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Nesta segunda-feira (19), as ações MEAL3 dispararam mais de 10%, fechando cotadas a R$ 2,15
A chapa é quente no setor de restaurantes e fast-foods. Depois de o fundo árabe Mubadala crescer os olhos para a operadora do Burger King, é a vez da IMC (MEAL3) — dona das marcas Viena, Frango Assado e Pizza Hut, entre outras — fazer um anúncio de peso para o mercado.
A companhia anunciou a venda de suas operações no Aeroporto Internacional de Tocumén, no Panamá. A compradora é a Inflight Holdings Cayman, e o valor da negociação é relevante para a IMC: US$ 40 milhões, ou cerca de R$ 212 milhões na cotação atual.
A expectativa do mercado é de que a venda das 13 lojas em funcionamento no Panamá, somadas às 11 unidades ainda em construção, ajudará a amortizar parte da dívida líquida da IMC, que no final do segundo trimestre de 2022 chegava aos R$ 303 milhões.
Quem realmente se empolgou com a notícia foram os investidores. Nesta segunda-feira (19), as ações MEAL3 dispararam mais de 10%, fechando o pregão cotadas a R$ 2,15.
A estratégia da IMC, no momento, é enxugar as operações e trazer eficiência aos negócios. Quem diz isso é o CEO da empresa, Alexandre Santoro, que concedeu entrevista ao Seu Dinheiro no fim do ano passado.
“A saída do Panamá contribui diretamente para dois pilares importantes de nossa estratégia, que são a simplificação do negócio e disciplina financeira”, afirma o executivo.
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Santoro ainda confirmou em parte as expectativas do mercado de um abatimento da dívida da empresa com a venda das operações no Panamá. “Iremos destinar os recursos para um melhor balanceamento da estrutura de capital e redução da nossa dívida”, diz ele.
Atualmente, a IMC é a maior operadora de restaurantes do Aeroporto de Tocumén, com 60% das lojas do Terminal 1; em 2021, a companhia registrou vendas totais de US$ 14 milhões no Panamá (R$ 74,2 milhões).
O valor da oferta equivale a aproximadamente seis vezes o Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) da IMC no ano passado. Recentemente, fundos da UV Gestora — donos de 27% do capital da IMC — quisera aumentar a participação na companhia sem ter que fazer oferta aos demais acionistas, o que gerou um rali para derrubada da “poison pill” da empresa.
A conclusão da venda ainda depende da aprovação de credores e outras condições precedentes, mas deve acontecer em meados de outubro deste ano.
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O balanço da companhia foi aprovado sem ressalvas pela auditoria da KPMG; no entanto, houve o registro de uma “incerteza relevante relacionada com a continuidade operacional da companhia”.
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