O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Com a Selic no maior patamar desde 2017, faz sentido correr os riscos da bolsa atrás de uma ação pagadora de dividendos? A resposta é sim
Agora é oficial! Temos a maior taxa básica de juros dos últimos cinco anos, depois que o Banco Central do Brasil elevou a Selic para 13,25%; a última vez que tivemos juros tão elevados assim foi em 2017. Isso quer dizer que qualquer investidor pode obter rendimentos de mais de 13% ao ano antes de impostos, sem qualquer tipo de risco.
Isso soa como música para os ouvidos dos rentistas — mas deixa várias dúvidas na cabeça de quem investe em ações. Talvez a principal delas seja: "com a Selic acima de 13%, ainda vale a pena comprar ações que pagam cerca de 7% ou 8% em dividendos?"
A minha resposta é "sim, vale muito a pena" — mas, antes, preciso fazer um esclarecimento.
Eu sou amante da renda variável e, claro, sempre muito enviesado quando o assunto é defender o investimento em ações. Mas isso não quer dizer que eu fecho os olhos para as oportunidades que surgem em outras classes de investimentos.
Ao meu ver, a taxa Selic nos patamares atuais permite ao investidor garantir retornos interessantes mesmo em um ambiente bastante conturbado. Sendo assim, faz todo o sentido colocar uma parcela representativa do seu capital neste tipo de rendimento.
Por exemplo, neste momento a Carteira Empiricus — principal série da Empiricus — possui cerca de 35% do portfólio investido em Tesouro Selic. Eu recomendo que você tenha algo parecido com isso; um pouco mais ou um pouco menos, dependendo do seu perfil.
Leia Também
Mas, lembre-se: esse investimento não é perfeito. Ele não te protege muito bem da inflação e, mesmo no melhor dos cenários, o seu ganho está limitado à taxa básica.
Se o seu patrimônio já é gigantesco, isso não é um grande problema. Mas esse não é o caso da maioria de nós, que precisamos de mais do que isso para conquistarmos a tão sonhada liberdade financeira.
É por isso que, mesmo com juros elevados, eu sempre defendo ter uma parcela do portfólio investida em ações, de preferência em empresas geradoras de caixa e que pagam bons dividendos. Mas a pergunta que sempre costuma aparecer é: "por que eu vou investir em uma ação que paga 7% de dividendos se a Selic rende 13,25%?"
O ponto é que uma ação que paga 7% de dividendos não rende "apenas" isso. Você ainda vai poder contar com as oscilações do mercado para obter bem mais com ganhos de capital.
Por exemplo: a BB Seguridade (BBSE3), que está no portfólio da série Vacas Leiteiras e tem um dividend yield esperado de 8,6%, se valorizou 24% desde o início deste ano —o que é um resultado formidável, dado o contexto difícil para o mercado acionário em 2022.
Essa valorização também mostra uma outra vantagem de se investir em ações: proteção contra a inflação. Empresas boas, com negócios resilientes e gestão de qualidade conseguem repassar preços acima da inflação e proteger o seu poder de compra, o que nem sempre acontece com o seu Tesouro Selic.
É verdade que a desvantagem das ações é que elas podem cair, o que não acontece com o Tesouro Selic. Mas isso só ajuda a mostrar que não existe um ativo perfeito.
Neste momento, a melhor resposta está em um portfólio bem balanceado, com renda fixa, ações e um pouco de dólar também. Se optar por colocar todo o seu patrimônio no Tesouro Selic, você pode livrar o seu portfólio de riscos, mas dificilmente vai obter retornos realmente satisfatórios no longo prazo seguindo essa estratégia.
Como eu já disse, sempre vale a pena ter uma parcela relevante do portfólio investido em ações. Hoje, o Carteira Empiricus tem uma posição líquida de aproximadamente 30% investida em ações, justamente porque é daí que vêm os ganhos que realmente fazem a diferença. Não podemos simplesmente abrir mão disso.
No entanto, como já comentamos na semana passada, este não é o momento de comprar ações de empresas caras, muito endividadas e com baixa geração de caixa.
Com a Selic elevada ou não, sempre valerá a pena ter ações. Mas, neste momento, com a Selic em 13,25%, o foco do mercado estará em empresas que geram muito caixa e pagam bons dividendos, o que protege o portfólio de grandes desvalorizações caso o ambiente continue piorando ainda mais daqui para a frente.
Separamos para você uma lista de 5 ações que podem colocar bons dividendos no seu bolso daqui em diante. Dentre elas tem a BB Seguridade. Acesse agora o relatório gratuito com o nome delas clicando aqui.
Um grande abraço e até a semana que vem!
Ruy
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045
Gerido por gestora próxima ao agro, novo Fiagro negociado na bolsa brasileira pretende levar o setor para mais perto dos investidores comuns; conheça
O que determina que empresas petroleiras vão ganhar mais com esse conflito não é só o preço da commodity; entenda
Greg Abel defende quatro empresas norte-americanas favoritas que devem continuar na carteira por décadas — e cinco empresas japonesas que também compõem o portfólio
Escalada no Oriente Médio fez os preços do petróleo subirem e levou junto as petroleiras no B3; ouro terminou o dia com alta de mais de 1%, enquanto a prata caiu
Fluxo estrangeiro impulsiona a bolsa brasileira, mas resultados fracos e endividamento pesado derrubam algumas ações no mês; veja os destaques
Se o risco virar escassez real, o barril pode mudar de patamar; entenda os três fatores que o mercado monitora e o possível efeito sobre a Petrobras
A agência de classificação de risco não descarta novos rebaixamentos para a Cosan (CSAN3) e a ação liderou as quedas do Ibovespa nesta sexta (27)
Apesar da queda de 2,7% após o balanço do 4º trimestre de 2025, analistas recomendam compra para as ações da Axia (AXIA3)
Em até 60 dias, a Bradsaúde pode estrear na B3 — mas antes precisa passar por assembleias decisivas, concluir a reorganização societária e obter o aval da ANS e da CVM
Retomada das ofertas ainda enfrenta incertezas, diz Vinicius Carmona ao Money Times; entenda o que falta para o caminho abrir de vez
O novo preço-alvo para a empresa de saneamento tem uma projeção de queda de 41,95% no valor da ação em relação ao último fechamento
Mudança afeta ações, opções e contratos futuros de índice após o fim do horário de verão no exterior
Analistas afirmam que a Aura Minerals é uma ‘oportunidade dourada’ graças à exposição ao ouro, ao crescimento acelerado e forte geração de caixa
Em painel no BTG Summit, especialistas falam sobre o crescimento dos ETFs no Brasil e as diferenças desses ativos para os demais investimentos
No médio prazo, o principal índice da bolsa pode buscar os 250 mil pontos, patamar correspondente ao topo de alta de longo prazo
Analistas dizem quais são as expectativas para o balanço de cada um dos frigoríficos com os efeitos do mercado chinês, ciclo do frango e estoques
Investimentos para defender liderança pressionam margens e derrubam as ações na Nasdaq, mas bancos veem estratégia acertada e mantêm recomendação de compra, com potencial de alta relevante
A plataforma registrou lucro líquido de US$ 559 milhões, abaixo das expectativas do mercado e 12,5% menor do que o mesmo período de 2024. No entanto, frete gratis impulsionou vendas no Brasil, diante das preocupações do mercado, mas fantasma não foi embora
Empresa de eletrodomésticos tem planos de recapitalização que chegam a US$ 800 milhões, mas não foram bem aceitos pelo mercado