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Com os novos fundos de índice, o investidor pode se expor ao novo mercado financeiro sem a necessidade de encarar telas complicadas

Enquanto os Estados Unidos ainda aguardam o primeiro fundo de índice (ETF, em inglês) com exposição ao preço à vista do bitcoin (BTC), a bolsa brasileira já está anos à frente no quesito inovação. Aliás, a B3 terá dois novos ETFs listados neste mês, ambos com exposição às finanças descentralizadas, as DeFis.
Como o próprio nome sugere, as DeFis são uma nova forma de acesso a produtos do sistema financeiro, como empréstimos e investimentos, sem a necessidade de uma instituição intermediária. Você pode entender um pouco mais sobre elas na nossa matéria especial sobre o tema.
O primeiro ETF de DeFi começa a ser negociado nesta terça-feira (08) e é oferecido pela QR Capital, que já possui outros dois ETFs com exposição ao bitcoin e ao ethereum (ETH).
Com o ticker QDFI11, esse será o primeiro fundo com exposição total a protocolos de finanças descentralizadas.
O ETF terá como índice de referência o Bloomberg Galaxy DeFi Index, que acompanha o desempenho das principais plataformas de finanças descentralizadas do mundo, e cobra uma taxa de administração de 0,9% ao ano.
Atualmente, o Bloomberg Galaxy DeFi Index tem exposição a nove protocolos de finanças descentralizadas, sendo eles:
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Logo após a abertura, o QDFI11 era negociado em alta de 1,55% na B3, cotado a R$ 9,85, em linha com a alta internacional do mercado cripto nesta terça-feira.
Quem também desponta na produção de fundos de índice focados em criptomoedas é a Hashdex, que irá lançar o DEFI11, também com exposição às DeFis.
A gestora é responsável pelo HASH11, o primeiro ETF da bolsa brasileira e que segue o NCI, índice criado pela própria Hashdex e pela Nasdaq, além do BITH11 e do ETHE11, que dão exposição a bitcoin e ether, respectivamente.
O novo ETF tem previsão de ser lançado no dia 11 de fevereiro e terá taxa de administração total de 1,3% ao ano.
Esse novo fundo de índice foi desenvolvido em parceria com o CF Benchmarks, um provedor de índices, e replica o desempenho do CF DeFi Modified Composite Index, composto por 12 ativos, divididos em três categorias. São elas:
Protocolos DeFi que oferecem soluções práticas para serviços financeiros:
Protocolos de Suporte, que auxiliam protocolos DeFi com serviços de armazenamento e consulta de dados, verificação de identidade e soluções de escalabilidade:
Plataformas de Registro, blockchain nas quais as transações são validadas e registradas:
Os protocolos de DeFi chegaram a atingir mais de US$ 100 bilhões em valor total armazenado (TVL, em inglês), mas perderam parte desse montante durante a queda do mercado de criptomoedas nos últimos meses.
Alguns analistas acreditam que esses protocolos possam substituir o sistema financeiro atual, com taxas menores e sistemas totalmente autônomos, sem a necessidade de uma empresa ou entidade por trás do projeto.
Contudo, existem dois pontos que os especialistas destacam para o crescimento limitado das finanças descentralizadas.
Em primeiro lugar, como o próprio nome já diz, as DeFis são uma nova forma de acesso a produtos do sistema financeiro, como empréstimos, troca de moedas etc. Toda essa novidade tende a elevar a cautela dos investidores — um dos principais protocolos do gênero, o Uniswap, tem menos de três anos de existência.
Em segundo lugar, o acesso a esses protocolos de DeFi é pouco intuitivo e de difícil uso para quem não está acostumado com aquele ecossistema.
Ou seja, comprar um ETF pode ser uma boa oportunidade de exposição às DeFis sem a necessidade de entrar de cabeça em um desses protocolos.
Mas vale lembrar que o mercado de criptomoedas é altamente volátil, mesmo que elas estejam no formato de um ETF. Os especialistas recomendam cautela antes de investir em qualquer produto de ativos digitais.
"Este mercado é novo e pequeno e, sobretudo, dentro do mercado de cripto, representa menos de 5% do total. Mas quando pensamos em países emergentes, como o Brasil, temos a possibilidade de democratizar o acesso de serviços financeiros, uma tendência mundial em crescimento, como aconteceu com as fintechs", comenta Alexandre Ludolf, diretor de investimentos da QR Asset.
Desde o início do ano, com a pressão sobre as criptomoedas, os fundos de índice também sofreram, mesmo com o bom momento da bolsa brasileira. No acumulado até esta terça-feira (08), os ETFs registravam perdas na casa dos dois dígitos:
| Ticker | Gestora | Variação (%) |
| HASH11 | Hashdex | -15,70% |
| ETHE11 | Hashdex | -22,08% |
| BITH11 | Hashdex | -12,54% |
| QBTC11 | QR Capital | -12,44% |
| QETH11 | QR Capital | -22,09% |
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