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RESUMO DO DIA: O dia foi de reação às decisões de juros do Federal Reserve (Fed), que manteve a taxa no intervalo entre 5,00% e 5,25% ao ano; e do Banco Central Europeu (BCE), que elevou em 25 pontos-base. Em comum, os bancos centrais mantiveram a perspectiva de continuidade do aperto monetário.
Os índices de Nova York encerraram as negociações com alta acima de 1%, com maior apetite ao risco e enfraquecimento do dólar antes rivais - entre eles o euro, que ganhou força após o BCE.
Por aqui, o Ibovespa manteve-se no nível dos 119 mil pontos, mas com avanço contido pelo recuo de mais de 2% das ações da Petrobras (PETR4), com realização de lucros e "alerta amarelo" após o anúncio de um novo corte no preço da gasolina para as distribuidoras.
O Ibovespa fechou em alta de 0,13%, aos 119.221 pontos.
O dólar encerrou a sessão a R$ 4,8025, em baixa de 0,09%, no mercado à vista.
Confira o que movimentou os mercados nesta quinta-feira (15):
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O Ibovespa fechou a sessão em leve alta e manteve os 119 mil pontos pelo segundo dia consecutivo.
Na ponta positiva do índice, os investidores repercutiram notícias corporativas em dia de otimismo. A Braskem (BRKM5) liderou os ganhos do dia com rumores sobre a venda de controle da companhia. CVC (CVCB3) recuperou as perdas recentes com o anúncio de oferta pública de ações primárias, que deve movimentar mais de R$ 680 milhões.
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 29,48 | 6,43% |
| YDUQ3 | Yduqs ON | R$ 18,94 | 5,57% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 4,26 | 3,90% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,46 | 3,72% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 48,34 | 3,62% |
Na ponta negativa, predominou-se o movimento de realização dos lucros recentes. No caso de Petrobras (PETR4;PETR3), a queda foi impulsionada com o anúncio de novo corte no preço da gasolina.
Veja a seguir as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 14,71 | -3,35% |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 29,39 | -2,36% |
| LREN3 | Lojas Renner ON | R$ 21,07 | -1,95% |
| MGLU3 | Magazine Luiza ON | R$ 3,75 | -1,57% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 17,54 | -1,57% |
Em dia de apetite ao risco no exterior, o Ibovespa fechou o pregão em leve alta de 0,13%, aos 119.221 pontos.
A alta foi limitada pelo recuo de mais de 2% das ações da Petrobras (PETR4;PETR3), que ficaram pressionadas por realização de lucros e corte no preço da gasolina, anunciada hoje.
O dólar encerrou a sessão a R$ 4,8025, em baixa de 0,09%. A moeda americana perdeu fôlego ante o real e demais rivais, como o euro, em dia de apetite ao risco em Wall Street e valorização das commodities.
O euro, mais especificamente, ganhou força após o Banco Central Europeu (BCE) elevar o juro em 25 pontos-base,e m e manter a perspectiva de continuidade do aperto monetário.
Em meio aos dados mistos, as bolsas em Nova York encerraram as negociações em alta acima de 1% em dia de apetite ao risco.
As vendas no varejo avançaram 0,3% em maio ante abril, melhor que as projeções de queda de 0,2% dos analistas ouvidos pela FactSet. Já a produção industrial recuou 0,1% em maio, na comparação com abril, aquém da expectativa de alta de 0,1%.
Embora o petróleo tipo Brent tenha encerrado as negociações em alta acima de 3%, as ações da Petrobras (PETR4; PETR3_) aceleraram as perdas nos últimos minutos do pregão, limitando a alta do Ibovespa. Os ativos caem mais de 2%:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 29,39 | -2,36% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 33,10 | -1,75% |
Os papéis, que avançaram nas primeiras horas da sessão, viraram para o tom negativo após a estatal anunciar uma nova redução nos preços da gasolina para as distribuidores, em temor à interferência do governo na política de preços da companhia. O corte é de 4,66%, isto é, R$ 0,13.
Um movimento de realização de lucros também pressiona os ativos.
Por fim, o fornecimento de gás natural para retomada da atividade industrial tem sido um fator de atrito entre Alexandre Silveira, ministro de Minas e Energia, e Jean Paul Prates, presidente da Petrobras.
Os contratos do petróleo tipo Brent para agosto encerraram as negociações em alta de 3,37%, a US$ 75,67 o barril, na Intercontinental Exchange (ICE).
Os contratos para agosto do petróleo WTI fecharam com avanço de 3,43%, a US$ 70,81 o barril.
A commodity foi beneficiada por rumores de novos estímulos econômicos do governo chinês, após o Banco Central da China (PBoC, na sigla em inglês) cortar os juros na linha de empréstimos de médio prazo (MLF) para um ano em 10 pontos-base.
Sendo assim, o petróleo avançou com a expectativa de recuperação da China.
Soma-se a isso, o aumento do apetite ao risco em Wall Street, resultando no enfraquecimento do dólar ante outras moedas no exterior.
Por fim, os investidores monitoram sinais de oferta global, repercutindo a declaração do vice-ministro de Energia russo, Pavel Sorokin, de que o país não se opõe a revisões na produção da Opep+.
Segundo a agência Tass, a autoridade afirmou que a Rússia vai cumprir as obrigações voluntárias do cartel, como o corte na produção do petróleo russo de 500 mil barril por dia.
Os papéis da B3 (B3SA3) caem 2,96%, a R$ 14,77 e lideram as perdas da última hora do Ibovespa, próximo ao fim da sessão.
Os ativos realizam os ganhos do pregão anterior, quando registraram avanço superior a 4% repercutindo os resultados operacionais de maio.
As companhias ligadas ao minério de ferro realizaram os ganhos na primeira parte da sessão e operam sem direção única nesta tarde.
Os papéis são pressionados pela redução da projeção de alta do PIB da China, de 6,5% a 6,0%, pela consultoria britânica Capital Economics.
De acordo com a instituição, o desempenho de alguns setores da economia do gigante asiático ficaram aquém expectativas, como as vendas no varejo e estabilidade da produção industrial.
O setor imobiliário mais fraco, com previsão de recuperação mais lenta que a esperada, também contribuiu para a revisão negativa, que pressionou o minério de ferro.
A commodity encerrou em alta de 1,43% em Dalian, com a tonelada a US$ 113,95.
Confira o desempenho das companhias de commodities metálicas no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 25,99 | -0,19% |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,49 | 0,00% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 7,41 | +0,14% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 69,23 | +0,30% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 13,26 | +1,45% |
As ações da Suzano (SUZB3) recuperaram as perdas da semana com avanço de 2,53%, a R$ 47,83.
O ritmo de alta é impulsionado com a confirmação de que a empresa reajustará os preços da celulose de fibra curta para os países asiáticos a partir de julho deste ano. Segundo a companhia, o ajuste é de US$ 30 por tonelada.
O movimento de alta já havia sido anunciado pela Suzano em abril, mas o comunicado foi emitido novamente hoje ao clientes.
A Klabin (KLBN11) também sobe na esteira da Suzano, com alta acima de 1%, a R$ 22,88; em dia que forte queda do dólar ante o real.
O presidente da Oi (OIBR3), Rodrigo Abreu, contou que a companhia está trabalhando com o Tribunal de Contas da União (TCU) e com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) para chegar a um possível acordo que permita à operadora migrar do regime de concessão para autorização na telefonia fixa.
Na prática, a alteração viria acompanhada do encerramento dos litígios envolvendo o tema da concessão.
"Temos muita fé na discussão sobre a mudança da concessão para autorização", disse Abreu, durante teleconferência com investidores e analistas. "Estamos trabalhando também com o TCU para chegar a um acordo nesta frente", emendou.
Recentemente, a empresa divulgou seu balanço do primeiro trimestre em meio a altas expectativas, já que, naquele período, entrou em recuperação judicial pela segunda vez em sua história. Os resultados dos primeiros três meses do ano foram negativos, e a dívida líquida ficou acima de R$ 20 bilhões.
As bolsas em Nova York avançam mais de 1% e renovam máximas. No caso do índice S&P 500, todos os setores registram alta e em Dow Jones, apenas a Nike e a American Express operam em tom negativo.
Confira o desempenho em NY:
As ações da Braskem (BRKM5) ampliaram a alta na última hora e sobem mais de 7% no Ibovespa.
O movimento de alta é acelerado em meio a novos rumores sobre venda de controle da companhia, como a possível entrada da J&F no negócio, segundo fontes ao Broadcast.
Além disso, especula-se no mercado que a Petrobras (PETR4) não deve exercer o direito de preferência.
Há pouco, o Ibovespa retornou o tom negativo e voltou aos 119 mil pontos. O índice avança 0,23%, com impulso das bolsas em Nova York, que sobem mais de 1%.
Dois fundos imobiliários do segmento de escritórios atraem os holofotes da indústria nesta quinta-feira (15) após anunciarem vendas de ativos do portfólio.
A maior transação foi a divulgada pelo CSHG Real Estate (HGRE11), que receberá R$ 70 milhões por um edificio localizado na cidade de São Paulo. O fundo assinou ontem (14) o contrato para a venda do prédio, atualmente vago, e seu respectivo terreno de área locável total de 19 mil metros quadrados.
O valor acertado representará um lucro total de pouco mais de R$ 11 milhões, ou cerca de R$ 0,93 por cota para o FII. A cifra também é 18,7% superior ao investimento original e 20,5% maior que o valor contábil do imóvel, com base no laudo de avaliação do ano passado.
O nome do comprador não foi revelado, mas o fundo indicou que a companhia é uma incorporadora e que desenvolverá um empreendimento residencial no local. Com isso, parte do pagamento pela transação será realizado por meio da receita das vendas das unidades.
Com a nova redução de mais de 4% no preço da gasolina nas distribuidores, os investidores ligaram "um sinal amarelo" sobre a dinâmica de preços da estatal.
As ações preferenciais da Petrobras recuam cerca de 1,50%, a R$ 29,66, em temor à intervenção do governo na política de preços da companhia. Isso porque há cálculos, seguindo analistas do mercado, indicando defasagem nos preços.
O movimento de queda também está atrelado ao movimento de realização dos ganhos recentes. As ações PETR4 acumulam alta de 23,07% no mês, segundo o TradeMap.
O Santander elevou o preço-alvo das ações da Natura para R$ 18 — o que representa um potencial de valorização de 9,4% com relação ao valor de fechamento dos papéis de quarta-feira (14). Chegou a hora de colocar NTCO3 na sacola de compras?
Apesar da mudança no preço-alvo da empresa, o banco diz que não é o momento de levar Natura para casa. O Santander manteve a recomendação neutra para as ações sob o argumento de que as notícias positivas envolvendo a empresa já estão precificadas.
Segundo o banco, a Natura & Co LatAm visa a expansão da lucratividade até o ano de 2023, mas deve haver alguma volatilidade ao longo dos próximos trimestres.
Já a Natura Brasil continua apresentando um sólido desempenho de vendas impulsionado pela força de sua marca e do sucesso do Dia das Mães, embora a manutenção do ritmo de crescimento do primeiro trimestre seja improvável, segundo o Santander.
