações do banco caíram 14 por cento (fecharam em queda de 8,5% na sexta-feira).

Vale lembrar que o banco alemão voltou à saúde financeira em 2022, após uma grande reestruturação após anos de problemas. Entendemos que seja improvável que o governo alemão permita que o Deutsche Bank entre em colapso ou enfrente uma nova reestruturação.

Ainda assim, a situação mostra a pressão contínua e crescente sobre o sistema bancário entre as principais economias ocidentais.

Afinal, nenhum banco está imune ao clima atual. 

03:24 — E a demanda por petróleo?

A demanda mundial por petróleo está a caminho de atingir o patamar mais alto já registrado, graças à recuperação da demanda chinesa. A procura por essa commodity por parte da China vai crescer ao longo do ano e acelerar a demanda por algumas centenas de milhares de barris agora no primeiro trimestre, crescendo à medida que entramos no terceiro e quarto trimestre.

Com isso, a demanda global de petróleo em 2023 deve atingir um recorde. Não somente na China, mas a demanda da Ásia deve crescer ao longo de 2023, podendo servir de suporte para os preços do barril, que sofreram bastante nas últimas semanas, com o contrato Brent negociado por volta de US$ 75 por barril e o WTI próximo de US$ 70. Uma sustentação mais firme pode ajudar a balança comercial brasileira.

04:01 — Mas afinal, a recuperação chinesa está acontecendo?

Segundo a diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, a China está mostrando sinais de recuperação econômica robusta. Em comentários proferidos no Fórum de Desenvolvimento da China de 2023, a previsão de janeiro do FMI coloca o crescimento do PIB da China em 5,2% neste ano, um aumento considerável de mais de 2 pontos percentuais em relação à taxa de 2022.

Teria sido ótimo se a visita da comitiva brasileira tivesse acontecido como esperado. Uma pena.

Isso é importante para a China e é importante para o mundo, uma vez que o país deve responder por cerca de um terço do crescimento global em 2023.

A análise do FMI também observou que um aumento de um ponto percentual no crescimento do PIB na China pode levar a um aumento de 0,3 ponto percentual no crescimento de outras economias asiáticas, em média.

Com uma recuperação tão robusta, a China agora pode aproveitar o momento positivo e permanecer no caminho do crescimento rumo à convergência com as economias avançadas.

SILICON VALLEY BANK ENCONTRA COMPRADOR

A mesma instituição financeira que derrubou as bolsas mundo afora agora traz alívio aos mercados internacionais. O anúncio de que o First Citizens Bank irá adquirir os negócios do Silicon Valley Bank (SVB) animou as bolsas na manhã desta segunda-feira (27). 

Momentos após o anúncio, as ações do First Citizens dispararam cerca de 22% no pré-mercado em Nova York. Os clientes do SVB serão transferidos para o banco da Carolina do Norte assim que a transação for concluída, segundo o informe.

Outras instituições financeiras penalizadas pela crise no setor bancário também passaram a subir no primeiro pregão da semana. Os papéis do First Republic Bank, que chegou a receber uma ajuda de US$ 30 bilhões em liquidez, subiam 27% no mesmo horário. 

Como funcionará a aquisição do SVB pelo First Citizen

De acordo com a Federal Deposit Insurance Corporation (FDIC), que tomou conta das operações do SVB pós-crise, o First Citizens assumiu todos os depósitos e empréstimos do banco.

Leia mais.

O Ibovespa futuro aliviou a alta há pouco e opera abaixo dos 100 mil pontos, mas ainda em tom positivo. O índice sobe 0,46%.

O dólar à vista mantém-se em queda a R$ 5,2301.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros (DIS) abriram com viés de alta em toda a curva. O movimento altista é impulsionado pelo avanço dos retornos dos títulos do Tesouro americanos, os Treasuries, e também com investidores locais precificando a piora da inflação para este ano no Boletim Focus.

