O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A companhia e o Corpo de Bombeiros ainda não sabem a causa do incêndio; nenhum funcionário da CSN foi ferido no incidente
A noite da última segunda-feira (25) não foi das melhores para a CSN (CSNA3). A siderúrgica teve que se preocupar em conter um incêndio de grandes proporções que atingiu uma de suas unidades em Volta Redonda, no Rio de Janeiro.
As chamas tomaram conta de um galpão de embalagens e materiais recicláveis na Usina Presidente Vargas, localizado distante da área produtiva da companhia.
O Corpo de Bombeiros e a CSN não chegaram a uma conclusão sobre qual foi a causa do incêndio no galpão.
A unidade começou a pegar fogo durante a noite, com as chamas e explosões sendo vistas por moradores da região.
Ainda ontem, os bombeiros da própria empresa e de um quartel da cidade vizinha, de Barra Mansa, começaram a cuidar do fogo. Porém, o incêndio só foi controlado na manhã desta terça-feira.
De acordo com a empresa, nenhum colaborador da companhia estava presente no local quando ocorreu o incêndio.
Leia Também
A siderúrgica ainda destacou que a produção e segurança da operação não foram prejudicados pelo incidente.
Com a queda de 2,95% do minério de ferro em Qingdao, na China, negociado a US$ 123,11 por tonelada, as ações das empresas do setor de siderurgia e metalurgia caem em bloco nesta terça-feira (26).
A CSN recua mais que seus pares na bolsa e figura entre as maiores quedas do Ibovespa, o principal índice da B3.
Por volta das 14h35, os papéis da siderúrgica (CSNA3) operavam em forte baixa de 4,48%, cotados a R$ 0,47. Em 2022, o ativo acumula desvalorização de mais de 14%.
Kepler Weber fecha acordo para combinação de negócios com a GPT; veja o que pode acontecer ao acionista de KEPL3
Com vencimentos pressionando o balanço, empresa estrutura linha bilionária e coloca ações da CSN Cimentos na mesa
A companhia informou que a operação está inserida em processo de reorganização administrativa, operacional, financeira e jurídica
Após alta de quase 30% em seis meses, banco avalia que o valuation ficou mais justo — mas um catalisador pode mexer com a ação
Negócio cria frota de 73 embarcações, muda o controle da companhia e consolida um novo peso-pesado no apoio offshore brasileiro
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou