O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
A empresa informou que não espera um impacto nos resultados e aguarda mais informações sobre a posição do país centro-americano
A preocupação ambiental de um pequeno país centro-americano ameaça causar estrago para a Aura Minerals (AURA33). Honduras acaba de anunciar a proibição de mineração a céu aberto em todo seu território.
De acordo com o ministério de Minas, Energias e Recursos Naturais, as áreas afetadas pela mineração são de “alto valor ecológico”. Por meio de nota divulgada durante o feriado de Carnaval para nós aqui no Brasil, a pasta informa que essas regiões “precisam ser preservadas”.
Não foram divulgados, porém, detalhes sobre como se dará a preservação.
A empresa canadense de mineração de ouro entrou na jogada por ter atividades em Honduras, justamente na parte de mineração a céu aberto.
Um dos primeiros entraves com o governo local ocorreu em virtude do descobrimento de um cemitério indígena chorti, povo descendente dos antigos maias, além de supostas “perturbações” à população local.
No ano passado, a Aura Minerals suspendeu suas operações, que teriam sofrido ”bloqueios ilegais”.
Leia Também
Apesar do ocorrido, a Aura Minerals afirma que não espera efeitos imediatos na produção da mina de San Andrés, em Honduras. Em comunicado enviado à CVM, a empresa procura entender melhor as implicações do ocorrido antes de divulgar uma declaração mais específica.
E o impacto deve afetar diretamente o resultado da Aura. A instalação de San Andrés corresponde a cerca de 35% da receita total da companhia, de acordo com o balanço anual da empresa.
A Aura Minerals tem recibos de ações (BDRs, em inglês) negociados na bolsa brasileira sob o ticker AURA33.
Com o feriado de carnaval, os BDRs da empresa não foram negociados durante os últimos dias. Mas as ações da Aura Minerals (ORA.TO) registraram perdas na casa dos 2,99% após o anúncio de suspensão das atividades e passaram a ser negociadas a US$ 12,00.
Já os BDRs também não vivem seus dias de glória. O AURA33 é negociado a R$ 50,00, de acordo com o fechamento da última sexta-feira (25), acumulando perdas de 1,25% naquela semana.
A recente valorização do ouro deve equilibrar a balança com a suspensão das atividades da Aura em San Andrés.
O aumento da tensão internacional com a guerra entre Rússia e Ucrânia tende a fazer os ativos de proteção se valorizarem frente a ações e criptomoedas. Só na última semana, a onça-troy do ouro avançou 1,45% e se consolidou no patamar de US$ 1.900.
Custos sob controle e projetos em expansão reforçam cenário construtivo para a mineradora, mas valorização recente entra no radar dos analistas
A reorganização cria uma gigante de até R$ 50 bilhões, mas impõe uma decisão clara aos minoritários: aceitar a diluição e apostar em escala ou aproveitar a porta de saída
As ações da dona da bolsa acumulam alta de quase 70% em 12 meses; analistas divergem sobre a compra do papel neste momento
Nova gigante nasce com escala bilionária e mira Novo Mercado — mas o que muda para Rede D’Or, Fleury e Mater Dei?
Qualquer melhora na bolsa depende do sucesso da Qualicorp em conseguir se reerguer. “Continuamos a acreditar que a performance da ação está firmemente conectada ao sucesso do seu plano de turnaround”, escreve o BTG Pactual.
Banco separa ativos de saúde via IPO reverso da Odontoprev e aposta que mercado vai reprecificar a “joia escondida” no balanço
O catálogo da Warner Bros inclui franquias icônicas como “Harry Potter”, “Game of Thrones”, e personagens da DC Comics como Batman e Superman
Banco une operadora, hospitais, clínicas e participação no Fleury em um ecossistema de R$ 52 bilhões de receita — e já nasce mirando governança premium na bolsa
Dona da bolsa brasileira lucra R$ 1,4 bilhão no período, com crescimento em todos os segmentos
Remuneração será igual para ações ordinárias e preferenciais, com pagamento até 31 de agosto de 2026
Banco reconhece que a companhia mantém disciplina de custos e forte execução operacional, mas chama atenção para uma dinâmica perigosa para as ações
Balanço melhor que o esperado traz alívio aos investidores, mas projeções mais fracas para o início de 2026 limitam o otimismo
Com um caminhão de dívidas vencendo em 2025, o Pão de Açúcar (PCAR3) tenta alongar compromissos enquanto cortar custos. Mercado se pergunta se isso será o bastante
A empresa de saneamento possui 37% de participação de mercado no setor privado e tem como sócios a companhia Equipav, Itaúsa e o fundo soberano de Singapura
A agência de crédito elevou o rating da Azul de ‘D’ para ‘B-’, que ainda mantém a empresa em grau especulativo; entenda o que mudou
Depois de tentar deixar subsidiárias de fora da RJ da holding, pedido foi ampliado a atinge a Fictor Alimentos — movimento que expõe fragilidades operacionais e reacende dúvidas sobre a autonomia da companhia aberta
Caso não exerçam a preferência de compra das novas ações, acionistas devem sofrer diluição relevante na participação acionária no capital social total do BRB.
A queridinha do mercado no segmento de saúde teve um terceiro trimestre espetacular, o melhor desde seu IPO em dezembro de 2020, o que jogou as expectativas para cima
Após cortar payout de dividendos, banco busca alongar dívida híbrida e aliviar pressão sobre os índices até 2027
Companhia elétrica leva distribuição total de 2025 a R$ 1,37 bilhão, equivalente a 55% do lucro ajustado