🔴 [NO AR] ESPECIALIZAÇÃO EM IA: PRIMEIRA AULA GRATUITA LIBERADA – ASSISTA AGORA

Conteúdos exclusivos da Empiricus

Parceria Seu Dinheiro e Empiricus:

Salve suas matérias favoritas do Seu Dinheiro criando uma conta gratuita na Empiricus.

E tem mais: ao criar sua conta gratuita, você ganha acesso a um universo de conteúdos que vai muito além das notícias.

Relatórios, cursos, podcasts, newsletters e estratégias de investimento para transformar informação em melhores decisões.

AÇÕES BLINDADAS

XP aponta seis ações defensivas para enfrentar o novo choque de 50% imposto pelos EUA — e duas possíveis beneficiadas

Enquanto a aversão a risco toma conta do mercado, a XP lista seis papéis da B3 com potencial para proteger investidores em meio ao tarifaço de Trump

Bolsa de valores, mercados, ações, B3, real. Foto iStock (2)
Imagem: iStock/sankai

Nem tudo está perdido. Diante das novas tarifas anunciadas pelos Estados Unidos sobre produtos brasileiros, o mercado encontra maneiras de resistir e, para quem quiser se preparar para um cenário mais duro, analistas da XP apresentaram uma carteira com seis ações “blindadas” ao tarifaço de Trump.

Na avaliação da XP, apesar do baque inicial, há oportunidades de defesa no próprio mercado acionário brasileiro. A corretora mapeou seis ações listadas na B3 que podem atuar como proteção neste cenário turbulento: SLC Agrícola (SLCE3), BrasilAgro (AGRO3), Gerdau (GGBR4), Aura Minerals (AURA33), Unipar (UNIP6) e Rumo (RAIL3).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Segundo os estrategistas, essa cesta “antitarifas” já acumula valorização de 17,3% desde sua criação, em meados de abril, contra uma alta de 9,6% do Ibovespa no mesmo período.

Do outro lado, companhias com forte exposição ao mercado americano estão entre as mais pressionadas com o novo pacote tarifário. A lista inclui nomes como Embraer (EMBR3), WEG (WEGE3), Tupy (TUPY3), Mahle Metal Leve (LEVE3) e Randon (RAPT4).

Na prática, os analistas da XP veem um impacto direto nas exportações e, de forma indireta, efeitos significativos sobre o câmbio, a inflação, especialmente em caso de retaliação do Brasil, e no investimento direto estrangeiro.

Mas o jogo ainda não está perdido para todos. A XP avalia que algumas empresas, apesar do contexto adverso, podem até se beneficiar da nova configuração de preços e fluxos comerciais.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Além da proteção: possíveis beneficiadas

Entre os potenciais nomes com upside nesse cenário a XP destaca a JBS (JBSS32). A companhia, com operações robustas nos Estados Unidos e na Austrália, pode encontrar espaço para impulsionar os preços da carne bovina nessas regiões. 

Leia Também

NA FRENTE DE PETR4 E VALE3

Ambev (ABEV3) desbanca gigantes como a ação mais negociada da B3 por um grupo de investidores; descubra qual

A BOLSA NA LUPA

Fundos estão baratos na bolsa? BTG vê janela de oportunidades após queda e indica em quais investir

O potencial de valorização, no entanto, ainda é difícil de quantificar com precisão, segundo os analistas.

Outro nome que entra no radar é a Braskem (BRKM5). Caso o Brasil opte por retaliar as medidas de Washington, a petroquímica poderia se beneficiar com aumento dos preços e maior participação no mercado doméstico de resinas plásticas. 

“Um ponto de cautela, contudo, é que a companhia também teria de ajustar sua cadeia de suprimentos para evitar impactos negativos sobre as importações de nafta”, afirma a XP.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Até o momento, o governo brasileiro indicou que adotará contramedidas com base na Lei de Reciprocidade Econômica.

Setores com potencial defensivo

A cesta montada pela XP leva em conta a resiliência e as perspectivas setoriais. No agronegócio e transportes, por exemplo, a expectativa é de que a demanda chinesa por grãos migre dos Estados Unidos para o Brasil, à medida que a guerra comercial entre os dois países se intensifica.

Já no setor de mineração e siderurgia, apesar da exposição limitada às tarifas — com impacto de até 4% das receitas —, há espaço para ganhos com a valorização do preço do aço nos EUA.

“O principal risco agora decorre dos efeitos da tarifa sobre o real e sobre a percepção geral de risco”, escreveram os estrategistas da XP. No setor de óleo e gás, por sua vez, um dólar mais forte também tende a beneficiar as companhias exportadoras brasileiras.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

*Com informações do Money Times

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
ações ibovespa bolsa brasileira 23 de agosto de 2026 - 15:30
Montagem com um fundo de gráfico de ações e a bandeira do Brasil dentro de uma lupa, gestores, ações, fundos 21 de agosto de 2026 - 19:33
Wall Street diante de um gráfico vermelho de queda 21 de agosto de 2026 - 18:31
Ações da Hapvida (HAPV3) 21 de agosto de 2026 - 18:02
fundo incentivado de investimento em infraestrutura fi infra 21 de agosto de 2026 - 16:00

Conteúdo BTG Pactual

FI-Infra: Conheça classe de ativos e saiba se vale a pena investir agora

21 de agosto de 2026 - 16:00
Montagem traz um fundo de gráfico de ações em vermelho, a analista da Empiricus, Lais Costa, em primeiro plano; Luis Leal (da G5 Partners) do lado esquedo e Luis Stuhlberger do lado direito da imagem. Na parte inferior, a pergunta: Fim de uma era? 20 de agosto de 2026 - 19:02
bitcoin BTC energia 20 de agosto de 2026 - 10:40
desenvolvimento sustentável 20 de agosto de 2026 - 9:30
Montagem com fotos da Embraer, Sabesp e um hospital da Rede D'Or 19 de agosto de 2026 - 18:12
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar