O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O pacote de corte de impostos de Truss no início do governo começou como uma medida para aliviar a conta para os ingleses, mas o tiro saiu pelo lado errado
A primeira-ministra do Reino Unido Liz Truss acaba de renunciar ao cargo em meio a uma forte crise política no país. Truss completou 45 dias de mandato nesta quinta-feira (20) como líder do Partido Conservador na Câmara inglesa.
Em um pronunciamento rápido à BBC, Truss afirmou que permanecerá no cargo até que seu sucessor seja escolhido pelo partido. A primeira-ministra foi sucessora de Boris Johnson, também conservador que acabou caindo por pressões políticas.
A renúncia ocorre apenas um dia depois de, em meio à pressão para que entregasse o cargo, Liz Truss ter afirmando que é “uma combatente, não uma desistente”.
Em apenas 45 dias, Liz Truss tornou-se a primeira chefe de governo do Reino Unido a servir sob dois diferentes monarcas. Empossada pela rainha Elizabeth II no início de setembro, ela entregou hoje sua renúncia ao rei Charles III.
De cara, Truss precisou enfrentar uma crise econômica marcada por uma inflação fora de controle e que vem forçando o Banco da Inglaterra (BoE, o banco central britânico) a elevar a taxa de juro para tentar segurar os preços. Na última leitura, a inflação do Reino Unido atingiu os 10,1% ao ano, voltando aos dois dígitos após mais de 40 anos.
O pacote de corte de impostos proposto por Truss no início do governo começou como uma medida para aliviar a conta para os ingleses.
Leia Também
Entretanto, ao analisar mais profundamente, o mercado começou a precificar as ideias da primeira-ministra — a partir daí, houve uma corrida pelo dólar e uma forte desvalorização da libra frente aos seus pares internacionais.
As dificuldades enfrentadas por Liz Truss nas poucas semanas desde que chegou ao poder vinham alimentando preocupações entre seus colegas conservadores de que o Partido Trabalhista venha a ser colocar em posição de contestar a atual maioria parlamentar dos tories nas urnas.
Ontem, a votação de um projeto de lei para proibir o fracking proposto pela oposição chegou a ser tratada por líderes conservadores como um voto de confiança em Truss, ocasionando cenas dignas de filmes pastelão na Câmara dos Comuns.
Diante da renúncia, o Partido Conservador do Reino Unido se reunirá no decorrer da próxima semana para escolher um novo líder. Liz Truss permanecerá provisoriamente no cargo até que um sucessor seja escolhido pela legenda.
Liz Truss viveu intensamente os últimos 45 dias. A saída do ministro das Finanças, Kwasi Kwarteng, na última sexta-feira (14) ampliou a crise do governo.
O sucessor de Kwarteng, Jeremy Hunt, era cotado para o cargo, mas já afirmou que não pretender concorrer. A expectativa do Partido Conservador é de que a escolha de um novo nome para chefiar o parlamento britânico ocorra em 31 de outubro.
Os ingleses parecem pouco se improtar com a saída da primeira-ministra. A bolsa de Londres opera em leve queda — de 0,10% — desde a abertura, enquanto a média dos índices da Europa procura emplacar alta, mas não conseguem tração.
Do outro lado do mundo, as bolsas de Nova York operam com alta volatilidade e inverteram a alta das primeiras horas do dia e passaram a cair. Acompanhe a nossa cobertura de mercados ao vivo.
Assembleia alcança consenso unânime sobre o novo líder supremo do Irã, sob o critério de ser ‘odiado pelo inimigo’
Presidente dos Estados Unidos fez novas ameaças ao Irã em seu perfil no Truth Social neste sábado (7)
Walter Maciel diz que os Estados Unidos têm algo que o Brasil não tem: uma política de Estado que olha para gerações
Governo cubano adota nova estratégia de sobrevivência diante de sanções dos EUA, que ameaçam causar um apagão total no país
De acidente natural a centro nervoso das tensões entre potências, Ormuz mostra como geografia ainda determina quem tem vantagem no tabuleiro mundial
A TAG Investimentos explica como a inteligência artificial está operando uma seleção natural no mercado de trabalho e o que isso significa para a bolsa
Brent sobe 12% em três dias com risco no Estreito de Ormuz; para o banco, Petrobras ganha fôlego para reforçar caixa e sustentar proventos
O Kospi vinha de uma valorização estrondosa de 75% no ano passado, impulsionado pelo hype da inteligência artificial
O banco avalia o choque da alta dos preços do petróleo na região e diz quem ganha, quem perde e como ficam inflação e juros no Brasil, na Argentina, na Colômbia, no Chile e no México; confira a análise
Com quedas de até 15% no ano, as empresas de software brasileiras estão no olho do furacão da IA, mas, segundo o Bank of America, a barreira de dados e a chance de proventos ainda pesam mais que o risco tecnológico
Queda de aeronave militar carregada com 18 toneladas de papel-moeda gera onda de saques e vandalismo
As agências de classificação de risco S&P Global, Fitch Ratings e Moody’s lançam um olhar sobre o Oriente Médio e dizem o que pode acontecer se o conflito durar muito tempo
O banco realizou algumas alterações na carteira de ações internacionais em março, com novas oportunidades de ganho em meio ao ciclo de juros do Fed
Bombardeio contra refinaria da Saudi Aramco coloca em xeque produção da petroleira, mas isso já aconteceu no passado — bem no ano de seu IPO bilionário
A disparada do petróleo pode reascender a inflação global, e alguns líderes de bancos centrais ao redor do mundo já estão em alerta
O gringo está injetando dinheiro no Brasil, México e Colômbia, atraído pelo tamanho desses mercados, mas, para o investidor brasileiro, a diversificação para EUA, Ásia e Europa seguem como o mantra dos bons retornos
Com o espaço aéreo fechado desde sábado (28), cidades dos Emirados Árabes Unidos se aliam com hotelaria para administrar milhares de turistas presos no país após ataques iranianos
Para o capital estrangeiro, o Brasil não é um debate político ou fiscal, mas um balcão de oportunidades de valor; entenda por que, para o gringo, o micro das companhias vence o macro do governo — mas não para sempre
Mesmo com os ataques envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã afetando o fluxo de petróleo na região, o grupo decidiu elevar a oferta em 206 mil barris por dia
Banco avalia que risco maior está na logística global da commodity e mantém recomendação de compra para ação do setor