🔴 ONDE INVESTIR 2026: ESTRATÉGIAS DE ALOCAÇÃO, AÇÕES, DIVIDENDOS, RENDA FIXA, FIIS e CRIPTO – ASSISTA AGORA

Recurso Exclusivo para
membros SD Select.

Gratuito

O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.

Esse espaço é um complemento às notícias do site.

Você terá acesso DE GRAÇA a:

  • Reportagens especiais
  • Relatórios e conteúdos cortesia
  • Recurso de favoritar notícias
  • eBooks
  • Cursos

Mercado em 5 Minutos: Quantas reviravoltas cabem em uma só mão?

Investidores esperam por dados importantes sobre empregos nos EUA, se preparando também para a temporada de resultados corporativos

3 de outubro de 2022
9:04
imagem mostra setas de queda e alta entrelaçadas, indicando volatilidade dos mercados e da bolsa
Imagem: Shutterstock

Bom dia, pessoal. Entramos no último trimestre de 2022 com inúmeros fatores de risco para acompanharmos. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Lá fora, as ações caíram na Ásia nesta segunda-feira (3), enquanto os investidores esperam por dados importantes sobre empregos nos EUA, se preparando também para a temporada de resultados corporativos que muitos temem destacar o impacto do aumento da inflação e das taxas de juros.

A abertura do mercado na Europa também não é positiva, refletindo preocupações persistentes sobre uma recessão e as perspectivas negativas para o mercado de petróleo. 

Chama a atenção também os ruídos envolvendo o Credit Suisse e a crise que paira sobre o banco. 

Os futuros americanos inauguram o dia de forma mista, sem uma única direção. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

O Brasil pode se descolar desse movimento tímido, repercutindo a eleição de um legislativo composto predominantemente pelo centro e pela direita. A ver...

Leia Também

00:41 — O bolsonarismo se manterá, mesmo num eventual governo Lula

Chamou a atenção os erros dos institutos de pesquisa, que vão precisar se reinventar nos próximos anos se quiserem se manter relevantes. 

Lula e Bolsonaro vão para o segundo turno, mas com uma margem muito diferente do que se apontava nos levantamentos de intenção de votos. 

O segundo turno é uma nova eleição e tudo pode acontecer, inclusive uma virada de Bolsonaro, ainda que pouco provável (precisa trabalhar bem Minas Gerais e os espólios dos demais candidatos).

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Ao mesmo tempo, ainda que Lula seja favorito para ganhar no segundo turno (teve mais de 48% no primeiro turno), terá que caminhar para o centro. 

Nas condições atuais, um segundo turno geralmente é positivo para o mercado, forçando uma moderação de tons (há necessidade de negociar com outros partidos). 

Enquanto isso, o bolsonarismo deveria comemorar, apesar de Bolsonaro ter ficado em segundo lugar. 

A eleição de um Congresso predominantemente composto por figuras de centro, centro-direita e direita, deverá impedir eventuais aventuras petistas muito heterodoxas.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Os dois desfechos agora me parecem positivos para o mercado local: 

  1. Uma virada de Bolsonaro (seria histórico, uma vez que ninguém conseguiu chegar em segundo no primeiro turno e depois virar as eleições) serviria para mobilizar a legislatura eleita, tendo solo fértil para a execução de um plano mercadológico aos moldes do que se observava em 2019, antes da pandemia; 
  2. O governo Lula deverá acontecer muito provavelmente, mas terá governabilidade comprometida e precisará fazer concessões ao centro para governar, impedindo muita criatividade para atuar sobre o mercado.

01:56 — Na expectativa pelos dados de emprego

Nos EUA, os investidores esperam virar a página depois da pancada que foi experimentada em setembro, se voltando para o calendário de outubro. 

Nesta semana, acompanhamos uma vasta lista de membros do Federal Reserve Bank que falam com o mercado em diferentes ocasiões, embora a expectativa geral seja de que a autoridade monetária mantenha o tom duro em direção à meta de não retroceder prematuramente na política monetária restritiva (taxas de juros mais altas).

Ao mesmo tempo, também ficamos de olho nos relatórios de empregos sobre o mês de setembro no final da semana. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na semana passada, o Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês) mostrou uma aceleração maior do que a esperada, o que provavelmente convencerá ainda mais o Fed de que deve manter sua postura agressiva em relação a aumentos futuros de juros. 

Se os dados de emprego vierem fortes, a tendência será mantida. 

02:41 — Uma provável baleia morta na praia?

Já há alguns anos o Credit Suisse vem passando por momentos ruins. Agora, os investidores globais têm pela frente o desafio de enfrentar a crise do Credit Suisse (da máxima em 2018, as ações do banco já caem mais de 80%). 

O sentimento negativo contamina o mercado europeu nesta manhã, diante do nervosismo do mercado sobre a posição de capital do banco suíço.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Na sexta-feira, o CEO do Credit Suisse, Ulrich Koerner, disse aos funcionários em um memorando interno que o capital e a liquidez eram robustos, mas as coisas mudaram no final de semana — o CDS (custo de proteção contra um default) aumentou em 15% e já está em um patamar semelhante ao de 2009, depois da crise do subprime. 

Agora, a instituição pediu mais 100 dias para apresentar uma estratégia de recuperação.

Além da questão financeira também há o choque de credibilidade junto aos negócios de investimentos e private banking

Há pouco espaço para uma salvação verdadeira aqui, uma vez que tentativas anteriores de reestruturação também foram frustradas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Uma atualização sobre a nova estratégia deverá ser divulgada até o final do mês, no dia 27 de outubro, mas os caminhos são escassos.

Estima-se que sejam necessários algo entre US$ 4 bilhões e US$ 6 bilhões para endereçar a reestruturação, com o enxugamento da companhia e a demissão de funcionários.  

Uma aquisição por outro player não seria improvável, mas ainda há muito por acontecer e vários processos para lidar.

Uma quebra completa teria consequências desastrosas para a Europa e poderia sinalizar o começo de um processo maior…

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

03:58 — Os 15% da Ucrânia

No final da semana passada, a Rússia anexou 15% da Ucrânia (uma área do tamanho de Portugal) ao aceitar a adesão à federação de quatro regiões ucranianas. 

O movimento de Putin é a maior apropriação forçada de terras na Europa desde a Segunda Guerra Mundial e mostra como ele vê a guerra na Ucrânia como uma luta existencial entre seu país e o mundo ocidental.

Haverá retaliação, claro. O presidente Biden disse que as anexações territoriais de Putin não têm legitimidade e os ministros das Relações Exteriores do G7 as consideraram uma ofensa à soberania ucraniana. 

Ao mesmo tempo, a Rússia não ocupou totalmente nenhuma das quatro regiões que anexou, o que ficou bem claro quando as tropas ucranianas em uma dessas províncias cercaram as forças russas. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

Dessa forma, os países ocidentais desencadearam uma nova rodada de sanções, inclusive contra o presidente do banco central da Rússia. 

O presidente ucraniano Volodymyr Zelensky respondeu solicitando formalmente a adesão à OTAN em um cronograma acelerado, embora não esteja claro se será aprovado. 

A situação russa é delicada: sofreu perdas embaraçosas com o contra-ataque ucraniano e centenas de milhares de russos deixaram seu país para evitar serem convocados para o serviço militar. 

Um possível enfraquecimento de Putin não é impossível. 

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

04:50 — O preço do petróleo

Os contratos futuros de petróleo Brent e West Texas Intermediate (WTI) decolaram da última sexta-feira para cá, repercutindo os relatos de que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo e aliados (OPEP+) está considerando um corte na produção de petróleo de mais de um milhão de barris por dia.

Tal medida seria a maior tomada pela organização para lidar com a fraqueza na demanda global desde 2020, quando o grupo reduziu a produção em um recorde de 10 milhões de barris por dia por conta da pandemia.

Com uma reunião esperada para o dia 5 de outubro, surpresas são possíveis, empurrando o preço da commodity para cima, de modo a neutralizar a excessiva baixa no mercado. 

Ao mesmo tempo, estima-se que qualquer corte de produção abaixo de 500 mil barris por dia deverá ser ignorado pelo mercado.

CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE
CONTINUA DEPOIS DA PUBLICIDADE

COMPARTILHAR

Whatsapp Linkedin Telegram
O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Queda no valor da Direcional (DIRR3) é oportunidade para investir, e Santander tem lucro acima do esperado 

4 de fevereiro de 2026 - 8:38

Saiba por que a Direcional é a ação mais recomendada para sua carteira em fevereiro e o que mais move as bolsas hoje

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O bloco dos bancos abre o Carnaval das empresas abertas: qual terá a melhor marchinha?

3 de fevereiro de 2026 - 8:36

Mercado também reage a indicação para o Fed, ata do Copom e dados dos EUA; veja o que você precisa saber antes de investir hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

O efeito Warsh: reação à escolha de Trump é um ajuste técnico ou inflexão estrutural?

3 de fevereiro de 2026 - 7:48

Após um rali bastante intenso, especialmente nos metais preciosos, a dinâmica passou a ser dominada por excesso de fluxo e alavancagem, resultando em uma correção rápida e contundente

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O custo e os benefícios do fim da escala 6×1 para as PMEs, e os dados mais importantes para os investidores hoje

2 de fevereiro de 2026 - 8:42

As PMEs serão as mais impactadas com uma eventual mudança no limite de horas de trabalho; veja como se preparar

DÉCIMO ANDAR

Alinhamento dos astros: um janeiro histórico para investidores locais. Ainda existem oportunidades na mesa para os FIIs?

