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A queda pode ser uma oportunidade de compra para quem deseja aumentar sua participação ou incluir VALE3 no portfólio

Na esteira da queda do minério de ferro e da aversão ao risco global, a Vale (VALE3) e outras mineradoras e siderúrgicas da B3 recuam forte nesta sexta-feira (22).
Os papéis VALE3 recuaram 5,80% hoje, a R$ 80,45. Somado às quedas dos últimos dias, o tombo da mineradora já ultrapassa os 16% no mês e apaga a maior parte dos ganhos registrados desde o início do ano.
À primeira vista, a notícia não é bem recebida por quem vê sua carteira de ações avermelhar-se. Mas, uma análise por outro ângulo pode levar à conclusão de que a queda é, na verdade, uma oportunidade de compra para quem deseja aumentar sua participação ou incluir VALE3 no portfólio.
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Se você está se perguntando por que deveria apostar na empresa, é importante destacar que, antes mesmo do início da guerra e da alta do minério que impulsionou as ações nas últimas duas semanas, a Vale já era uma queridinha dos analistas.
Na seleção mensal do Seu Dinheiro — que compila carteiras recomendadas de corretoras — a mineradora não sai das favoritas há mais de dois anos e VALE3 é o papel mais indicado para março.
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Um dos responsáveis pelo feito é o resultado financeiro sólido. A mineradora encerrou 2021 com um lucro líquido de US$ 22,4 bilhões, salto de 360% em relação ao valor registrado no ano anterior.
É verdade que a base de comparação é fraca: durante 2020, respingaram no caixa da mineradora os impactos da pandemia e indenizações após o rompimento da barragem de Brumadinho. Ainda assim, a cifra impressionou investidores e analistas.
O resultado também indica que a estratégia de value over volume — ou seja, de priorizar o valor sobre o volume produzido — adotada pela companhia tem sido bem-sucedida.
Neste ano, porém, sofrendo com o efeito sazonal das chuvas de verão, que chegaram a paralisar parte das operações no início do ano, a Vale (VALE3) reportou um “começo de ano fraco, mas muito previsível”, segundo o Bank of America.
A produção de minério recuou 6% em relação ao mesmo período de 2021, para 63,9 milhões de toneladas métricas (Mt), e também veio abaixo das expectativas do banco.
Mas, com os embarques da commodity dentro do esperado, os analistas do BofA ainda esperam um Ebitda (Lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) de US$ 6,6 bilhões para a Vale (VALE3) no primeiro trimestre.
Além disso, a Vale se beneficia do patamar ainda elevado dos preços do minério de ferro. O prêmio para a commodity foi de US$ 9 por tonelada nos primeiros três meses de 2021.
Esse é o nível mais alto desde o segundo trimestre de 2019 e, de acordo com a Genial Investimentos, beneficia especialmente um produto com qualidade superior, como é o oferecido pela companhia.
E, conforme explica a XP, a própria produção mais fraca da Vale contribui para a manutenção do prêmio. Seguindo a lei da oferta e demanda, menos minério no mercado implica em preços maiores.
Outro motivo que justifica a preferência de analistas e investidores são os proventos. Conhecida por ser uma das maiores pagadoras de dividendos da B3, a companhia também não decepcionou nesse quesito e, junto ao balanço, anunciou que distribuirá US$ 3,5 bilhões aos acionistas.
E, se o minério de ferro cumprir as previsões e continuar a escalada, a soma paga em proventos deve crescer. Apesar da queda pontual, as previsões deste ano indicam a manutenção da retomada da commodity e, segundo a Guide, a Vale pode se beneficiar mais que outras gigantes da mineração mundial.
“Seus produtos possuem um desconto em relação ao minério internacional e, na hipótese de paridade entre esses valores, a empresa conseguiria capitalizar ganhos relativamente maiores que seus concorrentes estrangeiros”, destacam os analistas.
Entre os pares nacionais, a gigante do Rio Doce também tem vantagem. Na comparação com a CSN Mineração, por exemplo, ela se encontra mais bem posicionada por apresentar minério de qualidade superior e contratos de longo prazo que evitam exposição ao preço spot dos fretes.
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