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O Ibovespa sentiu o baque da mudança de humor em Nova York, mas o avanço do minério de ferro e do petróleo sustentaram o índice
Uma simples maçã talvez seja um dos símbolos mais versáteis da história. O mesmo fruto, para deuses diferentes, poderia ser a vida ou a morte. A sabedoria ou a fertilidade. A árvore sagrada do Jardim das Hespérides ou do Éden. A chave para a descoberta da gravidade e a perdição de Eva (e da Branca de Neve).
Na era contemporânea, trata-se de um dos símbolos mais marcantes do mercado financeiro. A digital de uma das maiores empresas do mundo e uma corporação tão robusta que todo mundo quer um pedaço — então imagine a decepção quando o primeiro pedaço mostra que o que parece apetitoso pode ter virado uma maçã farinhenta.
Foi nesse clima de decepção que os investidores receberam a notícia de que a gigante de tecnologia Apple, quase infalível, está pisando no freio e deve reduzir custos e contratações para o próximo ano.
Em um ambiente de grande temor com a possibilidade de uma recessão, esse foi um sinal que ninguém gostaria de receber.
As bolsas em Nova York, que exibiam ganhos de mais de 1% no começo do dia, e tiveram perdas na faixa de 0,80%. O dólar à vista retomou a trajetória de alta, encerrando a sessão com avanço de 0,38%, a R$ 5,4257.
Na mesa do mercado, porém, haviam outras maçãs a serem mordidas e estas se mostraram mais suculentas — na China, o governo voltou a anunciar estímulos na concessão de crédito imobiliário, impulsionando a cotação das commodities.
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O Ibovespa aproveitou o apetite dos investidores e conseguiu se segurar no azul, ainda que longe das máximas do dia e sentindo a mudança do humor em Nova York e novos ruídos políticos em Brasília. O principal índice da bolsa brasileira subiu 0,38%, aos 96.916 pontos.
Os temores de que os isolamentos feitos pela China para conter o coronavírus possam atrapalhar a economia global foram reduzidos nesta segunda-feira. O governo do país voltou a anunciar medidas para manter a atividade aquecida, principalmente no setor de construção civil.
O anúncio envolveu o estímulo para a concessão de crédito imobiliário, puxando o minério de ferro.
O petróleo também operou em alta, mas neste caso foi o presidente americano Joe Biden que pesou sobre os negócios. Em visita à Arábia Saudita, o chefe americano não chegou a um acordo sobre a compra de petróleo russo pelo país árabe, trazendo mais incerteza sobre a oferta.
Apesar do Congresso ter oficialmente entrado em recesso parlamentar, as notícias políticas seguem firmes.
Nesta tarde, o presidente Jair Bolsonaro ampliou a tensão entre o Executivo e o Judiciário. Em Brasília, Bolsonaro reuniu representantes estrangeiros e embaixadores em uma reunião que visava apresentar as falhas do sistema eleitoral brasileiro.
Sem provas, Bolsonaro afirmou aos embaixadores que o sistema eleitoral é vulnerável e inauditável, levantando suspeitas sobre a legalidade dos resultados. Segundo o presidente, o questionamento vem neste momento pois "temos tempo ainda e resolver esse problema".
A piora no exterior coincidiu com a apresentação feita pelo chefe do Executivo. O dólar passou a operar em alta e a curva de juros fechou nas máximas do dia. Na etapa estendida de negociações, os vencimentos mais longos passaram por um processo de alívio. Confira:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,92% | 13,88% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 13,39% | 13,15% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 13,26% | 12,98% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 13,26% | 12,97% |
A alta de mais de 5% do petróleo e o anúncio de novos estímulos na China garantiram um bom dia para as empresas do setor de commodities.
Fora do Ibovespa, vale destacar o avanço de mais de 20% das ações da Estapar (ALPK3). A empresa já acumula ganhos de mais de 80% no mês após ampliar a sua atuação no segmento de Eletromobilidade. Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 22,15 | 7,00% |
| CIEL3 | Cielo ON | R$ 4,21 | 3,69% |
| JHSF3 | JHSF ON | R$ 5,73 | 3,24% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 31,26 | 3,13% |
| RAIL3 | Rumo ON | R$ 15,79 | 2,93% |
Já na ponta contrária, os piores desempenhos foram puxados pela construtora EZTec. Além do avanço da curva de juros, a empresa entregou uma prévia operacional que não agradou os analistas do mercado. Confira também as maiores quedas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| EZTC3 | EZTEC ON | R$ 14,91 | -6,70% |
| BRFS3 | BRF ON | R$ 14,62 | -5,86% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 1,05 | -5,41% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 9,70 | -4,81% |
| MRFG3 | Marfrig ON | R$ 11,75 | -4,70% |
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