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MERCADOS HOJE

Bolsa agora: Petrobras (PETR4) limita perdas, mas Ibovespa interrompe sequência de ganhos e cai 0,77%; dólar sobe mais de 1%

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16 de maio de 2023
7:17 - atualizado às 17:34

RESUMO DO DIA: Com muita desconfiança ainda pairando sobre o anúncio da mudança na política de preços da Petrobras (PETR4), as ações da estatal tiveram um dia de forte alta, mas não foi o suficiente para que o Ibovespa engatasse mais um dia de alta. 

A temporada de balanços teve peso, com o Magazine Luiza (MGLU3) despencando após os resultados do primeiro trimestre. 

Nem mesmo a boa recepção das travas impostas pelo Congresso ao texto do arcabouço fiscal serviu de incentivo. Após um dia alternando entre perdas e ganhos, o saldo foi negativo. O dólar à vista e o mercado de juros também passaram por uma sessão de realização de lucros. 

Confira os principais destaques do dia:

SOBE E DESCE DO IBOVESPA

Além da reação às mudanças na Petrobras (PETR4), os investidores também digeriram os últimos números da safra de balanços do primeiro trimestre de 2023.

Na ponta positiva, a Hapvida (HAPV3) surpreendeu ao mostrar que ouviu o recado do mercado e que luta para fazer melhorias operacionais. Já na ponta negativa, a gigante do varejo, Magazine Luiza (MGLU3) teve um dos seus piores trimestres da história. Confira as maiores altas do dia:

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 3,418,25%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 27,806,72%
PETR4Petrobras PNR$ 26,302,49%
PETR3Petrobras ONR$ 29,202,24%
SUZB3Suzano ONR$ 43,711,86%

Confira também as maiores quedas da sessão:

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,38-22,83%
BRFS3BRF ONR$ 6,64-9,17%
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,44-7,53%
CVCB3CVC ONR$ 2,94-6,67%
JHSF3JHSF ONR$ 3,80-6,63%
FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o dia em queda de 0,77%, aos 108.193 pontos.

FECHAMENTO EM NOVA YORK

As bolsas em Nova York tiveram um dia negativo puxado pelo desempenho ruim de empresas de varejo no primeiro trimestre do ano e uma queda mais expressiva de companhias do setor de energia, acompanhando o recuo das principais commodities. Além disso, seguem as discussões para se elevar o teto da dívida pública americana

  • Nasdaq: -0,18%
  • S&P 500: -0,63%
  • Dow Jones: -1,01%
FECHAMENTO

O dólar à vista encerrou o dia em alta de 1,01%, a R$ 4,9428.

IBOVESPA SE FIRMA EM QUEDA

Na reta final antes do fim do pregão, o Ibovespa se firmou em queda, interrompendo a sequência de ganhos dos últimos dias.

Na ponta negativa, as ações do Magazine Luiza (MGLU3) recuam mais de 20%, repercutindo de forma negativa o balanço do primeiro trimestre do ano.

SAINDO DO FUNDO DO POÇO

No início de março, a operadora de saúde Hapvida (HAPV3) entrou de cabeça no fundo do poço. Os últimos meses já não foram fáceis para a empresa, com forte queda dos papéis, mas a divulgação do balanço do quarto trimestre de 2022 levou a um tombo de mais de 50% em poucos dias. 

O balanço em si não trouxe nenhum número catastrófico, mas os investidores e analistas reagiram ao conjunto da obra. Ou seja: a empresa não estava entregando as sinergias e melhorias prometidas no plano de aquisição da NotreDame Intermédica e estava tendo sérios problemas para reduzir os seus custos operacionais e sua sinistralidade. 

O balanço fraco levantou dúvidas não só sobre a capacidade da gestão da Hapvida, mas também do verdadeiro estado de saúde das finanças da empresa, elevando as preocupações sobre liquidez e capacidade de honrar requisitos regulatórios de caixa. 

A empresa foi rápida em buscar uma solução para parte dos problemas — com aumento de capital e venda de ativos para reduzir a alavancagem e apoiar o caixa da companhia —, mas apesar das operações terem sido bem recebidas, foi o balanço do primeiro trimestre de 2023 que veio para cimentar a retomada da confiança do mercado na companhia. 

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INSTABILIDADE NO IBOVESPA

Apesar da forte alta da Petrobras impulsionar o Ibovespa, o índice tem apresentado alguma instabilidade no início desta tarde. Parte da cautela vem de um dia mais ameno no exterior e também da dificuldade da B3 em firmar o nono dia consecutivo de alta.

REALIZAÇÃO DE LUCROS

Apesar da falta de gatilhos que inspirem cautela nos investidores, com o novo arcabouço fiscal bem recebido e confiança na tramitação do tema, tanto o dólar à vista quanto o mercado de juros futuros operam em um movimento de realização de lucros.
Vale lembrar que os dois mercados passaram por forte alívio nos últimos dias, com a moeda americana alcançando o seu menor nível de fechamento desde junho de 2022.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,32%13,30%
DI1F25DI Jan/2511,73%11,67%
DI1F26DI Jan/2611,23%11,13%
DI1F27DI Jan/2711,27%11,15%
DI1F28DI Jan/2811,39%11,27%
DI1F29DI Jan/2911,56%11,42%
NUBANK SALTA COM REVISÃO POSITIVA DE CASAS DE ANÁLISE PARA FINTECH APÓS BALANÇO

Todo mundo tem a sua hora e a sua vez, e a do Nubank parece ter chegado. Após um lucro  líquido ajustado de US$ 182,4 milhõesquase 20 vezes maior do que o registrado há um ano, de US$ 10,1 milhões — a fintech voltou a chamar a atenção dos analistas do mercado.

Para exemplificar esse deslumbre, usarei as palavras dos analistas do Itaú BBA, que elevaram a recomendação para os papéis de ‘neutro’ para ‘compra’ após o balanço: “esta é, de longe, a revisão mais significativa desde que iniciamos a cobertura do Nubank com rating underperform [o equivalente a recomendação de venda] em janeiro de 2022”.

A reação ao balanço, somada com o aceno positivo dos analistas do mercado, não foi suficiente para os papéis NUBR33 — os recibos de ações (BDRs, na sigla em inglês) negociados na bolsa brasileira —, que chegaram a subir quase 7% pela manhã, mas engataram queda de 1,0%, negociados a R$ 4,95. 

Já as ações listadas na New York Stock Exchange (NYSE) avançam 0,90%, cotados a US$ 6,14.

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MAGAZINE LUIZA (MGLU3) TEM PREJUÍZO MILIONÁRIO AFETADA PELA ALTA DE JUROS E AÇÕES TOMBAM MAIS DE 15% NA B3

O resultado trimestral da Magazine Luiza (MGLU3) foi um balde de água fria para quem imaginava que a varejista já entraria o ano com algum respiro e beneficiada pela crise da Americanas (AMER3). Nada disso: a companhia registrou um prejuízo líquido de R$ 391 milhões entre janeiro e março, um dado bem pior do que o mercado esperava.

Por volta das 13h28, MGLU3 recuava 15,30% no pregão da B3, cotada a R$ 3,71 e refletindo a frustração dos investidores com o que viram.

Em teleconferência com analistas na manhã desta terça-feira (16), o CEO da empresa, Frederico Trajano, citou as dificuldades econômicas ao comentar os números recentes. Segundo ele, a operação da Magazine Luiza melhorou, mas a economia em si ainda patina.

O balanço da varejista foi penalizado, principalmente, pela alta das taxas de juros — que impactam o consumo e a inadimplência — e pelo repasse do do Difal, que é a diferença nas alíquotas de ICMS em vendas interestaduais.

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SOBE E DESCE DA BOLSA

O Ibovespa sobe 0,18%, aos 109.222 pontos com impulso de Petrobras (PETR4) e ignora a cautela das bolsas americanas, de olho no teto da dívida nos EUA. 

Confira as maiores altas: 

CÓDIGONOMEULTVAR
HAPV3Hapvida ONR$ 3,4810,48%
RDOR3Rede D'Or ONR$ 28,107,87%
IRBR3IRB Brasil ONR$ 37,594,42%
VBBR3VIBRA energia ONR$ 15,103,78%
PETR4Petrobras PNR$ 26,573,55%

E as maiores quedas do dia: 

CÓDIGONOMEULTVAR
MGLU3Magazine Luiza ONR$ 3,70-15,53%
RRRP33R Petroleum ONR$ 30,85-6,29%
BRFS3BRF ONR$ 6,88-5,88%
JHSF3JHSF ONR$ 3,85-5,41%
CASH3Meliuz ONR$ 0,83-4,60%

REAÇÃO AO BALANÇO: LOCALIZA (RENT3)

Os papéis de Localiza (RENT3) avançam 1,18%, a R$ 61,98 no Ibovespa, com a repercussão do balanço do primeiro trimestre.

A companhia registrou lucro líquido consolidado ajustado de R$ 604,6 milhões no primeiro trimestre de 2023, uma queda de 19% quando comparado a igual intervalo do ano passado.

O Ebitda consolidado, por sua vez, subiu 39,9% na mesma base comparativa, para R$ 2,623 bilhões — o que impulsiona a alta das ações hoje.

REAÇÃO AO BALANÇO: BANCO DO BRASIL (BBSA3)

As ações do Banco do Brasil (BBAS3) operam em movimento de correção, com queda de 2,34%, a R$ 43,40, após o balanço trimestral da instituição divulgado ontem (15) depois do fechamento dos mercados.

O Banco do Brasil encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido ajustado de R$ 8,550 bilhões, um aumento de 28,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Em três meses, houve baixa de 5,4%.

A receita financeira com operações de crédito foi de R$ 32,304 bilhões, uma alta de 4,6%. O resultado da tesouraria, por sua vez, foi de R$ 10,086 bilhões, o que representou uma queda de 7,8% no trimestre.

O patrimônio líquido do banco ficou em R$ 169,533 bilhões, alta de 10,8% em um ano. O retorno sobre o patrimônio líquido (ROE, na sigla em inglês) ajustado foi a 20,8%, alta de 2,9 p.p. em base anual, e baixa de 1,8 p.p. em três meses.