Em mais um dia de queda, o dólar registrou uma nova mínima na tarde desta quinta-feira (15). Por volta das 14h30, a moeda norte-americana operava com um recuo de 0,15%, a R$ 4,7998. E o dólar negociado para julho caía ainda mais, 0,48%, com a divisa cotada em R$ 4,8100.
O Ibovespa, por sua vez, luta para manter-se no patamar dos 119 mil pontos. O índice é pressionado pela queda das ações da Petrobras (PETR4) e, no mesmo horário, recuava 0,08%, aos 118.976 mil pontos.
Amplamente conhecido por ser um dos tradicionais pagadores de dividendos da bolsa, o Banco do Brasil (BBAS3) tem chance de agraciar ainda mais os investidores neste ano — e não apenas com proventos, segundo o Bank of America (BofA).
Com ruídos de interferência política mais baixos e uma transição mais suave do que o esperado para o governo Lula, o interesse dos investidores nas ações do banco aumentou.
Desse modo, as ações BBAS3 acumularam valorização de 53% até agora em 2023, superando o desempenho de seus principais concorrentes, como Bradesco (BBDC4) e Itaú (ITUB4), e até mesmo do Ibovespa neste ano.
Porém, na visão do Bank of America, apesar do desempenho superior, a ação ainda está atraente e há espaço para novos ganhos.
O Ibovespa tenta sustentar os 119 mil pontos pelo segundo pregão seguido, mas é pressionado pela queda de Petrobras (PETR4), após anúncio de corte nos preços da gasolina para as distribuidoras.
O tom positivo do índice repercute a elevação de perspectiva de crédito do país pela S&P Global e avanço das commodities no mercado internacional. Há pouco, o petróleo acumulava ganhos de 3% com a desvalorização do dólar ante rivais e incertezas sobre o quadro de oferta do óleo.
O Ibovespa sobe 0,07%, aos 119.154 pontos.
Braskem (BRKM5) lidera os ganhos do dia, com a expectativa de venda de participação da fatia da Novonor. CVC (CVCB3) repercute a oferta primária de ações protocolada nesta quinta-feira (15).
Confira as maiores altas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| BRKM5 | Braskem PNA | R$ 29,25 | 5,60% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 4,24 | 3,41% |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 48,09 | 3,09% |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 4,41 | 2,56% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 23,02 | 2,13% |
Na ponta negativa, as companhias realizam os ganhos recentes e sofrem troca de posições em dia de otimisto com o ambiente doméstico.
Veja as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 14,79 | -2,83% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 26,59 | -1,74% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 4,51 | -1,53% |
| RAIL3 | Rumo ON | R$ 22,63 | -1,39% |
| VBBR3 | VIBRA energia ON | R$ 17,59 | -1,29% |
O Ibovespa opera em linha de estabilidade, aos 119.074 pontos, pressionado pelo desempenho de Petrobras (PETR4) e realização de Vale (VALE3).
As ações preferenciais da Petrobras (PETR4), que operavam em alta no início da sessão, reduziu os ganhos após o anúncio de corte nos preços da gasolina para as distribuidoras a partir desta sexta-feira (16). Há pouco, os papéis operavam em queda de 0,37%, a R$ 29,95,
Uma nova temporada de balanços corporativos ainda está longe de começar — afinal, o segundo trimestre sequer terminou oficialmente. Mas a MRV (MRVE3) não deixou investidores e analistas no suspense e já deu pistas de sua performance operacional ao publicar uma “prévia da prévia” do período.
A companhia divulgou na última quarta-feira (14) um resultado preliminar que mostra que as vendas líquidas somaram R$ 1,46 bilhão entre abril e maio, com ticket médio de R$ 226 mil.
De acordo com a construtora, a cifra representa uma alta de 48% no Valor Geral de Vendas (VGV) vendido ante a média mensal dos dois primeiros meses do 2T22. Já o ticket médio subiu 20% na mesma base de comparação.
Com isso, os papéis da companhia operam em alta na B3 nesta quinta-feira (15). Por volta das 11h, as ações MRVE3 avançavam 0,93%, cotadas em R$ 11,94.
As ações da Oi (OIBR3), negociadas fora do Ibovespa, recuam 4,67%, a R$ 1,02, em reação ao balanço do primeiro trimestre, divulgado ontem (14) depois do fechamento dos mercados.
A operadora de telefonia, que está em processo de recuperação judicial, registrou prejuízo líquido de R$ 1,267 bilhão entre janeiro e março deste ano, revertendo o lucro líquido de R$ 1,623 bilhão obtido no mesmo período do ano anterior.
O Ebtida (lucro antes dos juros, impostos, amortização e depreciação) recuou 80,2% em relação ao primeiro trimestre de 2022, a R$ 2,302 bilhões.
O petróleo tipo Brent acelerou os ganhos na última hora e sobe próximo a 3%. O movimento altista é impulsionado por apetite ao risco de Wall Street e dólar mais fraco ante os rivais.
Repercute sobre a commodity também incertezas sobre a oferta, depois que o vice-ministro de Energia da Rússia declarou que o país não se opõe a revisões na produção da Opep+.
Vale lembrar que o cartel reduziu a produção do óleo de forma unilateral, em mais de 1 milhão de barris por dia, no início do mês.
As bolsas europeias encerraram a sessão em tom misto após o Banco Central Europeu (BCE) elevar os juros em 25 pontos-base, com a perspectiva de continuidade no aperto monetário.
O famoso “sextou” dos brasileiros terá uma carona mais barata. A Petrobras (PETR3/PETR4) anunciou nesta quinta-feira (15) uma redução de R$ 0,13 no preço da gasolina para as distribuidoras, com validade a partir da próxima sexta-feira (16).
