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INSTABILIDADE NA ESTATAL

Por que Arthur Lira está errado sobre a queda das ações da Petrobras? Conheça dois fatores que pesam em PETR4 para além do reajuste

A queda das ações da Petrobras refletem a incerteza política e o forte recuo do petróleo e não o reajuste anunciado mais cedo

dividendos petrobras petr4
Imagem: Adobe Stock/Shutterstock/Montagem Giovanna Figueredo

As ações da Petrobras (PETR4) derretem nesta sexta-feira (17), com perdas da ordem de 10%. O dia é de forte aversão ao risco no Ibovespa, após uma pausa para o feriado, mas a magnitude do tombo visto na estatal é mais do que mero ajuste. 

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Nesta manhã, a companhia anunciou um esperado reajuste nos preços do diesel e da gasolina. A partir do dia 18 de junho, o preço médio de venda de gasolina para as distribuidoras passará a ser de R$ 4,06 por litro, um aumento de 5,2%. Já o diesel terá um preço médio de R$ 5,61 – alta de 14,2%. 

Nas redes sociais, o presidente da Câmara, Arthur Lira, aponta que o forte recuo dos papéis são um reflexo da “inconsequência corporativa” da estatal ao anunciar uma nova elevação nos preços dos combustíveis. Mais cedo, Lira havia pedido que  José Mauro Coelho, CEO da estatal que já foi demitido do cargo, entregue imediatamente a posição.

Petrobras: Lira tem razão?

Ao contrário do que diz o presidente da Câmara e outras autoridades, o aumento aplicado pela estatal não é considerado um evento negativo para o mercado financeiro. Na realidade, os investidores ainda aguardam que a Petrobras siga elevando os preços para zerar a defasagem dos preços locais com os praticados no mercado internacional. 

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A pressão política que acompanha o reajuste, no entanto, é sim um fator de grande preocupação para os investidores. 

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A inflação e os preços altos nas bombas de combustíveis são aspectos preocupantes para a campanha de reeleição do presidente Jair Bolsonaro – que tenta a todo custo encontrar uma saída para o problema. 

Mais recentemente os esforços se voltaram para a redução da cobrança de impostos estaduais e federais, mas os investidores temem uma intervenção estatal mais dura diretamente na companhia. 

No dia 23 de maio, o ministério de Minas e Energia anunciou a troca de comando da companhia após 40 dias de Mauro Coelho no cargo. Antes disso, o presidente Jair Bolsonaro já havia trocado o chefe do MME, também em uma tentativa de deter o aumento de preços. 

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Com o novo reajuste, Lira passou a cobrar que o futuro ex-presidente da Petrobras deixe o cargo imediatamente, mas José Mauro Coelho deve aguardar uma Assembleia Extraordinária de Acionistas antes de passar o cargo a Caio Paes de Andrade, indicado do MME. 

Os ruídos políticos não param por aí. Em entrevista, o chefe da Câmara falou sobre a possibilidade de sobretaxar os lucros da Petrobras. O presidente Jair Bolsonaro também se manifestou, dizendo que o conselho da estatal boicota o MME e que era preciso instaurar uma CPI para investigar os reajustes. 

No momento, o mercado precifica uma maior instabilidade para a companhia que já não vive um dos melhores cenários. 

E não é só isso! O mercado internacional vive um dia de forte queda do petróleo. Por volta das 14h, o Brent – utilizado como referência na formação dos preços nas refinarias – recuava cerca de 6%, a US$ 113. A movimentação tem impacto direto em outras petroleiras, como a 3R Petroleum e a PRIO. 

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Além da forte valorização do dólar, o que pressiona a cotação das commodities, também temos ruídos em torno do futuro da oferta do óleo. O mercado espera que a Organização dos Países Exportadores de Petróleo (OPEP) decida por um aumento da produção como forma de balancear as medidas que limitam a exportação russa. 

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