O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
De acordo com a Vibra Energia (VBBR3), o negócio será feito mediante um primeiro pagamento de R$ 30 milhões e um segundo de R$ 129,5 milhões
Em busca de ganhar mais espaço no mercado de energia, a Vibra Energia (VBBR3) — antiga BR Distribuidora — anunciou nesta segunda-feira (4) a compra de 50% do capital da ZEG Biogás e Energia.
O negócio será concretizado mediante um primeiro pagamento de R$ 30 milhões e um segundo de R$ 129,5 milhões.
A operação já foi aprovada pelo conselho de administração da Vibra.
Ao longo dos próximos anos, a Vibra pretende investir até R$ 412 milhões na ZEG. Os investimentos serão concentrados na execução de novos projetos de biogás e biometano.
Pelo menos metade desse valor corresponde à participação da Vibra no negócio. A outra metade será aportada em nome dos outros sócios.
Segundo a empresa, a operação visa a complementar sua plataforma de produtos e serviços renováveis, com aumento de relevância no mercado, onde atua na transição e descarbonização da matriz energética.
Leia Também
A Vibra ainda negociou opções de compras futuras pelas quais poderá, em algum momento, se tornar titular de 70% das ações do capital da ZEG.
Em um outro exercício, ela poderia ser dona de todos os papéis da ZEG, mas essa possibilidade ainda não tem previsão de concretização e estaria sujeita à atuação de autoridades regulatórias.
No pregão da última sexta-feira (1), as ações da Vibra fecharam em alta de 1,08%, cotadas a R$ 16,89.
No compilado de análises da plataforma Trading Map, das 15 recomendações para a empresa, 14 são de compra e apenas uma é de manutenção.

Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano
GPA afirma estar adimplente com o FII; acordos firmados entre fundos imobiliários e grandes empresas costumam incluir mecanismos de proteção para os proprietários dos imóveis
Relatório aponta desaceleração na geração de caixa da dona da Vivo e avalia que dividendos e valuation já não compensam o menor crescimento esperado
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
A alta do petróleo animou o mercado, mas um alerta de analistas está chamando atenção; confira o que diz a Genial Investimentos
Na carta de fevereiro, o fundo de Stuhlberger avalia o conflito no Oriente Médio e diz quais as peças do tabuleiro foram mexidas — o lendário investidor deu tchau para o euro
Segundo analistas, os preços da commodity só vão se acomodar se ficar claro para o mercado quanto tempo o conflito no Oriente Médio vai durar
Enquanto o Oriente Médio ferve, o UBS vê o Brasil como um dos emergentes menos expostos ao conflito
Embora o risco político da Petrobras afete a inclinação dos investidores brasileiros em investir na ação, os estrangeiros são mais otimistas com a ação
Resultado do quarto trimestre mostra avanço nas operações de incorporação, mas perdas da Resia continuam pressionando o balanço e preocupando analistas
Alta da commodity chegou a superar 25% durante a madrugada, empurrou investidores para ativos de proteção e reacendeu temores de inflação e juros altos — inclusive no Brasil
A possibilidade de reabertura da janela de IPOs atrai empresas dispostas a abrir o capital, mas movimento nessa direção ainda é tímido
Com o início do horário de verão nos Estados Unidos e na Europa, a bolsa brasileira encurta o tempo de negociação para manter a sincronia com os mercados globais
Escalada da guerra no Oriente Médio e disparada do petróleo marcaram a semana na bolsa brasileira; veja as ações com maiores altas e quedas
A fabricante de aeronaves registrou resultados abaixo do esperado pelo mercado e ações reagem em queda: o que aconteceu com a Embraer?
Veja quais são os fundos imobiliários favoritos dos analistas neste mês e como posicionar sua carteira de FIIs agora
Mesmo com juros altos e volatilidade global, analistas veem um grupo seleto de empresas capaz de atravessar a turbulência e se valorizar na bolsa neste ano
Ao Seu Dinheiro, analistas da Empiricus Research recomendaram seus investimentos preferidos para março, entre ações, fundos imobiliários e criptoativos
O principal índice de ações do Brasil tomba 4,64% por volta das 12h10, aos 180.518,33 pontos; dólar avança mais de 3,18%, negociado aos R$ 5,3045