O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Além das hidrelétricas, o Pátria pode adquirir os ativos de energia eólica da ContourGlobal, que é dona do complexo Asa Branca, no Rio Grande do Norte
A gestora Pátria Investimentos acertou a compra de nove usinas hidrelétricas da britânica ContourGlobal no país, em um negócio de R$ 1,73 bilhão.
As usinas que o fundo vai assumir operam sob contratos de longo prazo com 168 MW de capacidade. A operação rendeu R$ 178 milhões em Ebitda (lucro antes de impostos, taxas, depreciação e amortização) nos últimos 12 meses encerrados em setembro, segundo ContourGlobal.
Do total, o Pátria vai pagar R$ 898 milhões pelos ativos e assumir o valor restante em dívidas. O fechamento da transação deve acontecer no segundo trimestre de 2022 e depende da aprovação dos reguladores, incluindo o Cade e a Aneel.
Além das hidrelétricas, o Pátria pode adquirir os ativos de energia eólica da ContourGlobal. O grupo britânico informou que concedeu exclusividade ao fundo para uma potencial operação.
A ContourGlobal é dona do complexo Asa Branca, no Rio Grande do Norte, com capacidade de geração de 160 MW.
O Pátria é uma das mais tradicionais gestoras de fundos do mercado brasileiro e possui um total de US$ 15 bilhões (R$ 80 bilhões) em ativos. No início do ano passado, abriu o capital em uma oferta inicial de ações (IPO) na Nasdaq, negociada com o código PAX.
Leia Também
A gestora atua na compra de participações em empresas (private equity) e nos setores de infraestrutura, imobiliário e crédito. Dessas áreas, o Pátria vem ganhando destaque pela participação nos leilões de concessão de infraestrutura do governo.
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro
Mercado prevê que banco deve se destacar na temporada, com avanço de lucro e melhora operacional. Veja o que esperar do balanço dos três primeiros meses de 2026
Companhia vende participação no Shopping Curitiba, aumenta fatia em ativos estratégicos e faz permuta para turbinar desempenho operacional
O balanço mostrou crescimento operacional, melhora de rentabilidade e reversão da queima de caixa, em meio à continuidade dos ajustes na divisão de casas pré-fabricadas
Lucro cresce, ROE segue elevado, mas banco reforça disciplina em meio a sinais de pressão no crédito; confira os destaques do balanço
O Citi vê resultados mais fortes puxados por produção e petróleo, mas mantém cautela com a estatal e enxerga mais potencial de valorização em petroleiras independentes
Qualidade da subscrição surpreende e garante avanço das ações nesta terça-feira (5), mas incerteza sobre crescimento de prêmios ainda divide os grandes bancos sobre o que fazer com os papéis