Confira a abertura dos DIs:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,11%13,06%
DI1F25DI Jan/2511,99%11,93%
DI1F26DI Jan/2612,01%11,94%
DI1F27DI Jan/2712,28%12,21%
DI1F28DI Jan/2812,54%12,47%

O dólar à vista vem renovando mínimas nesta manhã, com melhora do apetite por risco dos investidores. A moeda americana opera a R$ 5,2293.

ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu em leve queda de 0,04%, R$ 5,2488.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,48%, aos 100.000 pontos e acompanha a recuperação das bolsas internacionais, com maior apetite ao risco.

Com a agenda esvaziada, os investidores monitoram o cenário político, com possíveis sinalizações sobre o novo arcabouço fiscal, à espera da ata do Copom — que será divulgada amanhã (28).

No exterior, a compra do Silicon Valley Bank (SVB) pelo First Citizens Bank alivia a tensão sobre os bancos das últimas semanas.

COMMODITIES EM ALTA

Com a melhora do apetite ao risco, os mercados operam em tom positivo, o que também traciona as commodities para alta.

O minério de ferro, negociado em Dalian (China), avança 2,16%, com a tonelada a US$ 126,96.

O petróleo tipo Brent sobe 1,33%, com o barril a US$ 75,59.

BOLETIM FOCUS

Confira o primeiro Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (27) com as projeções do mercado para indicadores da economia local; a primeira publicação após Copom de março:

Inflação

  • IPCA/23: de 5,95% para 5,93% (↓)
  • IPCA/24: de 4,11% para 4,13% (↑)
  • IPCA/25: de 3,90% para 4,00% (↑)

Atividade econômica

  • PIB/23: de 0,88% para 0,90% (↑)
  • PIB/24: de 1,47% para 1,40% (↓)
  • PIB/25: de 1,70% para 1,71% (↑)

Dólar

  • Câmbio/23: permanece R$ 5,25 (=)
  • Câmbio/24: permanece em R$ 5,30 (=)
  • Câmbio/25: permanece em R$ 5,30 (=)

Juros

  • Selic/23: permanece em 12,75% (=)
  • Selic/24: permanece em 10,00% (=)
  • Selic/25: permanece em 9,00% (=)

BALANÇOS

Hoje, 11 companhias divulgam os resultados do quarto trimestre de 2022 depois do fechamento dos mercados. São elas:

  • Bradespar
  • Dexxos Par
  • Dotz
  • Ânima Educação
  • Boa Safra
  • ClearSale
  • Espaçolaser
  • Rede D'Or São Luiz
  • Saraiva
  • Tupy
AGENDA DO DIA

Na semana seguinte às decisões sobre os juros no Brasil nos EUA, os mercados aguardam novos dados econômicos que podem sinalizar o que virá nas reuniões dos colegiados dos Bancos Centrais em maio. Além disso, na reta final de março, os investidores também reajustam posições nas bolsas de valores.

Por aqui, a semana será marcada pela ata do Copom.

Na última segunda-feira (27) de março, a agenda internacional é mais esvaziada. Confira:

HorárioRegiãoEvento
8h30BrasilBoletim Focus semanal
14hReino UnidoPronunciamento do presidente do Banco da Inglaterra (BoE), Andrew Bailey
Fonte: Investing.com

CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Tegma (TGMA3).

TGMA3: [Entrada] R$ 17.71; [Alvo parcial] R$ 18.17; [Alvo] R$ 18.88; [Stop] R$ 16.93

Recomendo a entrada na operação em R$ 17.71, um alvo parcial em R$ 18.17 e o alvo principal em R$ 18.88, objetivando ganhos de 6.6%.

O stop deve ser colocado em R$ 16.93 evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

Leia mais.

FUTUROS DE NOVA YORK AMANHECEM NO AZUL

Os índices futuros das bolsas de valores de Nova York amanheceram em leve alta nesta segunda-feira.

Os investidores buscam dar continuidade aos ganhos da sessão anterior com a notícia de que o First Citizens Bank comprou o Silicon Valley Bank (SVB).

A agenda dos EUA de hoje traz apenas discurso de um dirigente do Federal Reserve (Fed, o banco central americano).

Veja como estavam os índices futuros de Wall Street por volta das 7h20:

  • Dow Jones: + 0,54%
  • S&P-500: + 0,57%
  • Nasdaq: + 0,34%
BOLSAS DA EUROPA ABREM EM LEVE ALTA

As principais bolsas de valores da Europa abriram em alta nesta segunda-feira.

Os investidores moram em uma recuperação das fortes perdas do pregão anterior, quando o Deutsche Bank assumiu o centro dos temores com o setor bancário.

Nas próximas horas, investidores vão acompanhar discursos de dirigentes do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BoE).

Veja como estavam as principais bolsas europeias por volta das 7h15:

  • Londres: + 0,79%
  • Frankfurt: +1,32%
  • Paris: +1,15%
BOLSAS DA ÁSIA FECHAM SEM DIREÇÃO ÚNICA

As bolsas de valores da Ásia fecharam sem direção única nesta segunda-feira (27).

Os investidores da região seguem avaliando os efeitos de transtornos envolvendo bancos dos Estados Unidos e da Europa.

O índice Hang Seng caiu 1,75% em Hong Kong hoje, pressionado por ações de empresas de tecnologia chinesas que divulgaram balanços fracos.

Já o índice japonês Nikkei avançou 0,33% em Tóquio, ajudado pelo bom desempenho de papéis dos setores ferroviário e imobiliário.

Em outras partes da Ásia, o sul-coreano Kospi recuou 0,24% em Seul e o Taiex registrou baixa de 0,53% em Taiwan.

Na China continental, o Xangai Composto caiu 0,44%.

EUROPA ENTRA EM HORÁRIO DE VERÃO

A Europa entrou em horário de verão no domingo (26).

Os relógios nos países da região foram adiantados em uma hora.

Com isso, Londres e Lisboa passaram a ficar uma hora à frente do horário de referência GMT (Greenwich Mean Time) e quatro horas à frente de Brasília.

Berlim, Bruxelas, Paris, Madri e Roma ficaram duas horas à frente do horário GMT e cinco horas à frente de Brasília.

Atenas ficou três horas à frente do horário GMT e seis horas à frente de Brasília.

A partir desta segunda-feira, as bolsas de Londres, Frankfurt, Paris, Milão, Madri e Lisboa passam a operar das 4h às 12h30 (de Brasília).

O horário de verão na Europa terminará em 29 de outubro.

FIRST CITIZENS BANK FECHA COMPRA DO SVB

O First Citizens Bank, um dos maiores bancos regionais dos EUA, fechou acordo para comprar o Silicon Valley Bank (SVB).

O anúncio vem à tona pouco mais de duas semanas após a quebra do SVB abalar o setor bancário e derrubar os mercados financeiros globais.

A transação envolve a venda de US$ 119 bilhões em depósitos e cerca de US$ 72 bilhões em empréstimos do SVB, com desconto de US$ 16,5 bilhões.

Cerca de US$ 90 bilhões em títulos do SVB permanecerão em liquidação judicial, segundo comunicado divulgado pelo Federal Deposit Insurance Corp. (FDIC), no domingo à noite.

As 17 ex-agências do SVB reabrirão como First Citizens Bank a partir de hoje.

NATURA PROPÕE MUDANÇAS PARA SIMPLIFICAR GESTÃO

Costuma-se dizer que em time que está ganhando não se mexe. Mas e quando ele está perdendo de lavada? Para a direção da Natura (NTCO3), a hora de mexer no time é agora.

Numa tentativa de reverter os resultados fracos recentes e espantar a desconfiança dos investidores, a Natura deu na noite de domingo (26) um novo passo em seu processo de reestruturação.

O conselho de administração da companhia propôs aos acionistas alterações para torná-la mais enxuta.

Natura quer diminuir tamanho do conselho

A Natura pretende reduzir o tamanho de seu conselho de administração.

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