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RESUMO DO DIA: Os temores de que o Federal Reserve tenha que acelerar a alta de juros nos Estados Unidos se concretizaram e agora o mercado financeiro precifica a possibilidade de que a atividade econômica global possa voltar a sofrer com uma recessão. A cautela dos investidores internacionais pesam sobre o Ibovespa nesta quarta-feira (06).
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
Em dia de grande aversão ao risco em escala global, o dólar à vista fechou o dia em alta de 1,19%, a R$ 4,7147. Já o Ibovespa teve queda de 0,55%,a 118.227 pontos.
As bolsas americanas sustentaram a queda firme após a sinalização mais dura do Fed quanto ao combate à inflação. Confira o fechamento do dia em Wall Street:
As ações da Eletrobras se destacam como as maiores altas do dia após o Tribunal de Contas da União (TCU) negar a participação de empregados da estatal no debate público sobre a privatização da companhia.
Nesta quarta-feira (06), Estados Unidos e Reino Unido anunciaram novas sanções contra a Rússia, com impactos para as principais instituições financeiras do país. O acesso do Kremlin a fundos para o pagamento da dívida pública também está comprometido.
O anúncio não é surpresa, já que, ainda no domingo (03), o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, afirmou que Washington e seus aliados estariam analisando novas sanções “todos os dias”.
Após susto inicial, as bolsas internacionais e o Ibovespa moderaram as perdas, ainda digerindo os sinais de que o Federal Reserve está dispota a utilizar todas as suas armas para conter a inflação.
O Federal Reserve vai usar uma dose de ataque para combater a inflação galopante nos EUA. A ata da reunião de março divulgada nesta quarta-feira (06) confirmou o que muitos esperavam: nem mesmo a guerra na Ucrânia será capaz de frear o ímpeto do Fed de subir o juros quantas vezes forem necessárias.
O banco central norte-americano vai elevar rapidamente a dose de juros na corrente sanguínea da economia dos EUA, na tentativa de obter um resultado terapêutico mais rápido: o controle dos preços — algo que o Brasil já vem fazendo há algum tempo.
As bolsas em Nova York passaram a renovar mínimas. Confira:
Uma corrida com obstáculos. Assim deve ser o percurso do Ibovespa nos próximos 12 meses caso o principal índice da bolsa brasileira queira cruzar a linha de chegada no patamar de 130 mil pontos, segundo o Goldman Sachs.
Ao invés de cavaletes e fossos com água, o Ibovespa precisará superar um crescimento econômico fraco em 2022 e uma inflação acima da meta de 3,5% — um cenário que, para o banco americano, nem mesmo a enxurrada de dinheiro gringo vai poder mitigar.
Segundo o Goldman Sachs, a continuidade do fluxo estrangeiro pode levar o principal índice da bolsa brasileira aos 131 mil pontos no curto prazo; no entanto, num horizonte mais longo, a instituição crê que o Ibovespa deva ficar nos 118 mil pontos, dados os atuais fundamentos da economia doméstica.
A apreciação do dólar beneficia o comportamento das empresas exportadoras nesta quarta-feira (06). A alta do minério de ferro puxa o setor de commodities. Confira as maiores altas do dia no Ibovespa:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| SUZB3 | Suzano ON | R$ 55,37 | 2,22% |
| RRRP3 | 3R Petroleum ON | R$ 44,25 | 1,96% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 96,38 | 1,34% |
| KLBN11 | Klabin units | R$ 23,53 | 1,20% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 16,01 | 1,14% |
Com a pressão extra na taxa de juros, empresas dos setores de tecnologia e consumo passam por mais uma tarde de queda. Confira:
| CÓDIGO | NOME | VALOR | VAR |
| BIDI11 | Banco Inter unit | R$ 19,04 | -8,02% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 9,07 | -7,83% |
| CVCB3 | CVC ON | R$ 15,94 | -7,75% |
| CASH3 | Meliuz ON | R$ 2,46 | -6,82% |
| AMER3 | Americanas S.A | R$ 29,61 | -5,43% |
As ações da PetroRio entraram em leilão com venda de um bloco de 20,7 milhões de ações – cerca de 2,34% da composição acionária da companhia.
O Credit Suisse aparece na ponta compradora, enquanto a Planner Corretora atua como vendedora. O leilão deve ir até às 13h13. Antes da operação, as ações da companhia chegaram a operar em alta de quase 1%.
Enquanto aguarda a divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve, que será divulgada nesta tarde, as perspectivas para os juros futuros se elevam em todo o mundo.
No Brasil, as taxas sofrem com uma pressão extra: o possível impacto fiscal das paralisações de servidores federais que buscam reajuste – incluindo o Banco Central, Tesouro Nacional e Comissão de Valores Mobiliários (CVM). Confira o comportamento dos principais vencimentos negociados hoje:
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,76% | 12,72% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,50% | 11,32% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,30% | 11,12% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,26% | 11,07% |
Após o fiasco da indicação de Adriano Pires para a presidência da Petrobras (PETR4) e de Rodolfo Landim para a chefia do conselho de administração da estatal, o governo Bolsonaro corre contra o tempo para encontrar novos nomes para comandar a petroleira.
Por ora, seis nomes aparecem como possíveis candidatos para assumirem a presidência:
Após acumular queda de quase 10% em 12 meses, a ação da WEG (WEGE3) chegou a um ponto atrativo de entrada, disseram analistas do Credit Suisse em relatório publicado nesta quarta-feira (6).
De acordo com o banco suíço, o ponto de entrada se justifica por um fator principal. O preço do papel está 15% abaixo da média dos últimos três anos em uma razão de preço sobre lucro (P/L) de 35,9x projetada um ano para frente. Em outras palavras: WEG está barata.
A Vale (VALE3) vai levantar US$ 1,2 bilhão com a venda de suas minas de ferro e manganês no Mato Grosso do Sul para a J&F Mineração, um dos braços da holding de investimentos da família Batista.
Além das minas, o acordo anunciado hoje pela Vale envolve a transferência de todos os passivos, da estrutura e dos contratos vigentes de trabalho e de logística da mineradora no chamado Sistema Centro-Oeste.
O clima segue tenso no mercado financeiro mundial. Os temores de que a taxa de juros americana suba mais do que o esperado para controlar a inflação e o prolongamento da guerra na Ucrânia geram incerteza e apreensão nesta quarta-feira (06).
Os investidores estão em compasso de espera pela divulgação da ata da última reunião do Federal Reserve. Depois de declarações duras de dirigentes da instituição ontem, o mercado busca sinais mais claros sobre os próximos passos que devem ser seguidos pelo BC americano.
Assim, as bolsas americanas começaram o dia ampliando a forte queda vista ontem. O Ibovespa acompanha e também opera no vermelho. Por volta das 10h30, o principal índice da bolsa brasileira recuava 0,61%, aos 118.163 pontos, mesmo com o bom desempenho do setor de mineração e siderurgia. O dólar à vista sobe 0,68%, a R$ 4,6910.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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