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Na avaliação do CEO do JP Morgan, a economia dos EUA provavelmente entrará em recessão em algum momento dos próximos seis a nove meses.
Já faz um tempo que o CEO do JP Morgan, Jamie Dimon, chama a atenção para um furacão que se aproxima dos Estados Unidos. Embora a temporada de furacões no Oceano Atlântico esteja apresentando menor atividade que de costume, não se trata de uma tempestade convencional, com chuva e ventos fortes. O executivo recorre a uma figura de linguagem.
De qualquer modo, o furacão econômico previsto por Dimon tem grande potencial destrutivo e agora tem data para acontecer. Na avaliação do CEO do JP Morgan, a economia dos EUA provavelmente entrará em recessão em algum momento dos próximos seis a nove meses.
Mas Dimon não ficou apenas nisso. A depender de como a equipe de meteorologia monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) reagir ao fenômeno, disse ele, é possível que o índice S&P-500 caia mais 20% em relação a seu nível atual.
O comentário vem à tona a poucos dias da divulgação do resultado trimestral do JP Morgan, previsto para a sexta-feira. Mais do que isso: ocorre em um momento negativo para os ativos de risco.
O mercado norte-americano de ações já se encontra no chamado território de bear market. Ontem, o Nasdaq visitou os níveis mais baixos em dois anos durante o pregão regular.
Em sua coluna de hoje, o Matheus Spiess explica como a temporada de balanços nos EUA pode ajudar os investidores a se prepararem para o furacão antecipado pelo CEO do JP Morgan.
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