O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A resseguradora explicou que o valor reservado para os proventos foi absorvido por prejuízos apurados nos últimos três anos
Não foi desta vez que os acionistas do IRB Brasil RE (IRBR3) celebraram o primeiro pagamento de dividendos desde que a fatídica carta da gestora de fundos Squadra expôs uma série de fraudes contábeis bilionárias no financeiro da empresa.
A resseguradora comunicou nesta sexta-feira (11) o cancelamento da distribuição de R$ 27,28 milhões em juros sobre o capital próprio (JCP) anunciada em setembro do ano passado. O dinheiro, que equivale a R$ 0,03101001 por ação e é referente ao exercício de 2019, seria pago aos detentores de ações IRBR3 em 14 de agosto de 2020.
O motivo por trás do cancelamento é que o valor reservado para os proventos "foi absorvido por prejuízos apurados pela companhia em exercícios sociais posteriores", segundo explica o IRB em comunicado enviado à Comissão de Valores Mobiliários (CVM).
Vale lembrar que a empresa e os acionistas enfrentam dias difíceis (e sem dividendos) desde o primeiro pregão de fevereiro de 2020, quando chegou ao mercado o alerta da Squadra. A gestora carioca foi a primeira a apontar a existência de inconsistências contábeis nos balanços da empresa de resseguros.
Executivos da companhia ainda tentaram salvar a imagem da empresa ao divulgar a notícia falsa de que a Berkshire Hathaway, holding de investimentos do bilionário Warren Buffett, havia aumentando a posição em IRBR3. E funcionou: os papéis recuperaram imediatamente parte das perdas.
Mas, assim como ocorreu com os balanços, o jogo virou quando a nova mentira foi descoberta. O IRB foi alvo de um vexame internacional depois que a Berkshire veio a público afirmar que nunca teve, não tem e não pretende ter ações da empresa.
Leia Também
Desde então, a empresa luta para recuperar a credibilidade e os dividendos perdidos. Mas a estrada não tem sido fácil. No início deste mês o Credit Suisse decidiu cortar o preço-alvo da ação IRBR3 de R$ 5,00 para R$ 3,35.
Para justificar o corte, o Credit apontou que o resultado da resseguradora em 2021 foi pior do que o esperado. De acordo com o banco, apesar de o cenário de aumento da taxa de juros (Selic) provavelmente trazer melhores receitas para o IRB, a lucratividade deve continuar a ser impactada no médio prazo.
Dessa forma, o Credit Suisse classificou IRB como Underperform (equivalente a venda). O banco agora projeta um prejuízo líquido de R$ 29 milhões para o IRB em 2022, um corte drástico em relação à estimativa anterior de lucro de R$ 350 milhões.
Os papéis da companhia chegaram a subir mais de 8% nesta sexta-feira (13) com a revisão do preço-teto do leilão de reserva
Os papéis da mineradora acumulam ganho de 22% em 2026; saiba se ainda há espaço para mais ou se VALE3 chegou ao topo da valorização para o ano
Com os recentes rebaixamentos feitos por agências de classificação de risco, a produtora acredita que será mais difícil vender ativos, recuperar créditos fiscais e até pegar crédito no mercado, já que perdeu o grau de investimento
A renúncia acontece em um momento sensível para a empresa, que atravessa processo de privatização por meio de oferta de ações na Bolsa
Seis anos após crise contábil, resseguradora tenta consolidar virada enquanto enfrenta novas arbitragens de acionistas
Projeções da Bloomberg indicavam expectativas mais altas de receita e Ebitda, depois do recorde de produção e da volta ao topo do ranking global de minério
Com a Raízen afundando para a faixa de alto risco, a S&P passou a ver mais incertezas e riscos financeiros para a controladora
Antiga controladora da petroquímica teria sido responsável por evento pontual que pressionou indicador do BB, diz Money Times
Mesmo com pressão sobre volumes e margens, ABEV3 avança embalada por JCP e pelo humor do mercado; bancos divergem sobre o balanço
As ações da ex-Guararapes reagem positivamente ao balanço do quarto trimestre de 2025, com o melhor ano da série histórica para a varejista de moda
A Petrobras optou por não comprar a parte da Novonor para se tornar dona sozinha da petroquímica, nem vender sua própria fatia na mesma operação
FGC impõe reforço extraordinário e eleva contribuição anual dos bancos para recompor liquidez; entenda o impacto para o BB
Administração fala em “low teens” para o ROE e prioriza ajuste da carteira antes de aumentar remuneração ao acionista
A empresa fechou os últimos três meses de 2025 com um lucro 44,3% maior em base anual; XP diz que o trimestre foi consistente
A petroleira optou por não exercer seus diretos de preferência e tag along na operação, abrindo caminho para a gestora finalizar o negócio
Essa será a primeira vez que a Havan patrocina diretamente um produto da Globo desde que Jair Bolsonaro foi eleito à presidência
Ações do Assaí (ASAI3) disparam hoje com mais um avanço do atacarejo no mundo digital, apesar de resultado fraco
Operação ainda depende de aprovações regulatórias e reforça estratégia do banco no crédito digital
Apesar de um balanço mais forte que o esperado, o mercado ainda não se deu por convencido; entenda o que continua a frear o otimismo
Com recorde de produção e volta ao topo do ranking global, mineradora chega aos resultados financeiros com expectativas mais altas de receita e Ebitda