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As ações TSLA desabam mais 11% na Nasdaq nesta terça-feira, após a montadora estender o prazo de suspensão da produção de automóveis na fábrica de Xangai
As ações da Tesla sofreram uma verdadeira derrocada em 2022. Depois de perder a coroa de maior vendedora de carros elétricos do mundo para a chinesa BYD neste ano, a empresa de Elon Musk agora ocupa posição privilegiada no ranking de papéis do S&P 500 com os piores desempenhos no ano.
A companhia, que acumulou ganhos extraordinários nos anos anteriores e fez de Elon Musk o homem mais rico do mundo, perdeu 68,1% do valor de mercado em 2022. Em termos numéricos, isso representa uma queda de US$ 183 bilhões.
Somente no pregão de hoje, as ações TSLA desabaram 11,41% na bolsa norte-americana de tecnologia Nasdaq, negociadas a US$ 109,10. Na mínima do dia, os papéis chegaram a ser cotados a US$ 108,55.
A queda mais recente das ações da empresa acontece após a montadora estender o prazo de suspensão da produção de automóveis na fábrica de Xangai, sua maior unidade mundial.
De acordo com cronograma interno acessado pela Reuters, a produção de carros da Tesla na Gigafactory de Xangai deverá durar 17 dias em janeiro, entre os dias 3 e 19 do mês.
A partir do dia 20 até 31 de janeiro, a fabricação dos automóveis será interrompida em uma pausa prolongada para o Ano Novo Chinês.
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A paralisação segue uma desaceleração recente na demanda global por veículos da Tesla e ocorre enquanto a fabricante de veículos elétricos enfrenta uma onda de infecções por covid-19 entre seus trabalhadores e fornecedores na China.
A ação da Tesla está em queda-livre desde o começo do ano — e a desvalorização foi tamanha que, atualmente, os papéis da empresa encontram-se entre os maiores perdedores do S&P 500 — o índice que reúne as maiores empresas das bolsas norte-americanas.
Como mostrei anteriormente, as ações da Tesla recuaram 68,1% neste ano — sendo que, desde outubro, quando Elon Musk fechou a compra do Twitter, os papéis acumulam desvalorização de 49,3%.
Na visão de analistas de Wall Street e de políticos norte-americanos, a queda das ações da Tesla na bolsa tem relação direta com a gestão de Elon Musk no Twitter.
Isso porque, além de ter vendido bilhões em ações da fabricante de veículos elétricos para pagar a conta da compra bilionária do Twitter, Musk chegou a convocar talentos de seus outros empreendimentos para trabalhar na rede social.
Desde que o bilionário ocupou o trono na rede do passarinho azul, os investidores da Tesla também passaram a reclamar do tempo passado por Musk na sede da empresa de mídia social.
A gestão de tempo do executivo em cada um de seus empreendimentos preocupa os analistas de Wall Street — e, segundo relatórios, a Tesla pode sofrer o impacto do excesso de tempo passado pelo bilionário no Twitter.
A casa de análise Oppenheimer &Co afirmou que a chefia de Musk no Twitter “prejudicou gravemente” o sentimento do mercado sobre a fabricante de carros elétricos do bilionário.
Apesar do que dizem os especialistas do mercado financeiro, para Elon Musk, o verdadeiro culpado dos declínios da Tesla na bolsa de valores é o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano).
A justificativa do bilionário é que a estratégia agressiva de aperto monetário do Fed para conter a inflação galopante no país impactou o apetite dos investidores por ações.
Isso porque os juros elevados costumam chamar a atenção dos investidores para a renda fixa, uma vez que os retornos das aplicações conservadoras e títulos do governo são beneficiados pela alta das taxas. Consequentemente, investimentos de risco como ações perdem apelo.
Na visão do CEO da Tesla, agora que a inflação mostrou desaceleração, não existe mais necessidade de o banco central manter o ciclo de alta dos juros.
"Continuo dizendo que a taxa do Fed é insana, porque os dados que estou vendo dizem que já estamos em deflação ", tuitou Musk.
"Em termos simples: à medida que as taxas de juros das contas de poupança bancárias, que são garantidas, começam a se aproximar dos retornos do mercado de ações, que não são garantidos, as pessoas vão cada vez mais transferir seu dinheiro das ações para o dinheiro, fazendo com que as ações caiam", acrescentou o (ainda) bilionário.
*Com informações de Insider e Reuters
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