FECHAMENTO NA EUROPA

Com a cautela sobre os EUA, com o teto da dívida e o risco de calote, as bolsas europeias encerraram, majoritariamente, em queda.

Confira o fechamento:

  • Londres: -0,33%;
  • Frankfurt: -0,09%;
  • Paris: -0,13%.
COMO ANDAM OS MERCADOS 

O Ibovespa sustenta alta pelo nono pregão consecutivo, próximo a zerar as perdas do ano. O índice sobe 0,14%, aos 109.184 pontos. 

O movimento positivo é impulsionado pelo forte avanço da Petrobras (PETR4), que anunciou mais cedo mudanças na política de preços dos combustíveis e a redução dos valores da gasolina e diesel, a partir de amanhã (17), nas refinarias. 

Além disso, os investidores concentram as atenções em Brasília, com a apresentação do texto final do arcabouço fiscal, pelo relator deputado Claudio Cajado (PP-BA), em entrevista coletiva.  

Os balanços corporativos também movimentam a bolsa de valores nesta terça-feira (16). 

O principal índice da bolsa brasileira, por sua vez, ignora a cautela das bolsas americanas. Por lá, os investidores monitoram o teto da dívida nos EUA. 

Entre os destaques do dia estão Hapvida (HAPV3), liderando a ponta positiva, com avanço de mais de 10% e Magazine Luiza (MGLU3), na ponta negativa, com recuo de mais 15%. 

Os juros futuros acompanham a valorização do dólar ante o real e o avanço dos Treasuries, de olho no teto da dívida americana.

GIRO DO MERCADO EMPIRICUS

Dia agitado no mercado hoje (16): Petrobras (PETR4) anunciou o fim da paridade internacional de preços do petróleo e Magazine Luiza (MGLU3) registrou um resultado do 1º trimestre de 2023 pior do que o esperado.

Com a nova política de preços da estatal, o receio do mercado é de que o governo federal passe a interferir nos preços da Petrobras e prejudique os ganhos da empresa.

O que, afinal, pode acontecer com a petroleira? É hora de fugir das ações?

O Magalu teve prejuízo de R$ 391 milhões nesse tri, o pior desde 2011, quando a ação foi listada em bolsa.

Só neste ano, a ação já subiu quase 70% até o último fechamento (15). Esse resultado é sinal para ficar de fora da ação ou a varejista tem espaço para subir mais?

Os analistas Ruy Hungria e Fernando Ferrer respondem a essas e outras perguntas no Giro do Mercado de hoje. Aperte o play e confira:

REAÇÃO AO BALANÇO: IRB (IRBR3)

Os papéis da resseguradora IRB (IRBR3) avançam 1,31%, a R$ 36,47, com repercussão dos resultados do primeiro trimestre deste ano.

O IRB registrou lucro líquido de R$ 8,6 milhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 89,4% na comparação com o mesmo período de 2022, quando registrou R$ 80,5 milhões.

Ainda, entre o janeiro e março deste ano, o volume total de prêmios emitidos da companhia caiu 21% em relação ao mesmo intervalo de 2022, para R$ 1,583 bilhão.

O sinistro retido total foi de R$ 933,2 milhões, praticamente o mesmo patamar de um ano antes. Já o índice de sinistralidade total no primeiro trimestre foi de 77,3%, com uma redução de 3,7 p.p. ante o mesmo período do ano anterior, de 81%.

PETROBRAS (PETR4) ANUNCIA REDUÇÃO DE PREÇOS NOS COMBUSTÍVEIS

O presidente da Petrobras anunciou a pouco a redução de preços da gasolina e do óleo diesel a partir de amanhã (17) nas refinarias.

A gasolina terá redução de R$ 0,40, enquanto o diesel, corte de R$ 0,44.

A medida é anunciada no mesmo dia da notícia da mudança de política de preços da estatal, com equiparação entre o mercado interno e internacional, com a inclusão do custo alternativo do cliente e do valor marginal para a Petrobras.

REAÇÃO AO BALANÇO: MARFRIG (MRFG3)

Os papéis da Marfrig (MRFG3) também recuam no Ibovespa, em repercussão do balanço trimestral. Os ações do frigorífico caem 3,93%, a R$ 6,35.

A empresa registrou prejuízo líquido de R$ 634 milhões no primeiro trimestre deste ano, e reverteu lucro líquido de R$ 109 milhões na comparação com o mesmo período do ano passado.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, apreciação e depreciação) ajustado recuou 45,5%, de R$ 2,749 bilhões para R$ 1,498 bilhão entre janeiro e março de 2023 ante o mesmo período de 2022.

REAÇÃO AO BALANÇO: BRF (BRFB3)

As ações da BRF (BRFS3) figuram entre as maiores quedas do Ibovespa, com recuo de 6,02%, a R$ 6,87. O movimento de queda deve-se ao balanço da companhia divulgado ontem (15) depois do fechamento dos mercados.

A BRF registrou prejuízo líquido de R$ 1,024 bilhão no primeiro trimestre de 2023, menor do que o prejuízo líquido de R$ 1,546 bilhão contabilizado em igual período do ano passado. O Ebitda ajustado no período atingiu R$ 607 milhões frente a R$ 152 milhões de um ano atrás.

Mas, pesa também sobre as ações a identificação de três casos de influenza aviária pelo Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA). Segundo o ministério, os casos de gripe aviária foram registrados em ave marinha silvestre no litoral do Espírito Santo, e a autarquia declarou "estado de alerta" para conter o avanço da doença no país.

PETROBRAS (PETR4; PETR3) AVANÇA

Em reação à mudança na política de preços dos combustíveis, os papéis da Petrobras avançam mais de 4% e sustenta a alta do Ibovespa.

Em linhas gerais, a definição dos preços passará a contar com o custo alternativo do cliente e o valor marginal para a Petrobras, na tentativa de equilibrar os valores nos mercados internacional e nacional. Confira os detalhes nesta matéria.

Os investidores também seguem monitorando a reunião entre o ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, e o presidente da Petrobras, Jean Paul Prates para detalhar a estratégia da estatal.

CÓDIGO NOMEULT VAR
PETR4Petrobras PNR$ 26,804,44%
PETR3Petrobras ONR$ 29,734,03%

REAÇÃO AO BALANÇO: NUBANK (NUBR33)

Os recibos de ações (BDRs) do Nubank avançam 6,60%, a R$ 5,33, com investidores reagindo ao balanço trimestral da fintech divulgado ontem (15) depois do fechamento dos mercados.

O Nubank registrou e lucro líquido ajustado de US$ 182,4 milhões em sua holding — que controla negócios no Brasil, Colômbia e México — no primeiro trimestre de 2023, 18 vezes maior na comparação com o resultado do mesmo período do ano passado.

A operação brasileira, separadamente, obteve lucro líquido ajustado de US$ 200 milhões, ante ganho de US$ 13 milhões há um ano, com um retorno sobre o patrimônio (ROE, na sigla em inglês) de 43%.

Por outro lado, a taxa de inadimplência aumentou. Considerando atrasos menores que 90 dias, a taxa ficou em 4,4%, ante 3,7% do mesmo período do ano passado e do quarto trimestre.

Por fim, o Itaú BBA elevou a recomendação dos papéis para compra, com preço-alvo de US$ 8,50, o que representa um potencial de valorização em 42,50% em relação ao fechamento anterior.

REAÇÃO AO BALANÇO: HAPVIDA (HAPV3)

Apesar do prejuízo trimestral, as ações da Hapvida (HAPV3) disparam no Ibovespa, com alta de 10,48%, a R$ 3,48. Os bancos e casas de análise apontam que o balanço trouxe sinais de melhora operacional.

O Itaú BBA, por exemplo, considerou o resultado positivo com tendências de lucratividade melhores que o esperado. Já a XP observa que o indicador de sinistralidade da companhia começou a trazer certo alívio nos custos e despesas. O Credit Suisse destaca que os resultados quebraram a tendência negativa do trimestre anterior, também de olho na sinistralidade.

A Hapvida registrou prejuízo líquido de R$ 341,6 milhões no primeiro trimestre de 2023, ante perdas de R$ 272,5 milhões de um ano antes, o que representou alta de 25,4%. No critério ajustado, a companhia teve lucro líquido de R$ 33,1 milhões, queda de 6,3% ante igual intervalo de 2022.

O Ebitda ajustado ficou em R$ 634,5 milhões, uma alta de 63,5% na comparação anual. Já a receita líquida somou R$ 6,726 bilhões entre janeiro e março de 2023, 12,8% acima do primeiro trimestre de 2022.

O Ibovespa acelera alta a 0,58%, aos 109.665 pontos, com o forte avanço de Petrobras (PETR4) após o anúncio da mudança de política de preços dos combustíveis.

Enquanto isso, o exterior opera em tom negativo de olho no teto da dívida dos EUA.

ABERTURA DE NOVA YORK

As bolsas americanas iniciaram as negociações em tom negativo, com os investidores mais cautelosos com o teto da dívida nos EUA.

Os mercados aguardam o encontro entre o presidente da Câmara dos Representantes, Kevin McCarthy, e o presidente do país, Joe Biden, para discutir um acordo orçamentário na tentativa de evitar o calote do governo federal.

Confira a abertura:

  • S&P 500: -0,19%;
  • Dow Jones: -0,31%;
  • Nasdaq: -0,12%.

DIS AVANÇAM

Com a valorização do dólar à vista e o avanço dos retornos dos Treasuries, os juros futuros (DIs) ampliaram a alta. Os investidores também monitoram o texto do arcabouço fiscal apresentado pelo relator deputado Claudio Cajado (PP-BA) há pouco em coletiva de imprensa.

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,31%13,30%
DI1F25DI Jan/2511,70%11,67%
DI1F26DI Jan/2611,18%11,13%
DI1F27DI Jan/2711,24%11,15%
DI1F28DI Jan/2811,36%11,27%
REAÇÃO AO BALANÇO: MAGAZINE LUIZA (MGLU3)

As ações da Magazine Luiza (MGLU3) despencam 13,01%, a R$ 3,80 com investidores reagindo ao balanço trimestral, divulgado pela companhia ontem (15) depois do fechamento dos mercados.

A varejista registrou um prejuízo líquido de R$ 391 milhões no primeiro trimestre de 2023, ante um resultado negativo de R$ 161 milhões no mesmo período do ano passado — um avanço de 142,9%. No conceito ajustado, o prejuízo foi de R$ 309 milhões.

O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação) foi de R$ 324 milhões, uma alta de 2% na comparação com mesmo período de 2022. O Ebitda ajustado foi de R$ 448 milhões, alta de 3,2%.

ABERTURA DO IBOVESPA

O Ibovespa abriu em alta de 0,30%, aos 109.354 pontos, na contramão dos índices de Nova York.

Por aqui, os investidores reagem ao texto final do arcabouço fiscal, com a expectativa de votação da urgência da proposta amanhã (17), na Câmara dos Deputados. O projeto de lei complementar que prevê a nova regra fiscal dece ser apreciado no plenário na próxima semana.

Os investidores também reagem à mudança na política de preços dos combustíveis, anunciada pela Petrobras (PETR4) no pré-mercado.

MATHEUS SPIESS: MERCADO EM 5 MINUTOS

O ARCABOUÇO - CAPÍTULO 2: A CHEGADA DO RELATÓRIO

Lá fora, a maioria dos mercados de ações asiáticos subiu nesta terça-feira, acompanhando alguma robustez nas ações dos EUA durante o pregão de ontem, enquanto os mercados aguardavam mais sinais sobre a maior economia do mundo, embora ganhos mais aparentes tenham sido contidos por dados econômicos decepcionantes da China — os indicadores conseguiram reforçar a ideia de que a recuperação da economia chinesa está perdendo força.

Os mercados europeus conseguem sustentar um humor predominantemente positivo, ainda que tímido, enquanto os futuros americanos caem nesta manhã.

Os investidores permanecem cautelosos e relutantes em fazer movimentos significativos em meio a preocupações com um impasse sobre o aumento do limite da dívida do governo americano.

A temporada de resultados ainda chama a atenção, assim como no Brasil, que deve usar a terça-feira para absorver alguns números corporativos.

A ver…

00:32 — Mudando a política de preço

Por aqui, os investidores devem se preocupar, entre outras coisas, com a avalanche de resultados corporativos divulgados ontem de noite.

Fora isso, ainda sobre vetores de atenção para o pregão de hoje, a Petrobras deverá comunicar oficialmente o término da política de paridade de importação (PPI) para os valores do diesel e da gasolina.

A paridade, que alinha os preços nacionais aos preços internacionais, foi implementada durante a gestão do presidente Michel Temer.

Desde a campanha eleitoral, o presidente Lula promete uma mudança dessa política. Ao que tudo indica, a nova política vai considerar os preços internacionais como referência, mas também levará em conta os custos locais de produção e as margens de refino em cada região do país.

Por fim, ainda sobre os destaques que podem afetar o mercado, teremos os dados de serviços, que devem mostrar um crescimento de 0,4% na comparação mensal na referência para o mês de março, e as mudanças no texto final do arcabouço fiscal, que comentarei mais detalhadamente a seguir.

01:12 — O enforcement veio

Antes de falarmos das mudanças boas, trataremos brevemente de uma vitória do governo.

O líder do governo na Câmara, o deputado José Guimarães (PT), afirmou que o aumento real do salário-mínimo e o pagamento do Bolsa Família ficam garantidos, mesmo que o governo descumpra a meta fiscal. A iniciativa foi confirmada pelo relator do projeto, o deputado Claudio Cajado (PP).

Adicionalmente, o Fundo Nacional de Ciência e Tecnologia ficará de fora das regras. As frentes eram demandas de Lula para concordar com o enforcement, que realmente veio.

Sobre este reforço, caso a meta não seja alcançada no primeiro ano de descumprimento, serão acionados mecanismos que proíbem o governo de criar cargos que gerem aumento de despesa, alterar a estrutura de carreira, criar ou aumentar auxílios, criar despesas obrigatórias, realizar reajustes de despesas obrigatórias acima da variação da inflação, ampliar subsídios e subvenções, e conceder ou ampliar benefícios tributários.

No segundo ano, caso a meta ainda não seja cumprida, o governo será proibido de realizar reajustes de despesas com servidores, contratar ou admitir pessoal e realizar concursos públicos.

Outras mudanças positivas incluem a mudança na regra de correção do limite das despesas, que volta a ser corrigido pela variação do IPCA no período de doze meses encerrado em junho do exercício anterior, como era antes de 2021, quando Bolsonaro alterou a regra para não furar o teto de gastos públicos.

Outros vetores positivos são a entrada do Fundeb e do piso da enfermagem no teto do arcabouço, bem como a previsão de relatórios bimestrais para monitorar as despesas e as receitas, o que deverá auxiliar no "spending review" da ministra Tebet.

A urgência do projeto deverá ser votada até quarta-feira, devendo ser avaliada em plenário na semana que vem.

02:21 — O dilema do teto da dívida pública americana

Nos EUA, está previsto que o presidente americano, Joe Biden, se encontre com os líderes do Congresso para reiniciar as negociações em relação ao impasse do teto da dívida.

As negociações se dão um dia após Kevin McCarthy, presidente da Câmara, declarar que o diálogo entre democratas e republicanos estava paralisado. Ontem, as ações subiram timidamente, mas hoje os futuros se mostram mais estressados.

