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Os indicadores de atividade econômica na Zona do Euro e na China de junho vieram mais fracos do que o esperado; mas expectativas sobre cenário fiscal seguem limitando as perdas da moeda americana
Ainda abaixo dos R$ 5,00, o dólar tenta emplacar a terceira alta consecutiva nesta semana, sendo beneficiado mais uma vez pelo cenário macroeconômico.
Nesta quarta-feira (5), por volta das 16h, o câmbio operava a R$ 4,8448, alta de 0,09%, no mercado à vista. A moeda também mostra força lá fora, com o índice DXY — que compara o dólar frente a uma cesta de moedas fortes — registrando avanço de 0,34%.
A moeda norte-americana — considerada um ativo de segurança — ganha força ante o real, repercutindo os dados de atividade econômica do exterior.
E, mais uma vez, China é um motivo de preocupação. O índice de gerentes de compras (PMI, na sigla em inglês) composto, que engloba os setores industrial e de serviços, caiu de 55,6 em maio para 52,5 em junho.
A queda maior, na comparação anual, foi puxada pelo setor de serviços, cujo PMI recuou de 57,1 para 53,9 no mesmo período. Os dados foram divulgados pela S&P Global Ratings, em parceria com a Caixin.
Ainda que o indicador tenha ficado acima de 50, mostrando que a atividade setorial mantém-se território de expansão, há uma nítida desaceleração na comparação mensal.
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O ritmo da economia chinesa tem potencial de mexer com o câmbio aqui porque o gigante asiático é um dos maiores compradores de produtos brasileiros.
Mas o recuo não ficou restrito à segunda maior economia do mundo. Os indicadores de atividade econômica na Zona do Euro, também divulgados nesta quarta-feira, vieram mais fracos do que o esperado. O PMI composto caiu de 52,8 em maio para 49,9 no mês passado, segundo a medição da S&P.
Além disso, os EUA divulgaram a ata da última reunião do Federal Reserve (Fed), que manteve a taxa de juro no intervalo entre 5,00% a 5,25% ao ano.
O documento confirmou as expectativas de que a autoridade monetária deve seguir com o aperto e promover novas altas nas próximas reuniões.
Por outro lado, mesmo entre os dirigentes que defendem a continuidade do aperto, há um sentimento de que o ritmo das elevações, que incluiu quatro aumentos consecutivos de 0,75 ponto percentual em reuniões consecutivas, diminuirá.
Em repercussão, o alerta de recessão global acendeu novamente nos mercados internacionais. E, por ser considerado um ativo de proteção ao risco, o dólar voltou a valorizar ante moedas rivais.
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A luta de braços entre o cenário externo e doméstico é o que limita os ganhos do dólar nesta quarta-feira (5).
Enquanto os mercados internacionais operam mais avessos ao risco com o receio de uma recessão econômica, por aqui o foco das atenções está em Brasília.
Os investidores acompanham as movimentações para a apreciação da Reforma Tributária na Câmara dos Deputados ainda nesta semana. A proposta, por sua vez, sofre impasses dos governadores — entre eles, o de São Paulo, Tarcísio de Freitas (PL-SP).
Mas hoje, após uma reunião com o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, o governador paulista sinalizou que pode apoiar a reforma.
Será uma semana agitada no Congresso, já que a votação do arcabouço fiscal também está prevista para acontecer até sexta-feira (7), antes do recesso parlamentar.
Além disso, o Banco Central informou hoje que o país registrou fluxo cambial — entrada e saída de capital — positivo de US$ 2,890 bilhões em junho, revertendo a saída líquida de US$ 1,157 bilhão em maio.
Assim, se a situação externa se acalmar, a tendência ainda é de um dólar mais fraco. No ano, a moeda norte-americana acumula queda de 8,22% ante o real.
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