Assim sendo, o preço médio de venda de gasolina tipo A, passará a ser de R$ 2,66 por litro.
Considerando a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição do combustível comercializado nos postos, a parcela da Petrobras no preço ao consumidor será, em média, R$ 1,94 a cada litro vendido na bomba.
A medida vem à tona poucos dias após o governo anunciar a tabela de desconto de R$ 2 mil a R$ 8 mil nos carros populares. Mas atenção: se for “sextar” amanhã, nada de dirigir.
A Petrobras anunciou há pouco uma nova redução no preço da gasolina. A partir de amanhã (16), o corte é de R$ 0,13 por litro de venda para as distribuidoras. Sendo assim, ficando a R$ 2,66 por litro do combustível.
Segundo comunicado à imprensa, a estatal afirmou que a redução visa "manter a competitividade de preços".
Com a recuperação das bolsas em Nova York após decisão do Fed e avanço das commodities, o Ibovespa, que iniciou o pregão em realização, vem renovando máximas na primeira parte da sessão.
Os investidores também seguem repercutindo a elevação da perspectiva de crédito para o Brasil, pela agência S&P Global.
O Ibovespa sobe 0,22%, aos 119.334 pontos.
Entre os destaque do índice, estão:
PONTA POSITIVA
PONTA NEGATIVA
O dólar mantém-se fraco ante o real, a R$ 4,8041, em baixa de 1,19%.
O dólar à vista tem mais um dia de desvalorização no pregão desta quinta-feira (15). A moeda norte-americana opera em queda de 1,35%, negociada a R$ 4,7970, segundo dados do Tradingview.
Em relação aos preços mais altos registrados em 2023, quando a moeda bateu R$ 5,48, o dólar já registrou queda de mais de 12%.
A queda de hoje se deve principalmente ao fortalecimento das commodities no mercado internacional, o que favorece a entrada de capitais para o Brasil. O petróleo Brent sobe 1,54%, negociado a US$ 74,31.
Já os contratos futuros do minério de ferro, negociados na bolsa de Dalian, na China, tiveram alta de 1,43%, a 815,5 iuanes (US$ 114,35) por tonelada métrica, o maior nível desde 31 de março.
A S&P revisou a perspectiva de rating do Brasil de estável para positiva pela 1ª vez desde 2019, reafirmando o rating “BB-”. O que fez o país ganhar pontos na visão da agência de risco?
No Giro do Mercado de hoje (15), Matheus Spiess, analista da Empiricus Research, explica o que isso representa para o mercado e para os investidores e ainda, o que falta para o Brasil recuperar o grau de investimento.
Ontem (14) o Federal Reserve manteve a taxa de juros dos Estados Unidos no intervalo entre 5% e 5,25%, pausando o ciclo de aperto monetário depois de 15 meses de alta. Enzo Pacheco comenta como os mercados estão reagindo à decisão e quais setores devem se beneficiar ou não.
Acompanhe:
As bolsas americanas operam em alta, um dia após o Federal Reserve (Fed) manter a taxa de juro no intervalo entre 5,00% e 5,25% ao ano.
O movimento de recuperação repercute os dados de vendas de varejo americano de maio, melhor que o esperado, e a sinalização de recuperação da atividade econômica industrial, pelo índice Empire State.
Confira o desempenho de NY:
Os juros futuros (DIs) operam em linha de estabilidade, com viés de queda, em toda a curva. O desempenho mais volátil deve-se ao rendimento dos Treasuries, com movimento misto após dados dos EUA.
Além disso, os investidores já precificam uma eventual alta de 25 pontos-base nos juro americano na próxima reunião do Federal Reserve (Fed), em julho.
Ontem (14), o BC americano manteve os juros na faixa de 5,00% a 5,25% ao ano, com sinalizações de que deve elevar o intervalo nos próximos encontros, além de descartar a possibilidade de afrouxamento do aperto monetário em curto prazo.
Por aqui, os investidores repercutem a melhora de perspectiva de rating pela S&P Global e recuo do dólar em mais de 1%.
Confira o desempenho dos DIs:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F24 | DI Jan/24 | 13,00% | 13,02% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,07% | 11,08% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 10,47% | 10,47% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 10,53% | 10,53% |
| DI1F28 | DI Jan/28 | 10,70% | 10,69% |
As ações da Hapvida (HAPV3) avançam pelo segundo dia consecutivo, figurando entre as maiores altas do Ibovespa. Os ativos sobem 4,65%, a R$ 4,50.
O mercado repercute a perspectiva positiva sobre a companhia após o encontro com investidores, no "Hapvida Day".
Em relatório, o Bradesco BBI destacou a atualização sobre a aceleração dos aumentos dos preços, de 11% para 15% esperado no segundo trimestre, após a recente decisão da empresa em ampliar o foco na recuperação de margem.
O banco elevou o preço-alvo das ações de R$ 4,10 para R$ 4,70, com a manutenção da recomendação de compra.
O Santander também observou positivamente os reajustes nos preços, em linha com o Bradesco.
O banco ainda destacou a apresentação do plano detalhado da companhia com a finalidade de ampliar a verticalização focada em empresas adquiridas em diferentes regiões e a reorganização da estrutura societária, planos de integração de sistemas.
O Santander também mantém a recomendação de compra para os papéis HAPV3, com preço-alvo de R$ 4,50.
Parece que um intenso processo de autocrítica está acontecendo na Faria Lima — pelo menos na parte que costuma visitar o estúdio do Market Makers. Seu principal catalisador, ao que tudo indica, é a forte alta da Bolsa que aconteceu recentemente.