No fim de semana, o presidente Biden mostrou otimismo de que um acordo poderia ser alcançado, mas nenhuma concessão significativa foi feita de nenhum dos lados.

Até que os republicanos e democratas se movam um pouco sobre aumentos de impostos, aumento do teto da dívida ou corte dos gastos federais, qualquer otimismo é prematuro.

Além das negociações sobre o teto da dívida, os investidores estão de olho nos resultados das varejistas nesta semana (hoje temos Home Depot) e nas vendas no varejo de abril, que devem aumentar 0,7% na comparação mensal.

03:11 — A fragilidade chinesa

O índice Shanghai Shenzhen CSI 300 da China caiu 0,1%, enquanto o índice Shanghai Composite ficou estável, já que os dados de produção industrial e vendas no varejo ficaram abaixo das expectativas para abril.

A produção industrial registrou alta anualizada de 5,6% em abril, cerca de metade da previsão, enquanto as vendas no varejo cresceram 18,4% na comparação anual, abaixo dos 23% esperados.

Os dados fracos estimularam as apostas de que o Banco do Povo deverá afrouxar ainda mais a política para sustentar o crescimento.

Embora ambas as leituras ainda tenham avançado a um ritmo estável em relação ao mês anterior, sua posição atrás das expectativas do mercado apontou ainda mais para uma recuperação frágil na maior economia da Ásia.

As leituras decepcionantes vêm após dados de importações, inflação e atividade comercial mais fracos do que o esperado no início deste mês, que apontavam para uma desaceleração da recuperação econômica, apesar do fim das medidas anti-Covid no início deste ano.

As preocupações com a China se espalham pelos mercados emergentes.

04:02 — O G7

O Grupo das Sete economias desenvolvidas (G7) realizará sua cúpula anual na sexta-feira em Hiroshima, Japão. Não serão, contudo, apenas sete líderes aparecendo.

Cinco nações que fazem parte do G-20 maior também virão: Austrália, Brasil, Índia, Indonésia e Coreia do Sul. Essa prática de convidar participantes extras surgiu em parte devido a mudanças geopolíticas que tornam alguns agrupamentos improdutivos.

Veja, tanto o G-7 quanto o G-20 nasceram de crises.

O primeiro surgiu na década de 1970, quando as nações industrializadas procuravam navegar na volatilidade causada pelo fim dos regimes de câmbio fixo, altas nos preços do petróleo e aumento do desemprego.

O segundo foi concebido no final dos anos 1990 para agrupar mercados avançados e emergentes durante a crise financeira asiática.

Essa foi uma época em que os formuladores de políticas no Ocidente acreditavam que a rápida globalização traria para países como China e Rússia não apenas desenvolvimento econômico, mas também uma evolução em seus sistemas políticos. Não foi bem assim.

O G-20 ainda funciona e é útil porque se trata de um fórum onde os EUA e a China ainda podem se envolver, mas tem suas limitações.

Assim como a Guerra Fria produziu a OTAN e outras instituições, observamos a possível criação de uma Segunda Guerra Fria, que poderia estimular a formação de novos grupos. Vale a pena ficar de olho se algo já será ventilado nesta semana.

CONFIRA O QUE DIZ ATÉ AGORA O TEXTO DO NOVO ARCABOUÇO FISCAL — E ONDE O GOVERNO 'PERDEU'

Depois de quase um mês de intensas negociações, o relatório do novo arcabouço fiscal na Câmara chega à reta final — mas ainda vai levar alguns dias para ser votado.

Em reunião na residência oficial do presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL) na noite da última segunda-feira (15), líderes partidários fecharam um acordo para endurecer a nova regra para controle das contas públicas proposta pela equipe econômica e decidiram levar à votação nesta semana apenas a urgência (tramitação acelerada) da proposta.

O pedido de urgência garante que o projeto fure a fila de votação e possa ser colocado em apreciação diretamente no plenário, sem passar por comissões. A disposição de votação acelerada já havia sido sinalizada por Lira ao governo e combinada com líderes partidários.

Já a votação do relatório do deputado Cláudio Cajado (PP-BA) — ou seja, do texto em si — ficou para a semana que vem.

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EUA: VENDAS NO VAREJO

As vendas no varejo dos EUA sobem 0,4% em abril ante março. O dado veio abaixo da expectativa, de alta de 0,8%.

ABERTURA DOS JUROS FUTUROS

Os juros futuros operam com viés de alta em toda a curva, acompanhando o avanço do dólar. Além disso, o mercado também monitora a tramitação do arcabouço fiscal na Câmara dos Deputados, com a entrevista coletiva do relator da matéria, Claudio Cajado (PP-BA), que acontece neste momento.

O deputado confirmou que a votação da urgência da matéria acontecerá nesta quarta-feira (17) e que a apreciação da nova regra fiscal no plenário está prevista para a próxima semana, no dia 24.

Confira o desempenho dos DIs hoje:

CÓDIGONOME ULT  FEC 
DI1F24DI Jan/2413,33%13,30%
DI1F25DI Jan/2511,73%11,67%
DI1F26DI Jan/2611,19%11,13%
DI1F27DI Jan/2711,22%11,15%
DI1F28DI Jan/2811,33%11,27%
ABERTURA DO DÓLAR

O dólar à vista abriu a R$ 4,8941, com alta de 0,12%.

ABERTURA DO IBOVESPA FUTURO

O Ibovespa futuro abriu em queda de 0,33%, aos 109.765 pontos e acompanha a aversão ao risco do exterior.

Os investidores locais também acompanham as negociações do texto final do arcabouço fiscal no Legislativo; a proposta deve ter urgência aprovada — medida que prevê mais agilidade na tramitação, retirando a necessidade de submissão do texto às comissões — amanhã (17) na Câmara dos Deputados.

Já a apreciação da nova regra fiscal deve acontecer somente na próxima semana.

Além disso, as atenções do mercado se concentram na mudança da política de preços da Petrobras (PETR4) para gasolina e óleo dieses, anunciada hoje mais cedo pela companhia.

IRB VOLTA AO LUCRO NO 1T23

Uma luz no fim do túnel da crise? Depois de três balanços no vermelho, o IRB Brasil (IRBR3) voltou a apresentar lucro líquido no primeiro trimestre deste ano. O resultado da empresa de resseguros foi de R$ 8,6 milhões nos primeiros três meses deste ano.

Apesar da queda de 89% em relação ao mesmo período de 2022, os números do primeiro trimestre deste ano vieram com uma novidade. O IRB teve o primeiro resultado positivo de underwriting depois de sete trimestres.

A diferença entre os prêmios recebidos e as despesas com sinistros ficou em R$ 3,7 milhões entre janeiro e março deste ano. Para efeito de comparação, o resultado de underwriting foi negativo em R$ 96,4 milhões no primeiro trimestre de 2022.

Ou seja, desta vez houve de fato um avanço operacional da companhia, em vez de um ganho motivado apenas pela linha financeira, como ocorreu com o lucro dos primeiros meses do ano passado.

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MERCADO DE COMMODITIES

Os dados mais fracos de varejo e indústria na China aumentaram a expectativa de que o governo chinês injetará novos incentivos na economia. E, ancorado nessa visão, o minério de ferro encerrou as negociações em alta de 1,12%, em Dalian.

Já o risco sobre o teto da dívida dos EUA, o petróleo operam em tom negativo. A commodity cai 0,08%, a US$ 75,18 o barril.

ADR DE PETROBRAS

Os recibos de ações (ADRs) de Petrobras operam voláteis no pré-mercado em Nova York, com os investidores reagindo à mudança na política de preços de combustíveis, anunciada há pouco. Os ADRs sobem 0,17%, a US$ 11,71.

De acordo com a decisão a diretoria executiva da estatal, os preços da gasolina e do diesel deixarão de ser ajustados somente em paridade internacional do petróleo e, a partir de agora, usarão como referência de mercado: o custo alternativo do cliente, como o valor a ser priorizado na precificação e; o valor marginal para a Petrobras.

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CAÇADOR DE TENDÊNCIAS

Após o fechamento do último pregão, identifiquei uma oportunidade de swing trade baseada na análise quant - compra dos papéis da Unipar (UNIP6).

UNIP6: [Entrada] R$ 68.53; [Alvo parcial] R$ 70.53; [Alvo] R$ 73.55; [Stop] R$ 65.18

Recomendo a entrada na operação em R$ 68.53, um alvo parcial em R$ 70.53 e o alvo principal em R$ 73.55, objetivando ganhos de 7.3%.

O stop deve ser colocado em R$ 65.18, evitando perdas maiores caso o modelo não se confirme.

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PETROBRAS (PETR4) APROVA NOVA POLÍTICA DE PREÇOS DA GASOLINA E COMBUSTÍVEIS

Poucos dias após divulgar seu balanço trimestral, a Petrobras (PETR4) aprovou na noite de segunda-feira (15) uma nova estratégia para a composição do preço dos combustíveis. Assim, a gasolina e o diesel devem ter uma política de preços diferenciada, segundo comunicado da companhia publicado nesta terça-feira (16).

Não ficou claro se a estatal abandonará a política de preços com paridade internacional, uma das críticas feitas pelo governo federal. Além disso, a companhia também não informou como será feito o novo cálculo.

A empresa ainda afirmou que os repasses de preços devem continuar acontecendo com certa periodicidade, sem levar em conta as oscilações momentâneas. O objetivo é evitar que a volatilidade as negociações internacionais e do câmbio afetem esses valores.

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Até agora, a regra utilizada não previa nenhum tipo de intervenção do governo federal nos preços na tentativa de baratear a gasolina ou o diesel, respeitando apenas as variações internacionais.

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AGENDA DO DIA

A agenda segue cheia no exterior, os investidores acompanham o discurso do presidente do Banco Central Europeu (BCE), Christine Lagarde. O PIB do trimestral também é destaque na Zona do Euro.

Por aqui, as atenções se concentram em Brasília, na expectativa do texto final do arcabouço fiscal. Soma-se a isso, a repercussão da decisão da nova política de preços de combustíveis da Petrobras (PETR4), informada há pouco.

Os investidores locais também acompanham as teleconferências das companhias que divulgaram os resultados trimestrais ontem (15) depois do fechamento dos mercados. Entre eles, Magazine Luiza, Banco do Brasil, XP, Localiza, Nubank e IRB.

Confira os principais indicadores do dia:

HorárioPaís / RegiãoEvento
3hReino UnidoTaxa de desemprego em abril
6hZona do EuroPIB do trimestre e balança comercial de março
6hZona do EuroÍndice de percepção econômica ZEW em maio
9h30Estados UnidosNúmero de vendas no varejo em abril
10h15Estados UnidosNúmeros da produção industrial em abril
11h00Zona do EuroDiscurso de Christine Lagarde, presidente do BCE
Fonte: Investing.com
FUTUROS DE NOVA YORK OPERAM SEM DIREÇÃO ÚNICA COM TETO DA DÍVIDA NO RADAR

Os índices futuros de Nova York apontam para uma abertura sem um único sinal.

Os investidores acompanham os debates sobre o teto da dívida dos Estados Unidos. O presidente dos EUA, Joe Biden, e os chefes das Casas Legislativas norte-americanas ainda não encontraram um acordo para resolver o impasse sobre as contas do país.

O dia 1º de junho marca o "limite" para um aumento do teto de endividamento dos EUA. Apesar de o Congresso e a Casa Branca sempre entrarem em um acordo, desta vez o governo está há pouco menos de 15 dias do final do prazo para resolver o problema.

Sem o dinheiro, a máquina do governo deve parar — e um esboço de calote da dívida começa a aparecer. O cenário é ruim, mas há uma expectativa de resolução.

Confira os índices por lá:

  • Dow Jones futuro: -0,23%
  • S&P 500 futuro: -0,10%
  • Nasdaq futuro: +0,01%
PETROBRAS (PETR4): NOVA ESTRATÉGIA PARA PREÇOS DE COMBUSTÍVEIS

A Petrobras (PETR4) aprovou uma nova estratégia comercial para a definição da política de preços da gasolina e diesel. A decisão foi tomada ontem (15) pela diretoria executiva da estatal, conforme comunicado divulgado há pouco na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

BOLSAS DA EUROPA ABREM SEM FORÇA

Os principais índices europeus abriram perto da estabilidade hoje.

Os investidores acompanham desdobramentos do debate sobre o teto da dívida dos Estados Unidos. Dados econômicos da região e balanços corporativos ficam em segundo planto.

Confira:

  • DAX: +0,10%
  • FTSE 100: +0,11%
  • CAC 40: +0,05%
MERCADOS NA ÁSIA

As bolsas na Ásia encerraram mistas na sessão desta terça-feira, depois de novos dados em Xangai confirmarem temores de que a economia chinesa estaria mais fraca do que o imaginado.

Na China continental, o índice Xangai Composto recuou 0,60%, a 3.290,99 pontos, enquanto o Shenzhen Composto caiu 0,71%, a 2.019,38 pontos.

Os dados oficiais chineses mostraram que a produção industrial subiu 5,6% na comparação anual, ao passo em que as vendas no varejo cresceram 18,4% em abril; os investimentos em ativos fixos, por sua vez, avançaram 4,7% no acumulado dos primeiros quatro meses do ano. Apesar do crescimento em todas as frentes, os números vieram abaixo das expectativas do analistas.

Já no restante da Ásia, o índice japonês Nikkei subiu 0,73% em Tóquio, a 29.842,99 pontos e o Hang Seng registrou teve leve avanço de 0,04% em Hong Kong, a 19.978,25 pontos.

Já o índice sul-coreano Kospi teve ganho de 0,04% em Seul, a 2.480,24 pontos, e o Taiex avançou 1,28% em Taiwan, a 15.673,90 pontos.

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS: CALOTE DA DÍVIDA DOS EUA ESTÁ NO RADAR

O mercado financeiro internacional está cada vez mais preocupado com a situação do limite da dívida americana. E do que se trata na verdade este tema? Falamos aqui de uma lei que limita a quantidade total de dinheiro que o governo dos EUA pode tomar emprestado para pagar suas contas.

Isso inclui o pagamento de funcionários federais, militares, Previdência Social e Medicare, bem como juros sobre a dívida nacional e restituições de impostos. Periodicamente, o Congresso dos EUA vota para aumentar ou suspender o teto para que possa tomar mais empréstimos.

Atualmente, o limite é de cerca de US$ 31,4 trilhões. Esse limite foi violado em janeiro, mas o Tesouro tem se valido desde então de "medidas extraordinárias" para fornecer mais dinheiro ao governo enquanto o impasse não é resolvido.

Mas o que acontece se o teto da dívida não aumentar?

Bem, isso nunca aconteceu antes, então as consequências não estão totalmente claras, mas sabemos que causariam grandes danos econômicos. Afinal, o governo americano não seria mais capaz de pagar os salários dos funcionários federais e militares, e os cheques da Previdência Social, dos quais milhões de aposentados nos EUA dependem, cessariam. 

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FECHAMENTO

O Ibovespa encerrou o pregão da última segunda-feira (15) em alta de 0,52%, aos 109.029 pontos.

Enquanto isso, o dólar à vista seguiu a tendência do mercado internacional e fechou o dia em queda de 0,71%, a R$ 4,8882.

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