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Entenda como a Natura rejuvenesceu seu negócio, quais os recados tanto do Copom quanto do Fed na decisão dos juros e o que mais afeta o seu bolso hoje
Depois de uma tarde e noite complexas no mercado, com decisões de juros, conflitos no Oriente Médio e a rejeição do nome do governo para o Supremo Tribunal Federal (STF), é necessário cuidar das marcas de preocupação que ficaram nos investidores (leia mais sobre como esses eventos afetam as bolsas no Esquenta, logo abaixo).
No meio corporativo, a Natura passou um creme rejuvenescedor de sua marca Chronos Derma, e a Avon completou o skincare com a linha Renew. As duas empresas, com décadas de história — a marca de origem norte-americana surgiu em 1886 — querem mostrar que estão com uma cara mais jovem.
A companhia aplicou bastante retinol, para estimular a renovação e reduzir rugas e rusgas do seu negócio. Mais que transformações estéticas, a Natura passou anos tratando profundamente sua operação.
Mais do que ter cuidado com diversos passos e produtos complexos, a empresa voltou para o básico. Se para cuidar da pele basta uma boa limpeza, hidratação e proteção solar, a companhia resolveu se focar nas marcas Natura e Avon na América Latina.
O que falta então, para a ação voltar a subir? Eu conversei com diversos analistas e especialistas em varejo para entender qual a visão do mercado sobre o papel. Confira nesta matéria aqui.
Mais um feriado no Brasil bate à porta, mas ainda há muito trabalho para os investidores antes da folga. Os agitos da política nacional, a temporada de balanços corporativos, as tensões com a economia global e os conflitos geopolíticos formam uma tempestade perfeita para a bolsa hoje.
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E os primeiros pingos desse temporal caíram ainda ontem, com a escalada do conflito entre EUA e Irã. O presidente Donald Trump afirmou que Teerã ficará sob bloqueio naval até que o regime iraniano aceite um acordo que aborde as preocupações sobre programa nuclear.
O efeito no mercado a gente já conhece: disparada dos preços do petróleo. Durante a noite de quarta-feira (29), os contratos futuros do Brent subiram mais de 6%. Já nesta manhã, a commodity registra queda de mais de 1%.
As bolsas asiáticas também sentiram as pressões do conflito e fecharam o pregão de hoje sem uma direção única. Os mercados europeus também caminham para lados distintos.
Vale lembrar que, devido ao conflito no Oriente Médio, a economia da Zona do Euro praticamente estagnou no primeiro trimestre, enquanto a inflação deu novo salto em abril.
Os investidores europeus também aguardam a divulgação de balanços corporativos da região e decisões de juros do Banco Central Europeu (BCE) e do Banco da Inglaterra (BOE).
Em Wall Street, o clima é de cautela. Os índices futuros de Nova York oscilam entre altas e baixas nesta amanhã.
Por lá, os investidores aguardam o balanço da Apple e a publicação do PIB e do PCE dos EUA. Além disso, os participantes do mercado digerem a decisão sobre os juros no país e o recado dado por Jerome Powell, presidente do Federal Reserve (banco central norte-americano) ao manter a taxa estável.
Após falas do dirigente, as expectativas de novos cortes nos juros foram empurradas para dezembro de 2027.
Já no Brasil, o agito vem de todos os lados. O Comitê de Política Monetária (Copom) cortou a Selic em 0,25 ponto percentual, para 14,5% ao ano.
Além disso, a derrota do governo Lula no judiciário também deve mexer com os mercados locais. Ontem, o Senado rejeitou a indicação de Jorge Messias ao Supremo Tribunal Federal (STF). Foi a primeira vez desde 1894 que um nome indicado por um presidente da República não consegue o aval da Casa.
Mas não para por aí: a agenda desta quinta-feira (30) ainda conta com a divulgação da taxa de desemprego pelo IBGE, o resultado primário consolidado do setor público e o balanço da Irani. Após fechamento do mercado, os holofotes se voltam para a Petrobras, que publica seu relatório de produção e vendas.
