O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
No quarto trimestre, o resultado recorrente do Banco do Brasil aumentou 60,5% em relação ao mesmo período de 2020 e ficou bem acima da expectativa do mercado
O Banco do Brasil (BBAS3) registrou lucro líquido de R$ 21,021 bilhões em 2021, o que representa um aumento anual de 51,4%.
No quarto trimestre, o resultado recorrente do BB aumentou 60,5% em relação ao mesmo período de 2020 e atingiu R$ 5,930 bilhões.
O resultado dos últimos três meses do ano ficou bem acima do esperado pelos analistas, que esperavam um lucro de R$ 4,743 bilhões.
O retorno sobre o patrimônio líquido (ROAE, na sigla em inglês) do BB subiu de 12% para 15,8% em 2021 e atingiu 16,6% no quarto trimestre. Com o avanço, o Banco do Brasil diminuiu a distância para os concorrentes privados.
No ranking de rentabilidade do quarto trimestre, o Itaú Unibanco (ITUB4) voltou à liderança, com 20,2%. O Santander Brasil (SANB11) caiu para a segunda posição, com 20%, à frente do Bradesco (BBDC4), cujo retorno ficou em 17,5%.
Depois de um bom tempo com um apetite menor, o Banco do Brasil voltou a acelerar no crédito. A carteira de financiamentos atingiu a marca de R$ 875 bilhões no fim de 2021, o que representa uma expansão de 7,4% no trimestre e de 17,8% em 12 meses.
Leia Também
A margem financeira, porém, cresceu em um ritmo menor. A linha do balanço que contabiliza as receitas do banco com a concessão de financiamentos foi afetada pelo aumento dos custos de captação e avançou 4,9% em 2021.
Por outro lado, as despesas do Banco do Brasil com provisões para perdas no crédito despencaram 40,2% no ano passado, o que contribuiu para a melhora no resultado.
Vale lembrar que em 2020 os bancos constituíram provisões bilionárias para proteger os balanços dos efeitos da covid-19 na economia.
O aumento esperado da inadimplência, contudo, não ocorreu, pelo menos até o momento. O índice de atrasos acima de 90 dias na carteira do BB encerrou o ano em apenas 1,75%, praticamente estável tanto em relação ao trimestre anterior como na comparação anual.
As receitas do Banco do Brasil com prestação a cobrança de tarifas atingiram R$ 29,3 bilhões em 2021, um crescimento modesto de 2,2%. No quarto trimestre, porém, o desempenho foi melhor, com uma alta de 5,9% em relação ao mesmo período de 2020.
Algumas linhas seguem pressionadas pela concorrência dos bancos digitais e de serviços como o PIX. As receitas do BB com as tarifas de conta corrente, por exemplo, recuaram 17,2% no ano passado.
Mas o banco conseguiu compensar essa perda em outros negócios, incluindo administração de fundos, consórcios e seguros, previdência e capitalização.
Do lado das despesas, o Banco do Brasil conseguiu fazer um bom controle e encerrou o ano com um avanço de apenas 1,4%, para R$ 32 bilhões.
Junto com o balanço, o BB divulgou as projeções (guidance) para algumas linhas do balanço deste ano. A expectativa do banco é atingir um lucro líquido entre R$ 23 bilhões e R$ 26 bilhões em 2022.
A carteira de crédito deve registrar um aumento mais tímido, de 8% a 12%, mas ainda assim a margem financeira deve crescer entre 11% e 15%.
Mesmo com receita acima do esperado e forte aceleração das vendas, o Mercado Livre registrou queda no lucro líquido e pressão nas margens no primeiro trimestre de 2026
Lucro recorde e avanço no ROE não foram suficientes para segurar as ações nesta sessão; veja o que pressiona os papéis hoje
Ação saltou mais que o triplo do Ibovespa desde o início de 2026, mas os analistas do JP Morgan calculam que o papel ainda tem espaço para subir
Companhia entregou margem recorde, crescimento da receita recorrente e primeiros sinais positivos da aquisição da Linx
Parte do resultado da rede de academias foi impulsionado pelo desempenho do peso-pesado TotalPass Brasil
O executivo é o único brasileiro a comandar as duas maiores empresas de energia do Brasil: Petrobras e Axia, ex-Eletrobras
Balanço do 1T26 veio sólido, mas dúvidas sobre crédito, provisões e consistência da recuperação continuam no radar; veja o que dizem os analistas
Alta de 26,5% nas provisões chama atenção no trimestre, mas Marcelo Noronha muda o foco e revela aposta para o motor da rentabilidade em cenário mais desafiador
Por aqui, o desafio é a competição com outras plataformas de e-commerce, lá fora o objetivo é impulsionar o Mercado Pago; veja as projeções para o balanço do 1T26
Banco entrega lucro recorde, cresce acima do mercado; Santiago Stel revela estar ainda mais confiante com relação à meta ambiciosa para 2027
“A companhia vem em uma trajetória de melhora em todos os indicadores. Então não é só crescer, mas com rentabilidade”, disse o diretor em entrevista ao Seu Dinheiro
Mesmo com menos dias úteis, companhia inicia o ano com lucro líquido ajustado de R$ 36,3 milhões nos três primeiros meses de 2026; veja outros destaques do balanço
A CEO Paula Harraca e o CFO Átila Simões da Cunha disseram ao Seu Dinheiro que o novo marco regulatório impulsionou os resultado, mas a adaptação às novas modalidades pressionou a evasão de alunos no período
Em um cenário pressionado pela inflação, a Moura Dubeux utilizou o modelo de condomínio fechado para se blindar, conta o Diego Villar, CEO da empresa
Lucro cresce pelo nono trimestre seguido e ROE continua a superar o custo de capital; confira os destaques do balanço
Resultado do primeiro trimestre do ano sinaliza retomada no vestuário e afasta dúvidas sobre problemas estruturais na operação
Expansão continua forte, mas avanço do crédito e aumento de provisões colocam qualidade dos resultados em xeque; o que dizem os analistas agora?
Lucro vem em linha, ROE segue elevado, mas ações caem após balanço; entenda se “fazer o básico” já não basta para o mercado
Milton Maluhy Filho afirma que aposta em ajuste fino no crédito e foco em clientes “certos”; veja a estratégia do CEO do banco
Com o acordo, a maior parte da dívida renegociada será paga apenas a partir de 2031, o que ajuda o caixa da empresa, mas há risco de diluição da participação no futuro