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Na abertura do livro O Paladar Não Retrocede, Carlos Ferreirinha, o guru brasileiro do marketing de luxo, usa o automobilismo para explicar como alto padrão molda nossos hábitos.
"Após dirigir um carro automático com ar-condicionado e direção hidráulica, ninguém sente falta da manivela para abrir a janela."
Da manivela, talvez não. Mas do torque de um supercarro, tem muito fã que não abre mão. E essa é justamente a preocupação de Benedetto Vigna, CEO da Ferrari, e de toda uma equipe dedicada ao desenvolvimento do novo Ferrari Luce, o primeiro veículo 100% elétrico da marca.
Mais que uma novidade cosmética, o cupê inaugura uma nova era para a montadora italiana. Até 2030, ela pretende expandir a 20% a porcentagem total de EVs em seu portfólio. No horizonte, tem o desafio de reproduzir a conexão emocional do motorista habituado à combustão.
A seu favor, a Ferrari verticalizou a produção, quase totalmente centralizada no E-building da marca em Maranello, na Itália. Por outro lado, também formou uma equipe liderada por dois ex-Apple que miram justamente no passado clássico da marca para introduzi-la a uma nova geração.
Se vai dar certo ou não, teremos de esperar. Mais precisamente até o próximo dia 24, escolhido para a apresentação oficial do Luce. Acertos recentes da montadora apontam numa boa direção – notadamente o sucesso do F80. Sem amaciar o torque, a Ferrari parece mais que disposta a inovar sem retroceder.
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Nem só com Ferraris se demonstra a teoria de Ferreirinha. Podemos pensar em algo mais cotidiano. Um hotel premiado, um restaurante renomado ou uma garrafa de vinho.
Sempre cercado de uma aura de distinção, o universo vinícola tem muitas máximas. Uma comum associa os vinhos brancos ao calor e os tintos ao frio. Faz sentido? Até faz. Mas nem sempre.
Protagonistas de um crescimento acelerado no Brasil, o vinho branco também ganha campo nas estações frias do ano, seja no inverno ou em nosso outono tardio. E os motivos vão de mudanças no serviço ao comportamento físico da bebida em determinadas temperaturas.

É sobretudo no repertório do consumidor que ocorre a principal transformação. Cada vez mais exposto a diferentes tipos de vinho, o brasileiro tem ganhado condições de identificar nuances mais sutis. Seja na textura enriquecida de processos como sur lie ou bâttonage, seja em aromas decorrentes de barricas de carvalho neutro, são vários os rótulos brancos que hoje se comportam bem em climas frios.
Na matéria especial dessa semana, três especialistas explicam o que torna um vinho branco perfeito para baixas temperaturas. De quebra, indicamos 10 rótulos ideais para expandir um paladar que, uma vez formado, não retrocede.
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