"VOCÊS VÃO TER QUE ME ENGOLIR”
A despedida no melhor estilo Zagallo: Powell promete continuar como a pedra no sapato de Trump no Fed. Embora tenha afirmado que será um governador low-profile, a permanência no conselho até 2028 pode ser uma barreira para possíveis interferências políticas no banco central norte-americano.
ATENÇÃO, ACIONISTA
Setor elétrico com tudo: CPFL Energia (CPFE3) e Taesa (TAEE11) confirmam quase R$ 5 bilhões em dividendos. As duas companhias detalharam nesta quarta-feira (29) os proventos que serão distribuídos aos acionistas; confira prazos e condições para receber.
MENOS RETORNO
Mais um corte de juros: quanto rendem R$ 100 mil na poupança, em Tesouro Selic, CDB e LCI com a Selic em 14,50%. Copom reduziu a taxa básica em mais 0,25 ponto percentual nesta quarta (29), diminuindo retorno das aplicações pós-fixadas.
AMEAÇA ÀS FINANÇAS?
Faturamento das bets dispara 44,4% em um ano, mas cifra bilionária camufla riscos para o bolso. Empresas de apostas online tiveram faturamento de R$ 2,2 bilhões em janeiro deste ano; pesquisa da FecomercioSP mostra o que está no radar desse mercado.
LUTANDO CONTRA OS GARGALOS
Esta ação ganhou o selo de compra da XP e pode subir até 100% na bolsa; preço-alvo é de R$ 26. Para os analistas, a incorporadora mantém disciplina em meio ao aperto do setor imobiliário e ainda pode dobrar de valor.
PULAR O ANÚNCIO?
Presença no YouTube, Google e sites: empresas investiram R$ 42,7 bilhões em publicidade digital em 2025; um único setor foi responsável por um quarto da cifra. O valor representa o segundo maior crescimento em publicidade online na história; pesquisa do IAB Brasil com o Ibope mostra setores com potencial para mais participação digital.
RECONHECIMENTO
Mercado Livre e Nubank entram na lista da TIME de empresas mais influentes do setor financeiro. O Mercado Livre foi incluído na lista pelo avanço de sua operação financeira, concentrada no Mercado Pago, enquanto o Nubank foi destacado por combinar expansão em larga escala com rentabilidade e avanço em mercados regulados.
PRESSÃO TOTAL
O dia em que o otimismo evaporou da bolsa, fez o Ibovespa fechar no pior nível em um mês e Nova York sucumbir. No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29).
EXPANSÃO INTERNACIONAL
Acordo Mercosul-UE entra em vigor nesta semana e pequenas e médias empresas têm destaque no tratado; o que está em jogo? Acordo tem regras específicas de acesso à informação para PMEs; documento também reforça a importância dessas companhias para o crescimento econômico.
JOIA RARA
Bradsaúde (ODPV3) faz olhos do Itaú BBA brilharem, que eleva a recomendação para compra; mas entenda qual é o risco. O Itaú BBA acredita que é uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos.
SEM CONSENSO
Adeus com rebeldia: Powell se despede do comando do Fed com marca histórica em nova decisão sobre juros nos EUA. A taxa seguiu inalterada como esperado pelo mercado, mas a maior rebelião interna do Fed desde 1992 marca o que deve ser a última reunião de Powell como presidente do banco central norte-americano.
LUXO POLÊMICO
Prada responde após críticas de apropriação cultural em sandália indiana de R$ 4 mil. Grife italiana gera debate ao lançar sandália inspirada em tradicional modelo indiano custando até 169 vezes mais do que a versão original.
TOUROS E URSOS #268
O dólar está ‘no limite’? Por que este gestor especialista em câmbio não vê muito mais espaço para queda. Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais.
TESTE DE PACIÊNCIA?
O mercado ficou menos otimista com o Santander (SANB11) — mas UBS BB ainda vê motivos para comprar a história. Resultado do 1T26 frustra expectativas, enquanto banco reforça estratégia mais conservadora; o que fazer com as ações agora?
O DIA DEPOIS DO BALANÇO
Chance de comprar barato? Ação da Vale (VALE3) cai forte após resultado pressionado; executivos traçam planos para dividendos extras. Lucro da mineradora cresce no 1T26, mas pressão de custos e Ebitda considerado fraco pelo mercado limitam reação positiva das ações; saiba o que fazer com relação aos papéis agora.
INDICADORES MAIS SAUDÁVEIS
Hypera (HYPE3) faz check-up financeiro e lidera ganhos do Ibovespa — ‘Ozempic genérico’ pode dar ainda mais vida às ações. Os papéis da companhia entraram em leilão na manhã desta quarta-feira (29) por oscilação máxima permitida, e voltaram a ser negociadas com alta de quase 5% na esteira do balanço do primeiro trimestre.
CARRINHO A CARRINHO
A fidelidade dos clientes é disputada a tapa entre Mercado Livre, Renner e Shopee: veja onde a disputa é mais intensa, segundo relatório do BTG. Cerca de 77% dos usuários do Mercado Livre também compram na Shopee. A sobreposição entre a plataforma argentina e a norte-americana Amazon também é grande, de 49%.
COM A PALAVRA, O CEO
Santander (SANB11) decepciona no 1T26, mas CEO banca: “pagar mais imposto é bom sinal” — e mantém ROE de 20% na mira. Alta nos impostos pressiona lucro agora, mas pode destravar capital e impulsionar resultados, afirma Mario Leão; confira a visão do CEO do banco.
DIAGNÓSTICO DO BANCO
Banco do Brasil (BBAS3) vê reação rápida do agro se Selic cair; inadimplência pesa em máquinas e insumos. O banco conta com uma carteira de R$ 406 bilhões no agronegócio e espera ver uma estabilidade em 2026.
UM BAITA IMPULSO
‘Supertênis’ da Adidas foi responsável por primeira maratona em menos de 2 horas? Enquanto especialistas buscam resposta, calçado tecnológico chega ao Brasil em breve — e não vai ser barato. Adidas ganhou a corrida nas pistas e obteve um impulso nas ações no rescaldo da Maratona de Londres.
AUMENTOU A VACÂNCIA
Fundo imobiliário perde inquilina que responde por 16% da receita; confira os impactos no bolso dos cotistas. Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11.
RESULTADO MAIS FRACO
Decepcionou? WEG (WEGE3) lucra R$ 1,45 bilhão no 1T26, recuo de 5,7% no ano; veja quando o crescimento deve voltar. A queda já era, de maneira geral, esperada. Segundo o JP Morgan, havia mais espaço para frustração do que para surpresas positivas, de acordo com relatório do meio de abril, mas movimento é cíclico.
EFEITOS DA GUERRA
Gás do Povo: governo reajusta valor do benefício em 22 estados; veja para quanto foram os vouchers. Com aumento do valor de referência do Gás do Povo, governo brasileiro tenta mitigar efeitos da guerra dos EUA e de Israel contra o Irã.
O DIABO NÃO USA APENAS PRADA
Anna Wintour, a Miranda Priestly da vida real, não se lembrava de assistente e tem postura inesperada em relação a O Diabo Veste Prada 2. Sequência de filme que marcou a cultura pop nas última décadas, ‘O Diabo Veste Prada 2’ chega aos cinemas brasileiros nesta semana; confira quem é a Miranda Priestly na ‘vida real’.
QUEM SERÃO OS NOVOS LÍDERES
Braskem (BRKM5) recebe indicações da Novonor e Petrobras (PETR4) para conselho, incluindo Magda Chambriard; veja os nomes. A estatal também assinou um novo acordo de acionistas com a Shine I, fundo de investimentos gerido pela IG4, que está adquirindo a participação de controle da Novonor na Braskem.
TODO MUNDO NO RIO
Show de Shakira pode injetar R$ 800 milhões no Rio — será que supera Madonna e Lady Gaga? Apresentação da colombiana em Copacabana deve bater recordes de público e receita, após os shows de Madonna e Lady Gaga.
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