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Na estreia, os papéis AGRI11 operam em alta; o ETF é o segundo fundo voltado ao agronegócio que a gestora do Banco do Brasil lança neste ano
Para você o agro é pop? Então que tal investir em uma cesta com 32 ações do setor de uma só vez? Isso é possível a partir de hoje com o AGRI11, o primeiro fundo listado em bolsa (ETF, na sigla em inglês) que segue o recém-criado índice de empresas do agronegócio, o IAGRO.
O índice usado como referência pelo ETF sob gestão da BB DTVM, unidade de gestão de fundos do Banco do Brasil, é composto por ações de 32 companhias que possuem negócio direta ou indiretamente ligados ao agro. Entre as principais papéis do IAGRO estão Ambev (ABEV3), Cosan (CSAN3) e Klabin (KLBN11).
Na estreia, o AGRI11 opera em alta de 0,06%, na contramão do Ibovespa, o principal índice de ações da B3, que registra queda de 0,57% no pregão de hoje. Já em índice do agronegócio IAGRO-FFS (AGFS) segue em alta de 2,91%, por volta das 15h desta terça-feira (24), após queda acumulada de 0,45% desde 16 de maio.
O ETF cobra uma taxa de administração de 0,35% ao ano.
Historicamente próximo ao agronegócio, o Banco do Brasil vem ampliando o leque de produtos de investimento ligados ao setor.
Em 2021, a BB DTVM lançou um fundo de ações ligado à temática agro, o BB Ações Agro, que hoje conta com um patrimônio da ordem de R$ 470 milhões. Mais recentemente, lançou o BB FIAGRO (BBGO11), que captou mais de R$ 400 milhões.
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Na linha dos ETFs negociados na B3, a gestora do Banco do Brasil é responsável pelo BB ETF S&P Dividendos Brasil (BBSD11), lançado em 2014, e o BB ETF Ibovespa (BBOV11), lançado em 2020, que atualmente possui a menor taxa de administração do mercado, de 0,02%.
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