Desde seu pior momento no ano, em 23 de março, o Ibovespa subiu mais de 20%, de 97 mil para 119 mil pontos, tudo isso enquanto muitos investidores institucionais se apegavam de modo obstinado às mais catastróficas previsões econômicas, motivados sobretudo pelo noticiário político.
Essa autocrítica foi a tônica de várias das nossas últimas conversas. Ao que parece, analistas e gestores estão mergulhados demais na política brasileira e esquecendo que existe um mundo lá fora — e estão perdendo oportunidades por isso.
No último dia 2, Daniel Leichsenring, economista-chefe da Verde Asset, disse para nós que o mercado brasileiro fazia jus à sua fama de caseiro e não percebia o quanto poderíamos ser beneficiados, como exportadores de commodities, com um cenário internacional que melhorava e um arcabouço fiscal aprovado.
O foco estava nos ruídos que vinham de Brasília.
Semanas antes, o gestor José Rocha, da Dahlia Capital, mostrou que os dois últimos grandes ciclos de alta da Bolsa brasileira, aparentemente ligados a motivos internos, na verdade tiveram causas externas.
O primeiro é o de 2003, que sempre se atribuiu à Carta ao Povo Brasileiro, do então candidato Luiz Inácio Lula da Silva, e o segundo é de 2015 e 2016, comumente imputado ao impeachment de Dilma Rousseff.
Com investidores repercutindo a elevação da perspectiva de crédito, de estável para positiva, pela agência S&P Global, o Ibovespa vem renovando máximas na primeira parte da sessão.
Há pouco, o índice avançava a 0,43%, aos 119.602 pontos. O movimento também é impulsionado pela valorização das commodities no exterior e troca de posições entre os setores.
As ações da CVC (CVCB3) recuperam as perdas da sessão anterior com alta de 4,15%, a R$ 4,27. O desempenho de alta acontece após a companhia protocolar pedido de oferta pública primária.
A operação deve movimentar cerca de R$ 683,3 milhões.
As ações da MRV (MRVE3) sobem 1,27%, a R$ 11,98, no Ibovespa, entre as maiores altas do dia.
Os investidores repercutem a prévia operacional da companhia, divulgada ontem (14) depois do fechamento dos mercados. A MRV (MRVE3) alcançou R$ 1,46 bilhão em vendas líquidas entre abril e maio, com um tíquete médio de R$ 226 mil no período.
As ações da Braskem (BRKM5) registram alta de 3,50%, a R$ 28,67 e figuram como a maior alta da primeira hora do pregão.
Os ativos se beneficiam com especulações do mercado sobre a fatia da Novonor. O fundo Apollo e a Unipar já fizeram oferta para a compra da participação da companhia.
Além disso, os investidores monitoram as movimentações da Petrobras (PETR4) sobre a eventual operação. Ontem (14), o presidente da estatal, Jean Paul Prates, afirmou que a decisão sobre a Braskem será tomada "no devido momento".
Vale ressaltar que a Petrobras (PETR4) tem se mantido 'neutra' sobre o processo de desinvestimento ou aumento da participação da estatal na Braskem, do qual detém o direto de preferência.
Tudo saiu como o esperado nos mercados ontem (14). O Federal Reserve (Fed, o Banco Central dos Estados Unidos) manteve os juros na faixa de 5,00% e 5,25% — mesmo assim, o bitcoin (BTC) perdeu o patamar de preços de US$ 25 mil durante a madrugada no Brasil.
O motivo para tanto desespero veio no comunicado após a decisão. O tom favorável a um novo aumento nos juros (hawkish, no jargão do mercado) manteve os ativos de risco pressionados.
Além disso, o setor de criptomoedas já estava bastante desgastado devido ao processo movido pela SEC, a CVM dos EUA, contra empresas relacionadas a ativos digitais.
Assim, o BTC recuou para o menor nível desde março deste ano, lançando uma onda vermelha pelo mercado de criptomoedas. Para finalizar, o dia, que já começou negativo, ainda contou com a elevação dos juros por parte do Banco Central Europeu (BCE).
Os papéis de Rumo (RAIL3) recuam 2,00%, a R$ 22,49 e lideram as perdas do Ibovespa na primeira hora da sessão.
Os ativos são pressionados pelo rebaixamento da recomendação de compra para neutro pelo Citibank. O banco também cortou o preço-alvo das ações de R$ 25 para R$ 24.
Em relatório, os analistas do banco observam que, apesar do bom desempenho das ações em 2022, os ativos agora são negociados próximos ao "valor justo" e mais vulneráveis a "decepção de ganhos".
Além disso, os ajustes da recomendação devem-se às quedas no preço do diesel, às tarifas de frete, menor despesa de combustível.
Por fim, o Citi reiterou que CCR (CCRO3) segue como a preferido do banco para o setor.
O Ibovespa, que abriu em queda pressionado pelo exterior e em movimento de realização dos lucros, retomou alta há pouco e avança 0,40%, aos 119.534 pontos.
Os investidores repercutem a melhora na perspectiva de crédito do Brasil, de estável para positiva, pela agência de classificação S&P Global. Soma-se a isso, a alta das commodities no mercado internacional, que impulsionam os ativos locais.
Após a decisão do Banco Central Europeu (BCE), em elevar a taxa de juros em 25 pontos-base, a 3,5% ao ano, a presidente do BC, Christine Lagarde, afirmou que a pausa no aperto monetário ainda não está na mesa.
Segundo a dirigente, o BCE ainda não chegou ao fim do ciclo de altas e, se o cenário atual se mantiver, o clegiado deverá elevar os juros mais uma vez na reunião de julho.
O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou há pouco que "mudanças no arcabouço [fiscal] feitas no Senado exigirão análise da Câmara [dos Deputados]", após a reunião com os ministérios da Economia e os senadores.
Segundo Haddad, não houve acordo no encontro, "apenas esclarecimentos sobre as mudanças" no texto.
Ainda sobre a questão fiscal, a ministra do Planejamento, Simone Tebet, disse que uma eventual mudança nos parâmetros da inflação "será uma decisão política".
Compre duas ações e ganhe um bônus de subscrição. É com esse "pacote" que a CVC (CVCB3) pretende atrair investidores em uma nova oferta de ações para aliviar a situação financeira da empresa de turismo.
Com base nas cotações de fechamento de ontem (R$ 4,10), a CVC pretende levantar pelo menos R$ 342 milhões na operação.
Inicialmente, a companhia pretende emitir 83.333.333 novos papéis, mas dependendo da demanda do mercado esse número pode dobrar. Ou seja, a oferta pode engordar o caixa da companhia em até R$ 683 milhões.
Mas parte do destino desse dinheiro novo está carimbado: a CVC vai usar R$ 75 milhões para recomprar parte da dívida em debêntures no mercado. O restante vai reforçar o capital de giro e melhorar a estrutura de capital da companhia.
O Ibovespa abre em leve queda de 0,01%, aos 119.968 pontos, pressionado pelo exterior após decisão do BCE de elevar os juros em 25 pontos-base, com a sinalização de continuidade do aperto monetário.
As perdas, porém, são limitadas com o desempenho das commodities. Os investidores também repercutem a elevação da perspectiva de crédito do Brasil, de estável para positiva, pela S&P Global.
Em sintonia com os índices futuros de Nova York no pré-mercado, os recibos de ações das companhias brasileiras Vale e Petrobras operam sem direção única. Os ADRs da mineradora realizam os lucros recentes, na contramão do desempenho do minério de ferro.
Já os recibos de Petrobras avançam na esteira do petróleo, que sobe mais de 1%.
O sonho grande de Jorge Paulo Lemann parece estar amargando — e os norte-americanos parecem prontos para adicionar ainda mais água no chope do bilionário. Os problemas do executivo vão para além da Americanas — que admitiu a existência de fraude contábil bilionária — e chegaram à AB Inbev, dona da Ambev.
Depois de mais de duas décadas de liderança, a Bud Light, fabricada pelo império de Lemann, perdeu o posto de cerveja mais vendida dos Estados Unidos — ao menos no mês de maio.
Quem aproveitou a oportunidade para assumir a posição no último mês foi a Modelo Especial, marca da cervejaria mais famosa do México, a Constellation Brands.
A Modelo foi responsável por 8,4% das vendas de cerveja no varejo dos Estados Unidos durante o período de quatro semanas encerradas em 3 de junho, segundo informações da empresa de dados NIQ enviadas à consultoria Bump Williams.
O índice de atividade econômica industrial Empire State avançou de -31,8 em maio para +6,6 em junho, segundo levantamento divulgado pela divisão regional do Federal Reserve de Nova York.
O resultado ficou acima das expectativas dos analistas ouvidos pela FactSet, que projetavam avanço a -15,5.
COMBUSTÍVEL DE ALTA OCTANAGEM PARA OS ATIVOS: S&P TOCA O TAMBORIM BRASILEIRO
Lá fora, as ações asiáticas estavam em alta na quinta-feira, depois que o Federal Reserve dos EUA manteve as taxas de juros estáveis.
Dados da China mostraram que a atividade do consumidor e da indústria enfraqueceu em maio e o desemprego recorde entre os jovens nas cidades aumentou à medida que a recuperação econômica após o fim dos controles contra a Covid desacelerou — os consumidores, preocupados com possíveis perdas de empregos, voltaram às lojas e restaurantes menos rapidamente do que o esperado.
Ainda assim, verificamos uma alta por lá (as exportações japonesas acima do esperado em maio ajudaram a sustentar o humor).
Nos mercados europeus e nos futuros americanos o clima não foi tão positivo.
Diferentemente da China, que cortou a taxa de juros da linha de empréstimo de médio prazo (MLF) de 1 ano para 2,65% ao ano, o Banco Central Europeu elevou hoje a taxa básica de juros em 25 pontos-base para 3,5% ao ano, o que deixa os investidores ansiosos, considerando o estado atual da economia europeia.
Enquanto isso, nos EUA, temos a continuidade da digestão do movimento de ontem do Fed, que poderá voltar a subir juros em um segundo momento, e avaliação dos dados de vendas no varejo para maio. Por aqui, gostamos da perspectiva positiva da S&P para o Brasil.
A ver…
00:51 — Da Bossa Nova ao Boom Financeiro: S&P voltar a ter perspectiva positiva com o Brasil
Ontem, a Standard and Poor's, uma das agências de rating mais conhecidas do mundo, revisou a perspectiva para o Brasil de "estável" para "positiva", enquanto manteve a nota de crédito soberano em BB-/B.
Vale lembrar que essas agências não são "leading indicator" e costumam atuar de maneira atrasada ou enviesada (vide 2008), mas ainda assim são muito importantes para os investidores estrangeiros.
O movimento vale como confirmação do que temos observado nas últimas semanas, não apenas com a aprovação de um arcabouço fiscal crível, mas também com o início de um amadurecimento das reformas estruturais importantes dos últimos anos — a queda persistente da inflação e a independência do Banco Central são pontos positivos que aumentam a confiança dos investidores estrangeiros nas instituições brasileiras.
Sinais de estabilidade nas políticas fiscal e monetária podem beneficiar o crescimento do PIB do Brasil, mesmo com o déficit fiscal ainda alto.
