Americanas (AMER3) volta a disparar, euro vale menos que o dólar e mudanças no MEI; confira os destaques do dia
Lembra como as coisas pareciam mais fáceis no primeiro trimestre de 2022? CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE Nem faz tanto tempo assim, mas os últimos meses foram tão difíceis e marcados por uma mudança tão abrupta no humor dos investidores que parece quase coisa de outra Era lembrar os dias em que […]

Lembra como as coisas pareciam mais fáceis no primeiro trimestre de 2022?
Nem faz tanto tempo assim, mas os últimos meses foram tão difíceis e marcados por uma mudança tão abrupta no humor dos investidores que parece quase coisa de outra Era lembrar os dias em que a bolsa brasileira e o câmbio se favoreciam da injeção de dinheiro gringo na B3 em direção às commodities.
Mas nos últimos dias, especialmente nesta terça-feira (23), o pregão pareceu seguir “como nos (nem tão) velhos tempos”.
Depois da pausa brusca, os investidores estrangeiros parecem ter voltado a aportar uma fatia do seu portfólio no Brasil e, mais precisamente, nas empresas de commodities — hoje foram elas que sustentaram a alta vista na B3.
De um lado, o governo chinês mostra vontade de continuar estimulando a economia em um momento delicado, favorecendo o minério de ferro. De outro, o ministro da Energia da Árabia Saudita, Abdulaziz bin Salman, afirmou que existe a possibilidade de a Organização de Países Exportadores de Petróleo e aliados (Opep+) cortarem a produção em breve.
Commodity em alta é quase sinônimo de dia de ganhos na B3. Sorte do Ibovespa, que escapou da cautela que toma conta dos mercados globais antes do simpósio de Jackson Hole, e subiu 2,13%, aos 112.857 pontos.
O dólar à vista caiu 1,31%, a R$ 5,0990 — uma cotação superior ao valor do euro, já que a moeda europeia ronda as mínimas após as seguidas crises recentes.
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Veja tudo o que movimentou os mercados nesta terça-feira, incluindo os principais destaques do noticiário corporativo e as ações com o melhor e o pior desempenho do Ibovespa.
Confira outros destaques do dia
CORRENDO ATRÁS
Em até um ano e meio, Itaú ‘já terá plena capacidade de competir com as fintechs’, diz Roberto Setubal. Ex-CEO e atual co-presidente do conselho de administração do banco contou sobre o processo de migração dos sistemas para a nuvem e mudança de cultura na instituição, além de lamentar não ter podido adquirir o controle da XP.
CLIENTE FIEL
Nubank (NU; NUBR33): mudança no rendimento da NuConta não provocou perda de clientes. Nova regra de remuneração da conta entrou em vigor em julho, mas só deve chegar a 100% dos usuários no final de setembro.
MAIS UMA AQUISIÇÃO
Portfólio mais doce: Camil (CAML3) compra Mabel e entra no mercado de biscoitos. A empresa também ficou com o direito de usar a marca Toddy em bolachas pelos próximos dez anos; negócio depende de aprovação do Cade.
SETOR HOSPITALAR
Viveo (VVEO3) fecha mais duas aquisições e pode disparar 44% até o fim de 2022, diz Itaú BBA. Holding totaliza oito compras desde o início de 2022. Para o banco, as novas operações anunciadas são positivas para o conglomerado — e para a sua carteira.
EMPREENDEDORISMO
Mudanças no MEI: Confira o que está em jogo no projeto de lei que altera o limite de faturamento. A proposta amplia a receita bruta anual de R$ 81 mil para R$ 130 mil e permite a contratação de até 2 funcionários; ainda não há data de conclusão da tramitação.
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