1 de fevereiro de 2026 - 8:00

Mesmo tendo mais apelo entre os investidores pessoas físicas, os fundos imobiliários (FIIs) também se beneficiaram do fluxo estrangeiro para a bolsa em janeiro; saiba o que esperar agora

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

Hora da colheita: a boa temporada dos vinhos brasileiros que superam expectativas dentro e fora do país

31 de janeiro de 2026 - 9:01

Numa segunda-feira qualquer em dezembro, taças ao alto brindam em Paris. Estamos no 9º arrondissement das Galerias Lafayette, a poucas quadras do Palais Garnier. A terra do luxo, o templo do vinho. Mas, por lá, o assunto na boca de todos é o Brasil. Literalmente. O encontro marcou o start do recém-criado projeto Vin du Brésil, iniciativa que […]

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja como escolher ações para surfar na onda do Ibovespa, e o que mais afeta os mercados hoje

30 de janeiro de 2026 - 8:54

Expansão de famosa rede de pizzarias e anúncio de Trump também são destaque entre os investidores brasileiros

SEXTOU COM O RUY

Próxima parada: Brasil. Por que o fluxo de dinheiro gringo pode fazer o Ibovespa subir ainda mais este ano

30 de janeiro de 2026 - 7:11

O estrangeiro está cada vez mais sedento pelos ativos brasileiros, e o fluxo que tanto atrapalhou o Ibovespa no passado pode finalmente se tornar uma fonte propulsora

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mudança de FIIs para fiagros que pode impulsionar dividendos, a reação aos juros e o que mais você precisa saber hoje

29 de janeiro de 2026 - 8:38

Veja por que o BTG Pactual está transformando FIIs em fiagros, e qual a vantagem para o seu bolso; a bolsa brasileira também irá reagir após o recorde de ontem na Super Quarta e a dados dos EUA

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Prepare-se para um corte da Selic ainda hoje

28 de janeiro de 2026 - 15:03

Por isso, deveríamos estar preparados para um corte da Selic nesta SuperQuarta — o que, obviamente, é muito diferente de contar com isso

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

BC não tem pressa, bolsa dispara e dólar afunda: veja o que move os mercados hoje

28 de janeiro de 2026 - 8:32

Tony Volpon, ex-diretor do Banco Central, explica por que a Selic não deve começar a cair hoje; confira a entrevista ao Seu Dinheiro

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A mensagem que pode frear o foguete do Ibovespa, mais tarifas de Trump e o que mais os investidores precisam saber hoje

27 de janeiro de 2026 - 8:23

A primeira Super Quarta do ano promete testar o fôlego da bolsa brasileira, que vem quebrando recordes de alta. Alianças comerciais e tarifas dos EUA também mexem com os mercados hoje

INSIGHTS ASSIMÉTRICOS

Super Quarta sob os holofotes: juros parados, expectativas em movimento

27 de janeiro de 2026 - 7:08

A expectativa é de que o Copom mantenha a Selic inalterada, mas seja mais flexível na comunicação. Nos EUA, a coletiva de Jerome Powell deve dar o tom dos próximos passos do Fed.

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Os investimentos na tabela periódica, tensões geopolíticas e tarifas contra o Canadá: veja o que move os mercados hoje

26 de janeiro de 2026 - 8:28

Metais preciosos e industriais ganham força com IA, carros elétricos e tensões geopolíticas — mas exigem cautela dos investidores

SEU DINHEIRO LIFESTYLE

O corre de R$ 1 bilhão: entre a rua e a academia premium, como a imensa popularidade das corridas impacta você

24 de janeiro de 2026 - 9:02

Sua primeira maratona e a academia com mensalidades a R$ 3.500 foram os destaques do Seu Dinheiro Lifestyle essa semana

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

O melhor destino para investir, os recordes da bolsa e o que mais você precisa saber hoje

23 de janeiro de 2026 - 8:24

Especialistas detalham quais os melhores mercados para diversificar os aportes por todo o mundo

PARECE QUE O JOGO VIROU

Onde não investir em 2026 — e um plano B se tudo der errado

23 de janeiro de 2026 - 6:45

Foque sua carteira de ações em ativos de qualidade, sabendo que eles não vão subir como as grandes tranqueiras da Bolsa se tivermos o melhor cenário, mas não vão te deixar pobre se as coisas não saírem como o planejado

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

A batalha da renda fixa, o recorde da bolsa, e o que mais move os mercados hoje

22 de janeiro de 2026 - 8:30

A disputa entre títulos prefixados e os atrelados à inflação será mais ferrenha neste ano, com o ciclo de cortes de juros; acompanhe também os principais movimentos das bolsas no Brasil e no mundo

EXILE ON WALL STREET

Rodolfo Amstalden: Menos cabeças, mais PIB para a China?

21 de janeiro de 2026 - 20:13

No ritmo atual de nascimentos por ano, a população chinesa pode cair para 600 milhões em 2100 — menos da metade do número atual

O MELHOR DO SEU DINHEIRO

Veja onde investir em 2026, o que esperar das reuniões em Davos e o que mais afeta as bolsas hoje

21 de janeiro de 2026 - 8:28

Evento do Seu Dinheiro tem evento com o caminho das pedras sobre como investir neste ano; confira ao vivo a partir das 10h

Menu

Usamos cookies para guardar estatísticas de visitas, personalizar anúncios e melhorar sua experiência de navegação. Ao continuar, você concorda com nossas políticas de cookies

Fechar