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A queda acumulada de 2,69% do Ibovespa nesta semana indica que não foram dias fáceis — e o apetite por risco deve permanecer fora da mesa pelo menos até que a tensão que toma conta dos mercados antes da Super Quarta se dissipe.
Os dados da inflação ao consumidor dos Estados Unidos, divulgados na terça-feira (13), azedaram tanto o ânimo dos investidores que, até que se tenha certeza sobre quais serão os próximos passos do Federal Reserve, o mau humor deve continuar.
Nos últimos dias, o mercado parece ter abandonado a possibilidade de que o banco central americano possa reduzir o ritmo de ajuste da taxa básica de juros na próxima reunião. Muito pelo contrário. As apostas de um aperto agressivo estão cada vez mais altas.
Em um dia de agenda esvaziada, as bolsas em Nova York voltaram a ter uma sessão de perdas, ainda que os investidores tenham tirado o pé do acelerador de vendas na reta final do pregão. O Nasdaq recuou 0,90%, enquanto o Dow Jones e o S&P 500 tiveram queda de 0,45% e 0,72%, respectivamente.
O Ibovespa acompanhou a tendência internacional, ainda que em ritmo mais moderado. O principal índice da bolsa brasileira caiu 0,61%, aos 109.280 pontos. O dólar à vista encerrou o dia em alta de 0,38%, a R$ 5,2592, mas chegou a encostar na casa dos R$ 5,30 na máxima. Na semana, os ganhos foram de 2,17%.
Veja tudo o que movimentou os mercados nesta sexta-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
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DESAGRADOU
Cancelamento de registro do Nubank na CVM é ruim para acionistas e para governança, diz Itaú BBA. Analistas veem qualidade da divulgação de resultados do banco digital comprometida após a decisão.
DESTAQUES DA BOLSA
Ações de construtoras recuam com realização de lucros e previsão de corte de 95% na verba do Casa Verde Amarela. A redução está prevista mesmo após o governo ter encontrado uma brecha na lei de criação do programa.
EM BUSCA DE SALVAÇÃO
Estratégia do IRB Brasil (IRBR3) funciona e empresa se livra de rebaixamento da S&P. Na avaliação da agência de classificação de risco, oferta de ações e venda de ativos feitas pela resseguradora são suficientes para preservar o rating atual.
PAGANDO O PREÇO
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