Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos
SEM SINAL

Prejuízo da Oi (OIBR3) diminui 36,3% no trimestre, mas ainda é multibilionário

Prejuízo da Oi (OIBR3) saiu de R$ 4,813 bilhões no terceiro trimestre de 2021 para R$ 3,064 bilhões no mesmo período de 2022

Fachada de loja da Oi (OIBR3), com o logo da empresa em amarelo sobre uma marquise verde
Fachada de loja da Oi - Imagem: Divulgação

A Oi (OIBR3) havia prometido que o balanço do terceiro trimestre começaria a refletir um "ponto de virada" da transformação à qual a empresa foi submetida em meio a seu processo de recuperação judicial, iniciado em 2016.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

E foi por isso que o mercado procurou no documento divulgado na noite desta quarta-feira (9). Mas mesmo quem contou com auxílio de uma lupa encontrou dificuldade para enxergar a tal virada: a companhia reportou um prejuízo líquido de R$ 3,064 bilhões.

O número representa uma redução de 36,3% em relação ao resultado negativo de R$ 4,813 bi registrado no mesmo período do ano passado, mas aprofundou as perdas de R$ 321 milhões do trimestre imediatamente anterior.

Já a dívida líquida, métrica importante para entender como anda a saúde financeira da companhia em recuperação judicial, ficou em R$ 18,334 bilhões. Trata-se de uma redução de 38,7% em relação ao mesmo período do ano passado.

Ao mesmo tempo, a receita líquida consolidada totalizou R$ 2,77 bilhões. O dado está em linha com o segundo trimestre, mas representa redução de 38,7% em relação ao intervalo entre junho e setembro de 2021.

Oi: recuperação com emoção

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Vale relembrar que o processo de recuperação judicial da Oi é dramático e ganhou mais um capítulo recentemente. Com uma dívida bilionária e no meio de uma disputa com as rivais Claro, TIM e Vivo sobre o valor a receber pelo negócio de telefonia móvel, a operadora anunciou a contratação da Moellis como assessor financeiro para negociar com credores.

Leia Também

REBAIXOU A RECOMENDAÇÃO

Com Lojas Renner (LREN3) em queda livre há uma semana, UBS BB dá adeus à ação e corta preço-alvo; entenda o que pesou

DESTAQUES DA BOLSA

Yduqs (YDUQ3) lidera as perdas do Ibovespa hoje. Por que Itaú BBA e Citi ainda veem potencial de alta de até 107%? 

O objetivo é “otimizar o perfil de endividamento, em observância ao seu planejamento estratégico e ao Plano de Recuperação Judicial”, de acordo com a companhia.

A Oi vem promovendo uma série de vendas de ativos para se reequilibrar financeiramente. A empresa entrou em recuperação judicial em 2016 e havia a expectativa de que conseguisse sair do processo ainda neste ano.

Dentro do plano para deixar a recuperação judicial, a Oi obteve dois passos importantes neste ano. A companhia concluiu a venda das duas "joias da coroa": o negócio de telefonia móvel e o controle da operação de fibra ótica.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Mas aparentemente essa operação não será suficiente a empresa para manter o equilíbrio financeiro enquanto ainda busca mais recursos.

Isso porque o que restou da venda não gera caixa suficiente para fazer frente aos compromissos. Outra pedra no sapato da companhia é o câmbio. Uma parte relevante do endividamento da Oi é em dólar, mesmo com a maior parte das operações no país. Isso provoca um desequilíbrio no balanço já fragilizado da empresa toda vez que o dólar sobe.

Aliás, os investidores que possuem títulos de dívida emitidos em dólar (bonds) devem ser os primeiros credores com quem a Oi e o assessor financeiro devem conversar. A ideia é reestruturar R$ 10 bilhões em dívidas, de acordo com informação publicada pelo Estadão.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
Braskem 14 de agosto de 2026 - 9:26
Alexandre Birman (à esquerda) e Roberto Jatahy, principais acionistas e gestores da Azzas 2154 13 de agosto de 2026 - 17:40
Foto de aeronave da GOL (GOLL4) adesivada com o logo atual da empresa 13 de agosto de 2026 - 16:50

COMANDO EM NOVAS MÃOS

Gol reorganiza cúpula executiva para iniciar fase de criação de valor

13 de agosto de 2026 - 16:50
Celular com a marca Minerva Foods (BEEF3) 13 de agosto de 2026 - 16:09
Geovanne Tobias, diretor financeiro (CFO) do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 14:52
Hapvida, operadora de saúde, sendo analisada por um médico 13 de agosto de 2026 - 13:22
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 13 de agosto de 2026 - 11:58
Logo da CSN e, ao fundo, trabalhadores em uma indústria siderúrgica 13 de agosto de 2026 - 11:06
Geovanne Tobias, vice-presidente de Gestão Financeira e RI do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 20:39
Logo do banco do Banco do Brasil (BBAS3) 12 de agosto de 2026 - 20:29
Fachada do Banco do Brasil (BBAS3). 12 de agosto de 2026 - 18:37
Neymar Jr. e Ronaldo 'Fenômeno' em campanha para o Mercado Livre. 12 de agosto de 2026 - 17:50
Banco do Brasil 12 de agosto de 2026 - 9:12
Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar