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No podcast Touros e Ursos da semana, o debate é sobre como ajustar a carteira de investimentos ao fim do ciclo de alta dos juros, que se já não chegou, está realmente muito perto
Bem, é isso, parece que finalmente chegamos ao fim do ciclo de alta dos juros no Brasil - ou quase.
Em reunião na última semana, o Comitê de Política Monetária do Banco Central (Copom) aumentou a Selic em meio ponto percentual, para 13,75%, e deixou em aberto a possibilidade de apenas mais um “ajuste residual” no próximo encontro.
Em outras palavras, podemos esperar, no máximo, apenas mais uma alta em setembro, que, na visão do mercado, deve ser de 0,25 ponto, levando a Selic para 14% ao ano.
E aí a taxa permaneceria em um patamar elevado por algum tempo, até eventualmente voltar a cair.
É claro que tudo vai depender da inflação. Mas com o aperto monetário global e a possibilidade inclusive de uma recessão nos países ricos, além dos efeitos já percebidos nos preços com a queda do petróleo e os cortes de impostos sobre combustíveis e energia, o mais provável é que, de fato, os índices de preços comecem a ceder.
Eu já mostrei no Seu Dinheiro, por exemplo, que a nova alta da Selic deixou as aplicações conservadoras de renda fixa ainda mais rentáveis, e assim elas devem permanecer ainda por um bom tempo.
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Mas com um retorno tão bom com praticamente nenhum risco, se justifica correr o risco do mercado de ações? E com a perspectiva de recessão nos EUA, de manter dólar e ativos dolarizados na carteira? E o que dizer dos demais ativos de renda fixa, que têm um pouco mais de risco?
No podcast Touros e Ursos desta semana, eu, Victor Aguiar e Vinícius Pinheiro debatemos justamente qual o rumo que devemos dar à carteira de investimentos diante do novo cenário de fim da alta de juros.
Como de costume, também falamos sobre os nossos touros e ursos da semana - e houve muitos touros entre os quais escolher!
Para acompanhar a nossa conversa, basta apertar o play no tocador abaixo!
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