O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Queda dos juros futuros impulsiona ações de setores intensivos em crédito ou cujos fluxos de caixa mais gordos se encontram no longo prazo
O segundo dia seguido de alívio nos juros futuros, impulsionado pela queda forte do dólar e dos juros dos títulos do Tesouro americano, impulsiona as ações muito sensíveis à variação do custo do crédito.
É o caso dos papéis de empresas de tecnologia, varejistas, administradoras de shopping centers e construtoras, que apresentam fortes valorizações nesta quarta-feira (20).
Esses segmentos dependem muito de crédito para o consumo dos seus produtos (caso de varejo e imóveis), ou então, no caso das empresas de tecnologia, têm seus fluxos de caixa mais significativos apenas no longo prazo, sendo muito afetadas pela taxa de desconto com que são trazidas a valor presente na hora de se estimar seu valor de mercado atual. Basicamente, quanto maior a taxa de desconto (a taxa de juros), menor o valor presente.
Três das maiores altas do Ibovespa neste fim de tarde são de techs também ligadas ao varejo. O banco Inter (BIDI11), uma das ações mais castigadas pela recente alta dos juros, dispara mais de 13%, enquanto Petz (PETZ3) avança 11% e a Méliuz (CASH3) tem alta de mais de 9%. No mesmo horário, o principal índice da B3 subia mais de 1%. Acompanhe nossa cobertura completa de mercados.
Entre as administradoras de shoppings, Iguatemi (IGTI11) sobe mais de 6%. Entre as construtoras, destaque para a JHSF (JHSF3), que também apresentou prévias operacionais fortes para o quarto trimestre na noite de ontem. Mas Eztec (EZTC3) e MRV (MRVE3) também sobem mais de 5%.
Entre as varejistas, o Grupo Soma (SOMA3) avança mais de 8%, Via (VIIA3) sobe 6,50%, e Magazine Luiza (MGLU3) e Alpargatas (ALPA4) sobem mais de 6%.
Leia Também
O dólar à vista recuou 0,90% hoje, para R$ 5,4165, em decorrência do recuo nos juros dos Treasuries, ao mesmo tempo em que a alta de juros anunciada pelo banco central da China fortaleceu as moedas emergentes, ligadas às commodities, como o real.
Os juros futuros locais seguiram esse movimento e recuaram forte hoje. Veja o fechamento dos principais vencimentos:
O desempenho do 4T25 frustrou as expectativas, com queda nas vendas, pressão sobre margens e aumento de despesas, reforçando a leitura de desaceleração operacional
XP tem recomendação de compra para Lojas Renner (LREN3) com potencial de valorização de até 50%; veja por que a ação é a preferida do varejo
Mais um resultado muito fraco no 4T25, com queda de rentabilidade, queima de caixa e perda de beneficiários, expõe desafios estruturais e leva a companhia a reforçar plano focado em execução, eficiência e preservação de capital
Com retornos acima de 110% desde 2024, os ETFs de energia nuclear superam o S&P 500; demanda por inteligência artificial impulsiona a tese de investimento
Com uma carteira composta por cerca de 40% em ações de óleo e gás, o ETF acumula uma alta de 14,94% no ano, superando o desempenho do Ibovespa, que avança 11,64% no mesmo período
Christian Keleti, sócio-fundador e CEO da Alphakey, avalia que o Ibovespa tem espaço para subir mais com o fluxo estrangeiro, mesmo diante do conflito no Irã
Em relatório, o banco destacou que, nesse nicho, Cury (CURY3) e Tenda (TEND3) são as principais beneficiadas pelas eventuais mudanças no programa governamental
Itaú BBA explica os três fatores que derrubaram as ações do Nubank, mas recomendam aproveitar a queda para se expor aos papéis; entenda
Banco vê mudança estrutural no setor com medidas protecionistas e avalia que o mercado ainda não precificou totalmente o potencial de alta da siderúrgica
Ações da ex-estatal de saneamento sobem após a divulgação do balanço do 4º trimestre, aumento de capital e renda extra para os acionistas
Ações da Motiva podem valorizar mais de 31%, segundo analistas do BTG Pactual; confira as indicações dos bancos e corretoras para buscar ganhos com ações ligadas a ESG
Temores sobre o Estreito de Ormuz, aumento do petróleo e incertezas geopolíticas pressionam ativos; mercado agora aguarda decisão do Copom
Programação faz parte da Global Money Week e inclui cinco aulas on-line sobre organização financeira, Tesouro Direto, proteção de investimentos e diversificação de carteira
Fundos imobiliários estão descontados e podem gerar retornos atrativos em 2026, mas Itaú BBA indica que é preciso se atentar a indicadores para evitar ciladas; XP também tem visão positiva para a indústria no ano
Fundo do BTG listado na B3 reúne empresas brasileiras ligadas a setores como petróleo, mineração e agronegócio, oferecendo exposição diversificada ao ciclo de commodities
CEO destaca que Magalu teve lucro em ambiente de juros altos, enquanto analistas veem desempenho misto e pressão no e-commerce
Quando a companhia decide cancelar as ações em tesouraria, o acionista acaba, proporcionalmente, com uma fatia maior da empresa, uma vez que parte dos papéis não existe mais
O metal precioso fechou em baixa de 1% e levou com ele a prata, que recuou menos, mas acompanhou o movimento de perdas
Bolsas ao redor do mundo sentiram os efeitos do novo capítulo do conflito no Oriente Médio, enquanto o barril do Brent voltou a ser cotado aos US$ 100
A rede teve um salto de quase 20% no lucro líquido recorrente do 4º trimestre de 2025 e planeja abrir até 350 de academias neste ano