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Papéis da empresa sofrem uma queda de mais de 25% um dia depois da divulgação de performances abaixo do esperado pelo mercado e da perda de usuários
Game over. A expressão surgiu pela primeira vez lá nos anos 50, nas máquinas de jogos de arcade como de pinball. Quando o jogador usa todas as vidas, ou o tempo acaba, o visor anuncia o fim do jogo com as palavras game over. Mas será que a expressão é válida para definir o momento do Facebook e de Mark Zuckerberg, o fundador da rede social?
As ações da Meta (FBOK34) caíram mais de 25% ontem após o balanço trimestral desastroso.
A rede social mostrou uma desaceleração inédita do número de usuários, resultado abaixo das projeções do mercado e previsões mais fracas para a receita do primeiro trimestre deste ano.
Ontem, as ações da empresa fecharam cotadas a US$ 237,76 em Nova York, e as BDRs, em R$ 45,03, baixa de 26,11% na B3.
Então estamos mesmo diante do fim do jogo ou a queda das ações representa uma oportunidade única de se tornar sócio de Mark Zuckerberg pagando barato pelos papéis da Meta?
A resposta para essa pergunta é o que vai definir sua posição na Meta. Segundo Francisco Aguiar, analista da Forpus, ainda há espaço para as ações da Meta caírem um pouco mais. Ele lembra, no entanto, que a visão de retorno no curto e longo prazos é que vai determinar o que fazer com esses BDRs agora.
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“A empresa em si é boa e se continuar caindo um pouco mais, o buy and hold é bom. No entanto, essa é uma opção para quem acredita que a Meta vai se reinventar”, afirma.
O buy and hold é uma metodologia de investimento de longo prazo que visa descobrir bons ativos pelo método fundamentalista e mantê-los na carteira enquanto eles forem bons e os fundamentos se sustentarem.
Ele não considera o metaverso como um caminho para a reinvenção da Meta neste momento.
O Reality Labs, segmento que é a grande aposta da empresa para o metaverso, perdeu US$ 10 bilhões ano passado.
“Ainda não enxergamos o metaverso como uma reinvenção para a Meta. Acredito que o caminho agora é fortalecer o Reels do Instagram em uma tentativa de bater de frente com o Tik Tok”, diz.
Para quem pensa mais no curto prazo, a recomendação de Aguiar é outra. “Se eu estivesse com ganho nessas BDRs, venderia. Se a perspectiva de queda para esses papéis se confirmar, há chance de comprar esses papéis ainda mais baratos mais para frente e esse pode ser o caso de ganhar mais agora do que ficar segurando a ação”, acrescenta.
Em uma visão geral, Aguiar recomenda neste momento uma exposição maior à bolsa brasileira. “O que vemos é que os BDRs vão tombar e estar na bolsa brasileira é mais seguro agora”, afirma.
João Piccioni, analista da Empiricus e especialista em ações estrangeiras, pontua o mau humor dos investidores com o segmento de internet e tecnologia.
Segundo ele, os resultados trimestrais da Meta estão longe de serem ruins, ainda que não tenham superado o consenso do mercado. Confira o balanço da empresa no quarto trimestre.
“Mantemos a recomendação de compra sob a ótica das novas fronteiras de negócio da empresa, mas é bom lembrar que a Meta ainda sofrerá nessa competição no segmento de publicidade. Além disso, o avanço do Tik Tok é relevante e o problema com o IDFA da Apple deve continuar tirando as vendas da companhia”, diz.
O IDFA é a sigla para o identificador para publicidade dos dispositivos iOS, o sistema operacional da Apple. A trilionária fabricante de iPhones bloqueou os dados que compartilhava com plataformas como Facebook e Twitter, o que tornou um desafio a publicidade de alta eficiência baseada em algoritmos.
Piccioni chama atenção para as projeções mais baixas da Meta para o primeiro trimestre de 2022. A empresa projetou receita de US$ 27 bilhões a US$ 29 bilhões para o primeiro trimestre, abaixo das expectativas dos analistas de US$ 30,15 bilhões, segundo a Refinitiv.
“O guidance para esse ano está mais fraco, mas é natural em um mercado mais competitivo. A impressão que dá é que a Meta deve passar a ser negociada com algum desconto em relação à Alphabet. Gostamos do caso sob uma ótica de transformação do modelo do negócio. Uma visão de prazo mais alongado. Mas o nosso player preferido nesse segmento continua a ser a Alphabet”, afirma.
O ano de 2020 foi o ano para as big techs, que viram nas restrições de mobilidade provocadas por medidas para conter a disseminação do novo coronavírus uma explosão de demanda por seus serviços e produtos.
Em 2021 a história foi um pouco diferente, com essas gigantes de tecnologia ainda sob os holofotes, embora não tenham conseguido replicar o mesmo desempenho do ano anterior. Agora, 2022 começa com a penalização de estrelas da pandemia como a Meta e a Netflix.
“A Meta foi a primeira empresa a ter uma correção mais avantajada entre as big techs, e a tendência é que o mesmo, talvez não na mesma proporção, aconteça com o setor de tecnologia em geral. Por isso, não acredito que o que vimos acontecer com as ações da Meta represente um bom ponto de entrada”, diz Eduardo Grübler, gestor de renda variável da Warren Asset.
Ele explica que a alocação no setor de tecnologia deve ser estrutural e, no caso de quem faz trade, a tendência do segmento não é das melhores. Grübler vê uma correção do mercado norte-americano como um todo por conta da redução de liquidez que deve ocorrer com o aperto monetário do Federal Reserve (Fed), o banco central dos Estados Unidos.
“A rentabilidade da Meta é boa em um horizonte de 12 a 24 meses. Vale a pena para quem pensa nela como uma aposentadoria”, afirma ele, lembrando que agora também não é o momento de se expor ao setor de tecnologia brasileiro.
Para saber se é a hora de comprar as BDRs da Meta, André Kim, sócio e analista da GeoCapital, recomenda que o investidor pessoa física se faça algumas perguntas para que a decisão seja a mais acertada possível.
Ainda assim, ele lembra que é difícil prever a reação do mercado sobre uma empresa e uma ação e que esse tipo de investimento não está livre de riscos.
“Para saber se é a hora de entrar, o investidor deve se perguntar se acredita que a Meta vai se manter de pé, se o protejo do metaverso será mesmo mais uma das tacadas visionárias de Zuckerberg e se aguenta esperar o tempo necessário para as sementes desse investimento vingarem”, diz.
A resposta para essas perguntas, segundo Kim, dependerá do nível de paciência de cada investidor. “O estômago do investidor para segurar posição é o que está em jogo. Se o investidor tiver paciência, é uma ótima oportunidade manter esses papéis em um horizonte de dois, três ou cinco anos. Agora, esses papéis estão com um preço atrativo”, afirma.
Kim alerta, no entanto, que os preços da Meta podem ficar ainda mais baratos do que os vistos agora. “A pessoa física tem que lembrar que não pode entrar com muita sede porque nunca se sabe se o papel pode cair ainda mais. O ideal é ir comprando aos poucos”, diz.
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