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Corte já está precificado, mas guerra, petróleo e eleições podem mudar o rumo da política monetária
Parece-me um certo contrassenso continuar chamando de “Super Quarta” um calendário no qual os respectivos Bancos Centrais perderam boa parte de seus graus de liberdade — seja por medidas populistas do governo, pelos altos níveis de dívida pública, ou pelo choque de oferta via aumento do petróleo.
Em tese, tudo o mais constante, quanto maior o tamanho da “Super Restrição” ou do “Super Consenso”, menor o tamanho da “Super Quarta”.
Não que isso seja necessariamente um problema, pois a boa condução da política monetária deve mesmo evitar decisões e comunicações surpreendentes.
Mas às vezes fica meio entediante...
No caso doméstico, por exemplo, o corte protocolar de 25 bps hoje à noite já está anotado no caderninho de mais de 95% do mercado.
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Rigorosamente dentro do esperado.
Contudo, para o próximo encontro, em junho, começamos a enxergar algumas nuances interessantes.
A típica janela de 45 dias entre reuniões passa a valer o equivalente a um ano em um contexto eventualmente binário para a Guerra do Irã, de Kevin Warsh liderando o Fed, e no qual a corrida eleitoral brasileira estará adentrando sua fase mais crítica, com potenciais efeitos sobre o câmbio.
Influências macro desse tipo sugerem que o segundo semestre de 2026 poderá ser bem diferente do primeiro.
Embora os 25 bps continuem ditados pela inércia, todas as opções podem estar à mesa do Copom para o encontro de 17 de junho.
Até lá, é provável que as leituras de inflação continuem subindo, contaminadas pela guerra. Ainda assim, porém, as expectativas de inflação para 2027 e 2028 tendem a se provar mais resilientes, à medida que o preço do petróleo e dos fertilizantes se estabilizam em um novo patamar.
Ademais, o grande risco fiscal para este ano (pacote eleitoreiro de “bondades”) pode ser ironicamente mitigado caso a disputa para a presidência continue apertada — o que parece ser o cenário base.
Se o poder incumbente está perdendo feio, há um incentivo substancial para dobrar a aposta em medidas populistas, já que nada é pior do que desistir enquanto ainda existem chances reais.
Por outro lado, em caso de placar apertado, o incumbente fica menos tentado a apelar, até porque pode ter que conviver com as duras consequências de seus atos já no primeiro ano de seu próximo mandato (vide Dilma II).
As decisões de hoje são sempre tomadas olhando um pouquinho à frente, sobretudo se este pouquinho à frente for bem diferente.
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