A implementação das reformas tem apresentado menos riscos e a perspectiva é de menor inflação e relaxamento monetário, o que apoia o crescimento do país.
Se o arcabouço e a reforma tributária avançarem, há chance de melhoria do rating do Brasil nos próximos 12 a 18 meses — estimativas mais conservadoras não veem esse movimento antes de 2026, mas cada vez mais se torna possível uma melhora da avaliação brasileira entre 2024 e 2025.
A decisão da S&P afasta receios de retrocesso no debate político, desde que o país alcance um superávit suficiente para estabilizar a dívida conforme prometido pela Fazenda. Outras agências de rating provavelmente seguirão o movimento da S&P.
01:54 — Conforme o esperado, mas ainda duro…
Conforme previsto, o Federal Reserve manteve as taxas de juros após 15 meses de alta, mas sinalizou que provavelmente retomará o aperto em algum momento para reduzir a inflação. A decisão deixou a taxa de referência dos fundos federais em uma faixa-alvo de 5% a 5,25% ao ano.
Mas as previsões indicam que as autoridades esperam dois aumentos adicionais de 25 pontos-base nas taxas, ou um aumento de meio ponto, antes do final do ano.
O imaginário dos investidores sugere que a maioria espera que o Fed continue aumentando as taxas, com cortes não previstos para começar até 2024, o que me parece bem razoável.
Na coletiva de imprensa que acompanha a decisão, Jerome Powell se manteve firme ao mudar de posicionamento pela primeira vez depois de 10 aumentos consecutivos da taxa de juros.
O seu tom, porém, permaneceu duro e cauteloso, bastante atento aos bancos regionais nos EUA, à inflação ainda bem resistente e à chance de uma recessão na economia americana — para alcançar a meta de inflação de 2%, o banco central terá que aumentar a taxa de desemprego em 0,5 ponto percentual este ano, o que é um nível sem precedentes na história americana sem resultar em recessão (as projeções indicam que a taxa de desemprego deve subir para 4,1% em 2023).
02:46 — Enquanto uns sobem, outros descem
Se por um lado o Fed deixou de subir os juros nos EUA após 15 meses de aumentos nas taxas, por outro, o Banco Central Europeu está pronto para entregar o que poderia ser o penúltimo aumento em sua campanha sem precedentes de aperto monetário.
A autoridade europeia elevou a taxa de juros em 25 pontos-base hoje para 3,5% ao ano. Em sua comunicação com o mercado, a presidente do BCE, Christine Lagarde, provavelmente irá reiterar que os próximos passos dependem das perspectivas de preços e da inflação subjacente.
Enquanto isso, na China, o banco central aumentou seu estímulo monetário para ajudar a estimular a economia em meio a sinais de enfraquecimento do mercado imobiliário, queda no investimento empresarial e desemprego recorde entre os jovens.
Para isso, a taxa de empréstimos de um ano, ou facilidade de empréstimo de médio prazo, foi reduzida em 10 pontos-base para 2,65% ao ano. Se tratou da primeira redução desde agosto, fazendo com que os bancos provavelmente reduzam suas taxas de empréstimo na próxima semana. Bom para as commodities hoje.
03:29 — A fumaça vista em todo o mundo: as consequências econômicas dos incêndios florestais
Enquanto os incêndios florestais assolavam o Canadá na semana passada, mais de 100 milhões de pessoas na América do Norte foram colocadas em alerta de saúde e segurança.
No Canadá, os incêndios obrigaram à evacuação de pelo menos 16 mil pessoas, destruindo 200 edifícios (a maioria casas). Este ano, os incêndios florestais no Canadá queimaram uma área equivalente a mais de 5 milhões de campos de futebol.
Enquanto isso, nos EUA, a fumaça levou à pior qualidade do ar já registrada na cidade de Nova York, tornando-a brevemente a cidade mais poluída da Terra.
O fenômeno atrasou os voos para os aeroportos de NY e Nova Jersey, interrompeu a produção combinada de mais de 240 mil barris de petróleo por dia e cancelou shows e outros eventos esportivos.
Desastres naturais como incêndios florestais estão se tornando não apenas mais frequentes, mas também mais caros. No ano passado, os desastres climáticos custaram ao governo dos EUA mais de US$ 165 bilhões (o terceiro ano mais caro de todos os tempos).
A inação na crise climática pode custar à economia global US$ 178 trilhões até 2070. Um dos grandes debates da década.
04:14 — El Niño
Enquanto o mundo luta para normalizar-se depois da Covid-19 e da guerra entre Rússia e Ucrânia, a chegada do primeiro El Niño em quase quatro anos prenuncia novos danos a uma economia global já frágil.
A mudança para uma fase de aquecimento do La Niña mais frio pode gerar caos, especialmente em economias emergentes de rápido crescimento.
Os El Niños anteriores resultaram em um impacto marcante na inflação global, adicionando 3,9 pontos percentuais aos preços das commodities não energéticas e 3,5 pontos ao petróleo.
Combinado com clima mais extremo e temperaturas mais altas devido à mudança climática acelerada, o cenário agora está montado para o ciclo El Niño mais caro do mundo desde que os meteorologistas começaram a acompanhar.
Após o BCE elevar os juros em 25 pontos-base, em linha com o esperado. E, embora a inflação na região tenha desacelerado, a autoridade monetária afirmou que os preços devem continuar "muito altos por muito tempo", o que trouxe mais cautela aos mercados nos instantes seguintes à decisão.
O euro ganhou força ante o real, avançando a US$ 1,0844. A libra reduziu as perdas e passou a ser negociada a US$ 1,2657.
