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O dia é bastante agitado, com dados de inflação na Alemanha pela manhã e segunda leitura do PIB americano, que deverá confirmar a queda vislumbrada na prévia anterior
Bom dia, pessoal. Lá fora, as ações europeias voltaram a cair nesta quinta-feira (29), pelo menos por enquanto, depois do alívio inicial de ontem (28) com Banco da Inglaterra, que interveio para acalmar os mercados.
Os futuros americanos também encontram dificuldade nesta manhã, depois da temporária melhora de quarta-feira.
A volatilidade está muito presente e, assim como aconteceu ontem, os resultados negativos desta manhã podem ser invertidos ao longo do dia (difícil).
Contudo, neste momento, o que predomina no ambiente internacional é um tom mais negativo, diferente do que foi visto na Ásia, que acabou digerindo o bom desempenho do dia anterior.
O dia é bastante agitado em vários sentidos, com dados de inflação na Alemanha pela manhã, mostrando continuidade da aceleração dos preços, e segunda leitura do PIB americano, que deverá confirmar a queda vislumbrada na prévia anterior.
O Brasil acompanha a tendência global em meio à proximidade da eleição. A ver...
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Em dia de debate na Globo e mais pesquisas de intenção de voto a serem apresentadas, o mercado começa a prestar mais atenção no processo eleitoral.
Ontem, fez preço a fala de Lula, favorito na competição, sobre eventual mudança na política de preços da Petrobras. Tanto é verdade que não conseguimos capturar por inteiro a mudança de humor global de quarta-feira.
Quanto mais nos aproximamos do dia da eleição, mais haverá um tom defensivo por parte dos investidores no mercado local, especialmente por conta do receio de uma eventual contestação dos resultados eleitorais e da não confirmação de uma equipe de cunho mercadológica por parte de Lula, em caso de uma vitória do petista.
Afinal, tomando por exemplo o Reino Unido nos últimos dias, o que será que acontecerá com os juros e o câmbio se o vencedor dessas eleições, independente de quem seja, não promover responsabilidade fiscal? Fica a questão.
Para hoje, em meio à continuidade da incerteza em nível internacional, nos debruçamos sobre o Relatório Trimestral de Inflação do Banco Central, com subsequente coletiva de Roberto Campos Neto, que poderá dar algum detalhe sobre a condução da política monetária — o tom deverá se manter duro.
Ontem, depois de ensaiar uma queda pela manhã, as ações americanas viraram o jogo e encerraram a sequência de seis dias de queda, com o índice Dow Jones subindo 549 pontos, ou 1,9%, em seu melhor dia desde julho.
O rali veio com a queda marginal dos yields dos títulos do Tesouro americano, que fez com que os investidores fossem em busca de algumas barganhas depois do sell-off recente.
Para a quinta-feira, os investidores acompanham a segunda leitura do PIB do segundo trimestre dos EUA, que deverá confirmar a queda de 0,6% no período na comparação trimestral.
Com o dado, já temos os primeiros sinais do Índice de Preços de Despesas de Consumo Pessoal (PCE, na sigla em inglês), a ser oficialmente apresentado amanhã, na sexta-feira (30).
O furacão Ian chegou no estado da Flórida, nos EUA, que já se preparava para o evento há algumas semanas.
A intensificação da tempestade nos últimos dias derrubou toda a rede elétrica de Cuba na terça-feira, gerando preocupações adicionais para sua passagem em solo americano.
Cerca de 2,5 milhões de pessoas ao longo da costa do Golfo foram instadas a evacuar, com previsões de ventos de mais de 200 km/h e uma tempestade de categoria 4 (alguns lugares podem ficar inabitáveis).
Com isso, as perdas econômicas na área podem exceder US$ 45 bilhões se a previsão atual se concretizar, classificando Ian como o oitavo furacão mais caro dos EUA.
Também pode exacerbar a inflação de alimentos se a tempestade atingir diretamente os principais produtores de laranja, por exemplo, ou players de distribuição.
Adicionalmente, as zonas de fabricação de fertilizantes também estão em risco, bem como a produção e distribuição de petróleo e seus derivados, como gasolina (mais inflação).
Enquanto o furacão Ian se aproximava da Flórida, os investidores ficaram atentos ontem aos movimentos do Banco da Inglaterra, que disse que compraria títulos de longo prazo.
A intervenção visa conter o recente aumento nos yields dos títulos e a queda da libra, buscando restabelecer as condições de mercado ordenadas.
A mensagem teve o efeito pretendido ao redor do mundo interior, invertendo o sentido das Bolsas europeias e americanas, que não apresentavam um bom desempenho na quarta-feira até então. Para hoje, porém, o efeito já parece ter sido diluído.
Notadamente, a compra emergencial de títulos não tem um impacto significativo no mundo real, pelo menos não dessa maneira no curto prazo. Com isso, a realidade bate à porta.
O movimento faz parte do jogo; afinal, uma das funções de qualquer banco central deve ser garantir o funcionamento do sistema financeiro.
Tudo isso acontece depois da apresentação do desastroso plano econômico da primeira-ministra britânica, Liz Truss, que conquistou para si questionamentos do próprio FMI (não é usual a autoridade questionar políticas de membros do G7). Espere mais volatilidade no Reino Unido.
Com as ações em queda livre na maior parte de 2022, o mercado para as ofertas públicas iniciais (IPO, na sigla em inglês) está praticamente esterilizado.
Tanto no Brasil como nos EUA, estamos a caminho do pior ano para IPOs em décadas — não houve uma oferta inicial sequer no Brasil por enquanto.
Isso torna a estreia comercial da Porsche na Bolsa de Valores de Frankfurt particularmente especial para o ambiente global.
Ontem, a fabricante de carros de luxo foi desmembrada da Volkswagen, sua controladora e a maior montadora do mundo em vendas anuais (US$ 275 bilhões).
Sendo precificada a € 82,50 por ação (ou US$ 80), a Porsche tem um valor de mercado de cerca de US$ 75 bilhões, levantando cerca de US$ 9 bilhões para a Volkswagen, que vendeu 25% de suas ações — o valor de mercado é quase igual ao da própria VW (US$ 80 bilhões).
Já em seu primeiro dia de negociação, a maior oferta pública inicial da Europa em uma década subiu para mais de € 85 (contra uma queda no principal índice alemão).
Isso mostra que o mercado entende que a demanda por carros Porsche continua forte, com o mercado de luxo resistindo principalmente a uma economia de consumo em desaceleração.
O IPO acaba servindo como um vento positivo no curto prazo.
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