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Gabriel Bearlz, da Mercurius Crypto, e Valter Rebelo, da Empiricus, falam sobre o que está por trás do tombo histórico do BTC
A principal criptomoeda do mundo vive um momento difícil. Após renovar sua máxima histórica chegando à cotação de US$ 120 mil em outubro, o Bitcoin (BTC) caiu para o patamar de US$ 70 mil dólares, uma desvalorização de quase 50% em um período bem curto.
É uma correção ou o fim da maior criptomoeda do mundo? Os analistas Gabriel Bearlz, da Mercurius Crypto, e Valter Rebelo, da Empiricus, foram os convidados do podcast Touros e Ursos desta semana para responder essa e outras perguntas.
Segundo Rebelo, o mercado de criptomoedas está mudando a forma de negociar o Bitcoin e a oscilação de preço faz parte de uma nova dinâmica institucional. Bearlz enxerga o movimento atual como uma fase de amadurecimento, e não como um colapso definitivo.
Os especialistas acreditam que o cenário macroeconômico global está favorável aos ativos de risco. Desde o ano passado, os investidores globais estão trocando de setores, o que gera parte dessa pressão momentânea sobre o preço do Bitcoin.
"É muito mais uma rotação de carteira do que um bear market [equivalente a uma tendência de queda]", diz Rebelo.
Curiosamente, o tombo de quase 50% na cotação do Bitcoin é a menor correção da história da criptomoeda, segundo os analistas. As maiores quedas anteriores ficaram entre 70% e 80%.
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Bearlz afirma que o ativo amadureceu no mundo dos investimentos nos últimos anos, de modo que sua volatilidade está diminuindo gradualmente com o tempo.
A entrada definitiva em Wall Street, por meio dos ETFs de Bitcoin, mudou o perfil do investidor de criptomoedas. Cerca de US$ 150 bilhões entraram no mercado via fundos passivos. Rebelo destaca que a pressão de venda recente veio justamente desses fundos.
Bearlz afirma que o Bitcoin está cada vez mais institucionalizado e agora se comporta como uma ação de tecnologia, seguindo os movimentos de gigantes como Microsoft e Amazon. E, de fato, a cotação do Bitcoin mantém uma correlação de 85% com o índice Nasdaq.
Entenda melhor a correlação com as ações de tecnologia aqui.
Diferentemente da queda de 2022, quando o mercado de criptomoedas estremeceu com a quebra de grandes empresas como a FTX, a correção atual não tem qualquer relação com uma crise interna.
Bearlz ressalta que não há pressão regulatória ou cenário macroeconômico ruim no momento. Os analistas projetam que o Bitcoin está perto de um nível considerado “fundo”, com limite no espaço para novas quedas. Rebelo aponta o nível de US$ 68 a US$ 69 mil como um suporte histórico importante, pois foi o pico do ciclo de 2021.
Além disso, o analista da Empiricus avalia que o antigo ciclo de quatro anos, baseado no halving, perdeu o sentido, já que 95% do volume de Bitcoins já foi minerado. O movimento agora seria mais guiado pela psicologia dos investidores e pelo fluxo de capitais.
Sua visão para o futuro é otimista, com um preço-alvo de US$ 150 mil para a criptomoeda — embora não veja espaço para uma renovação de teto histórico neste ano.
No bloco final do programa, os convidados elegem os touros e ursos da semana, expressão que dá nome ao podcast. Nesta semana, a Raízen (RAIZ4) figurou como um dos grandes ursos (destaque negativo) após a deterioração de sua saúde financeira e o anúncio de que busca assessores para reestruturar uma dívida de mais de R$ 50 bilhões.
As agências de risco retiraram o grau de investimento da companhia, cujas ações voltaram a ser negociadas abaixo de R$ 1.
Outro destaque negativo foi o chamado "apocalipse do software", provocado pelo temor de que a inteligência artificial torne obsoletos os sistemas de gigantes como Salesforce e SAP.
Esse movimento eliminou cerca de US$ 1 trilhão em valor de mercado do setor de tecnologia em apenas uma semana.
Do lado positivo, a vitória avassaladora de Sanae Takaishi no Japão foi o grande touro da semana. A primeira-ministra garantiu mais de dois terços da Câmara Baixa, fortalecendo sua plataforma de cortes de impostos e investimentos militares.
O mercado reagiu com a subida do índice Nikkei, interpretando o resultado como um sinal de estabilidade política.
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