Já as bolsas europeias aceleraram as perdas após a decisão:
O Banco Central Europeu (BCE) elevou as taxas de juros em 25 pontos-base nesta quinta-feira (15).
Sendo assim, as taxas da Zona do Euro ficam:
O volume de serviços prestados caiu 1,60% em abril ante março, informou há pouco o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
O resultado de abril ficou aquém das expectativas dos analistas ouvidos pela Broadcast, que projetavam queda de 0,4% na comparação mensal.
Na comparação anual, o volume de serviços avançou 2,70% em abril, já descontado o efeito da inflação; também abaixo do esperado, de alta de 4,3%.
No ano, o índice acumula alta de 4,80%; em 12 meses, o indicador desacelerou a 6,80% — no mês anterior, o volume de serviços registrou alta de 7,30% até março.
O dólar abre em a R$ 4,8251 no mercado à vista, em alta de 0,38%.
O Ibovespa futuro abre em queda de 0,35%, aos 120.920 pontos. O índice acompanha o tom negativo do exterior, mais cauteloso antes da decisão do Banco Central Europeu (BCE) e digerindo a manutenção do juros americano na faixa de 5,00% a 5,25% ao ano pelo Federal Reserve (Fed), ontem (14).
Por aqui, a agenda segue esvaziada, com destaque somente para o volume de serviços prestados em abril, a ser divulgado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estaística (IBGE).
Na esfera política local, os ministros da Fazenda, Fernando Haddad, e do Planejamento, Simone Tebet, participam de encontro no Senado Federal para a apresentação do arcabouço fiscal. O presidente Lula deve realizar uma reunião com ministros.
| Onde | Agenda econômica | Período de referência | Horário de divulgação |
| França | Inflação ao consumidor (CPI) | Maio | 3h45 |
| Zona do euro | Balança comercial | Abril | 6h |
| Brasil | Volume de serviços | Abril | 9h |
| Brasil | Ministros Fernando Haddad (Fazenda) e Simone Tebet (Planejamento) apresentam arcabouço a líderes do Senado | -- | 9h |
| Zona do euro | Decisão de juros do BCE | -- | 9h15 |
| EUA | Novos pedidos de seguro-desemprego na semana | -- | 9h30 |
| EUA | Vendas no varejo | Maio | 9h30 |
| Zona do euro | Coletiva de imprensa do BCE | -- | 9h45 |
| EUA | Produção industrial | Maio | 10h15 |
| Brasil | Presidente Luiz Inácio Lula da Silva faz terceira reunião ministerial do governo | -- | 10h30 |
Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Aliansce Sonae (ALSO3).
ALSO3: [Entrada] R$ 23.30; [Alvo parcial] R$ 24.13; [Alvo] R$ 25.38; [Stop] R$ 21.91
Recomendo a entrada na operação em R$ 23.30, um alvo parcial em R$ 24.13 e o alvo principal em R$ 25.38, objetivando ganhos de 8.9%.
O stop deve ser colocado em R$ 21.91, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.
O Ibovespa encerrou as negociações em alta de 1,99%, aos 119.068 pontos, patamar mais alto desde 21 de outubro de 2022.
Também repercutindo o relatório da S&P Global, o dólar fechou a R$ 4,8068, em baixa de 1,14%.
Os índices futuros das bolsas de Nova York amanheceram no vermelho nesta quinta-feira.
Os investidores repercutem a sinalização de que o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) pretende voltar a aumentar os juros mais adiante, apesar da pausa anunciada ontem no aperto monetário.
Também há a expectativa com dados sobre a indústria e o varejo norte-americanos. Os participantes do mercado também monitoram a decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
Confira:
As principais bolsas de valores da Europa abriram em queda nesta quinta-feira.
Os investidores estão à espera da decisão de política monetária do Banco Central Europeu (BCE).
A expectativa é de uma nova alta da taxa básica de juro na zona do euro.
Os operadores da região ainda reagem à manutenção dos juros nos Estados Unidos. Entretanto, o sinal de que o Fomc, o Copom dos EUA, possa elevar as taxas na próxima reunião desagrada os investidores.
Veja:
As principais bolsas de valores da Ásia fecharam sem uma direção única nesta quinta-feira.
Parte dos mercados da região reagiu positivamente ao corte de mais uma taxa de juro pelo banco central chinês.
Na China continental, o índice Xangai Composto subiu 0,74%. Em Hong Kong, o Hang Seng saltou 2,17%. Já em Taiwan, o índice Taiex avançou 0,56%.
Em Tóquio, o índice Nikkei caiu 0,05% um dia depois de ter renovado sua máxima em 33 anos.
Já em Seul, o índice Kospi recuou 0,40%.
A produção industrial da China cresceu conforme o previsto em maio. A leitura de maio resultou em expansão de 3,5% na comparação com o mesmo período do ano passado.
A informação foi divulgada hoje pelo Escritório Nacional de Estatísticas do país (NBS, na sigla em inglês) e veio em linha com as estimativas dos analistas.
O NBS também revelou hoje um avanço de 12,7% das vendas no varejo na comparação anual e um aumento acumulado de 4% nos investimentos em ativo fixo durante os primeiros cinco meses de 2023 em relação a igual período de 2022.
O Banco do Povo da China (PBoC, na sigla em inglês) segue empenhado no estímulo à economia do país.
Dias depois de cortar a taxa de recompra reversa de sete dias, o PBoC anunciou nesta quinta-feira o corte dos juros da linha de empréstimo de médio prazo (MLF) para 1 ano. A taxa caiu de 2,75% para 2,65%.
O movimento reforça a expectativa de que o PBoC corte, na semana que vem, as taxas de referência de empréstimos, conhecidas como LPRs.
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