O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
O banco reafirmou a recomendação para os papéis da empresa, mas cortou o preço-alvo de R$ 6,60 para R$ 4,75 — o que implica em um potencial de valorização de 10,5% em relação ao fechamento de quinta-feira (22)
A Ecorodovias saiu na frente das demais ações que fazem parte do Ibovespa e chegou a liderar as maiores altas do índice durante boa parte do pregão desta sexta-feira (23), chegando a subir mais de 10%. Será que é hora de comprar ou vender ECOR3?
Nenhuma das duas opções, segundo o Citi, que reiterou a recomendação neutra para os papéis da empresa.
O banco lembra que as decisões estratégicas da Ecorodovias nos últimos anos incluíram melhorar a duração de seus ativos de concessão, reequilibrar algumas de suas concessões existentes e nomear uma mulher para o cargo de Chief Financial Officer (CFO, a direção financeira) pela primeira vez.
Mas, ainda assim, o Citi diz que os fatores descendentes permanecem desafiadores para a empresa e não parece haver nenhum catalisador positivo à vista para as ações.
Embora tenha reiterado a recomendação neutra para as ações da Ecorodovias, o Citi cortou o preço-alvo de ECOR3 de R$ 6,60 para R$ 4,75 — o que implica agora em um potencial de valorização de 4% em relação ao fechamento desta sexta-feira (22).
A mudança considera alguns fatores:
Leia Também
Segundo o Citi, a combinação desses fatores resultou na redução do preço-alvo para a operadora de rodovias brasileiras de R$ 6,60 para R$ 4,75 por ação.
De uma perspectiva de fundamentos, o Citi diz que a Ecorodovias fez as coisas certas nos últimos anos.
A empresa passou por uma metamorfose positiva na base de acionistas controladores, focada no setor de rodovias nacionais, melhorou a duração média ponderada da receita da base de ativos de concessão para mais de 20 anos, reequilibrou alguns contratos de concessão e colocou Andrea Fernandes no cargo de CFO.
Mas, segundo o banco, não está claro como o mercado pode ver as decisões políticas do novo governo brasileiro, ou quando a taxa de juro pode começar a cair.
Diante desse cenário, o Citi acredita que as empresas menos controladas parecem estar em maior risco de rebaixamento, em comparação com os pares de maior capitalização.
As ações da Ecorodovias estão em disparada nesta sexta-feira. Os papéis da companhia, que chegaram a subir mais de 10%, lideram as maiores altas do Ibovespa hoje e não estão sozinhos. Outra gigante na administração de rodovias brasileiras, a CCR (CCRO3), também avança, em ritmo mais modesto, na casa dos 4%.
Esse salto acontece na antevéspera do Natal e em meio ao reajuste das tarifas de pedágios — justamente em período de maior movimento nas estradas devido às festas de fim de ano.
O aumento foi anunciado na última sexta-feira (16). De acordo com a Agência de Transporte do Estado de São Paulo (Artesp), os reajustes nas tarifas de pedágios variam entre 10,72% (que considera o reajuste pelo Índice Geral de Preços – Mercado, o IGP-M) e 11,73% (que considera o reajuste pela evolução do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – IPCA).
Ocyan entra em nova fase após reestruturação, com foco em contratos da Petrobras e crescimento sustentável no setor de óleo e gás
O banco mantém a recomendação de compra para a ação, além de ser a ação preferida do setor — ela é negociada a 13 vezes o preço da ação sobre o lucro estimado
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Após forte pressão nos balanços, o BB reformula a estratégia de crédito rural — e quer destravar crescimento em um mercado ainda pouco explorado; veja o que dizem os executivos
Entre as propostas apresentadas também estaria a saída de Rubens Ometto, fundador da controladora Cosan (CSAN3), da presidência do conselho da Raízen
Unidade de tecnologia e conectividade da Oi pode valer até R$ 1,6 bilhão, atrai interesse de grandes teles e marca nova etapa na reestruturação da companhia, que ainda prepara a venda de outros ativos bilionários
A decisão tem em vista fatores macroeconômicos que o setor de saúde vem enfrentando ao longo dos últimos anos, associado ao desempenho financeiro da companhia
A mudança acontece em meio a uma sequência de ajustes na governança da elétrica, que tenta se reequilibrar após a recuperação judicial da controladora
Ambiente mais restritivo favorece empresas com balanços mais sólidos e expõe incorporadoras mais alavancadas
Depois da compressão de retornos e desempenho abaixo do mercado, setor pode se beneficiar de agenda regulatória e queda da Selic
Após a estreia na bolsa, Agibank acumula queda superior a 30%; apesar da revisão para baixo nas projeções, analistas ainda veem potencial de alta, em meio a pressões externas e impactos no crédito consignado
A operação inclui participações societárias em empresas listadas, como Oncoclínicas e Ambipar
Banco projeta queima de caixa bilionária e alerta para risco na estrutura de capital mesmo com melhora dos spreads petroquímicos
Banco vê espaço para crescimento consistente, ganho de produtividade e impacto relevante dos medicamentos GLP-1
Após saída de executivo-chave e sequência de baixas no alto escalão, companhia reestrutura área de Fashion & Lifestyle e retoma divisão entre masculino e feminino
Entrada do Itaú via Denerge dá exposição indireta a distribuidoras e reforça estrutura de capital da elétrica
Os nomes ainda não foram divulgados pela companhia, mas já há especulação no mercado. O mais provável é que os cargos de CEO e CFO sejam ocupados por profissionais ligados à gestora IG4
Avaliação do BTG Pactual indica vendas resilientes no início do ano e aponta que mudanças no MCMV podem impulsionar lançamentos e demanda ao longo de 2026
Após anos de pressão no caixa, empresa se desfaz de ativo-chave e aposta em modelo mais leve; entenda o que muda na estratégia
Parte do mercado acredita que essa valorização poderia ser ainda maior se não fosse pela Alea, subsidiária da construtora. É realmente um problema?