O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Para os analistas do Itaú, empresa está entregando fortes resultados e pode saltar 62% até o fim de 2022, com preço-alvo de R$ 27,90 por papel
A Neoenergia (NEOE3) pode até ter enfrentado dificuldades com grandes chuvas e menores temperaturas nas regiões de sua concessão, mas isso não impediu a companhia de entregar mais uma vez bons resultados no primeiro trimestre de 2022 e superar as expectativas de grandes casas de análise.
O Itaú BBA está otimista com o futuro da empresa e recomenda a compra dos papéis. Segundo a análise da casa, as ações da companhia de energia estão com um valuation muito atrativo e têm uma taxa interna de retorno (TIR ou IRR) implícita de 12,3% — superior, por exemplo, ao retorno real de 5,7% dos títulos do Tesouro Nacional.
Os analistas do Itaú estabeleceram preço-alvo de R$ 27,90 por ação NEOE3, o que implica num potencial de alta de 62% em relação ao fechamento de terça-feira (26), de R$ 17,21.
A Neoenergia (NEOE3) fechou o primeiro trimestre deste ano com lucro bruto de R$ 4,2 bilhões, o que representa avanço de 44% em relação ao mesmo período de 2021.
O montante superou em cerca de 16% as projeções do JP Morgan, que esperava um resultado positivo em R$ 3,6 bilhões nos três primeiros meses de 2022.
O lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização (Ebitda, na sigla em inglês) ajustado da companhia também superou as expectativas do Itaú BBA.
Leia Também
O indicador encerrou o 1T22 com saldo positivo de R$ 2,41 bilhões, alta de 60% no comparativo anual e de 8% acima da estimativa do Itaú.
Como resultado, as ações NEOE3 subiram forte nesta quarta-feira (27), avançando 6,04%, para R$ 18,25.
O crescimento dos números da Neoenergia (NEOE3) no primeiro trimestre pode ser explicado por resultados acima do esperado na Termopernambuco, que se beneficiou do cenário incomum no período.
Apesar de o ativo não ter gerado energia no trimestre, a controlada da companhia adquiriu energia no mercado à vista (spot) a preços muito baixos.
“Esperamos um crescimento sólido do Ebitda para os próximos anos, após a entrada em operação de vários projetos (transmissão e ativos renováveis) em construção, o alto crescimento orgânico de suas concessões e a recuperação de uma das empresas da companhia”, disse o Itaú.
Apesar do resultado robusto da companhia, a Neoenergia teve um desempenho mais fraco que o de seus pares na bolsa nos últimos meses.
A Neoenergia (NEOE3) é uma das empresas mais alavancadas que o Itaú BBA cobre. Porém, a companhia está em processo acelerado de redução do endividamento, e esses índices devem recuar significativamente nos próximos três anos, segundo os analistas.
A alavancagem da companhia, medida pela relação entre dívida líquida e Ebitda nos últimos 12 meses, ficou em 3,12 vezes no primeiro trimestre, relativamente estável em relação aos três últimos meses de 2021.
Dito isso, existem alguns fatores que podem comprometer as projeções do Itaú. Os principais riscos para a tese da casa são os futuros negócios de fusões e aquisições (M&A), a alocação de capital e questões de governança corporativa.
Após tempestade perfeita da petroquímica nos últimos meses, banco norte-americano vê virada e eleva recomendação de BRKM para compra. O que está por trás da visão otimista?
As perdas vieram maiores do que o esperado por investidores e analistas e, nesta manhã, as ações estão em queda; quando a empresa voltará a crescer?
Cartão Itaú Private World Legend Mastercard é focado em clientes com pelo menos R$ 10 milhões investidos e oferece benefícios em viagens, gastronomia e entretenimento
Um dos principais acionistas da empresa, o fundo Magnólia FIP iniciou estudos para deixar o bloco controlador da rede de depilação a laser
Em entrevista ao Seu Dinheiro, Jonas Marques afirma que a rede cearense retomou expansão e que os medicamentos GLP-1 são a aposta da vez
O consenso de mercado compilado pela Bloomberg apontava para lucro líquido de R$ 30,684 bilhões no período; já as estimativas de proventos eram de R$ 2,4 bilhões
Medidas estudadas pela Casa Branca para ampliar importações de carne bovina deram fôlego às ações da companhia e movimentaram o setor frigorífico
Para Renato Cohn, primeira abertura de capital desde 2021 pode destravar o mercado brasileiro — e banco vê apetite mesmo com juros altos e tensão global
Ações da mineradora avançam mesmo com o mau humor dominando a bolsa brasileira nesta segunda-feira (11)
Lucro acima do esperado não impede queda das units do banco neste pregão; confira o que dizem os analistas sobre o resultado
Primeira parcela faz parte do pacote de R$ 4,3 bilhões aprovado pela elétrica para remunerar acionistas em 2026
Nova estratégia combina crescimento acelerado com ROE em alta, e coloca o banco em um novo patamar de cobrança; veja os detalhes
Além da Fast Shop, o Ministério Público identificou mais empresas que foram beneficiadas pelo esquema, incluindo a Ultrafarma
Com crescimento equilibrado entre móvel, fibra e digital, Telefônica Brasil entrega lucro de R$ 1,2 bilhão no 1T26; veja os destaques do resultado
O balanço do BTG trouxe lucro em expansão e rentabilidade em alta; confira os principais números do trimestre
Mercado espera crescimento da receita, Ebitda bilionário e mais uma rodada de proventos para os acionistas da estatal; confira as projeções
A semana teve mudanças relevantes em Axia Energia (AXIA3), Tenda (TEND3) e Cemig (CMIG4)
Ex-presidente da B3 e ex-diretor do Santander, Gilson Finkelzstain foi escolhido em março para substituir Mario Leão no comando do banco no Brasil
Nesta sexta-feira (8), as ações da estatal completaram cinco sessões de quedas consecutivas, acompanhando a forte desvalorização do Brent na semana
Lucro cresceu 13,2% no primeiro trimestre, e bancos seguem vendo espaço para avanço dos dividendos