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O chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), Rafael Grossi, disse que os combates no final de semana em Zaporizhzhia são extremamente perturbadores. Do lado russo, o chefe da agência estatal de energia atômica também fala de risco elevado de vazamento
Quando as forças de Vladimir Putin assumiram o controle do território ao redor de Zaporizhzhia em março deste ano, um fantasma voltou a assombrar o mundo: a possibilidade de uma nova catástrofe nuclear nos moldes do que foi Chernobyl. Oito meses depois, esse temor volta à tona, com os novos ataques à maior usina nuclear da Europa.
E quem disparou o alerta foi Rafael Grossi, chefe da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA), órgão de vigilância nuclear da ONU, afirmando que o autor dos ataques está “brincando com fogo".
"Explosões ocorreram no local desta grande usina nuclear, o que é completamente inaceitável. Quem quer que esteja por trás disso, deve parar imediatamente. Como eu já disse muitas vezes antes, você está brincando com fogo", afirmou Grossi.
Mais de uma dúzia de explosões abalaram Zaporizhzhia no sábado (19) e no domingo (20). Só que tanto a Rússia como a Ucrânia culpam um ao outro pelos bombardeios da instalação, como fizeram nos últimos meses após as explosões anteriores.
Os combates contínuos em torno da maior usina nuclear da Europa levantaram preocupações sobre uma catástrofe nuclear desde que as tropas russas ocuparam a região nos primeiros dias da guerra.
A usina — localizada no sul da Ucrânia — fica a apenas 500 quilômetros do local do pior acidente nuclear do mundo, o desastre de Chernobyl, em 1986.
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Citando informações fornecidas pela administração da usina, a equipe da AIEA indicou que houve danos a alguns prédios, sistemas e equipamentos.
Zaporizhzhia fornecia cerca de um quinto da eletricidade da Ucrânia antes da invasão da Rússia, em 24 de fevereiro, e foi forçada a operar com geradores de reserva várias vezes.
Mesmo que os reatores estejam desligados, ainda existe o risco de o combustível nuclear superaquecer se a energia que aciona os sistemas de resfriamento for cortada. O bombardeio cortou repetidamente as linhas de energia.
Não foi só a agência da ONU que fez o alerta sobre os riscos de uma nova catástrofe nuclear. O governo de Putin também sinalizou hoje sobre essa possibilidade.
Mais cedo, o chefe da Rosatom — a agência estatal de energia atômica da Rússia — alertou que há risco de um acidente nuclear na usina de Zaporizhzhia após os bombardeios no fim de semana.
“A usina corre o risco de um acidente nuclear. Estávamos em negociações com a Agência Internacional de Energia Atômica a noite toda", disse o CEO da Rosatom, Alexei Likhachev, à Interfax.
A Rosatom controlava a instalação por meio de uma subsidiária desde que Putin, em outubro, ordenou à Rússia que apreendesse formalmente a usina e transferisse funcionários ucranianos para uma entidade russa. Kiev diz que a transferência de ativos equivale a roubo.
O chefe da Rosatom também disse que parecia que a Ucrânia estava disposta a "aceitar" um "pequeno acidente nuclear" em Zaporizhzhia.
*Com informações da ABC e da Reuters
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