O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Toda vez que as ações do Inter apresentam uma trajetória incomum as atenções se voltam para o Ponta Sul, fundo que detém uma posição grande no banco digital
A bolsa brasileira começou o ano com o pé esquerdo, mas nada que se compare com o desempenho do Banco Inter (BIDI11). Os papéis do banco digital chegaram a acumular uma queda superior a 20% em apenas três pregões e vivem hoje uma montanha-russa.
Toda vez que as ações do Inter apresentam uma trajetória incomum as atenções do mercado se voltam para o Ponta Sul, o fundo do gestor Flavio Gondim, também conhecido como “Monstro do Leblon”.
As units do Inter (BIDI11) entraram em leilão no fim da manhã de hoje, quando operavam em forte queda de 8,64%. Na operação, foram colocados à venda 1,54% das ações, que o mercado acredita pertencerem ao Ponta Sul.
No fim da manhã, porém, os papéis se recuperaram subitamente. Por volta das 12h15, BIDI11 era negociada em alta de 1,81%, cotada a R$ 24,74. No fim do pregão, porém, as units fecharam cotadas a R$ 23, uma queda de 5,35%.
O gráfico abaixo dá uma medida da oscilação:

Gondim ganhou o apelido de Monstro do Leblon pela forma agressiva como opera no mercado, com posições bastante alavancadas — maiores que o patrimônio do fundo.
Leia Também
A posição do Ponta Sul no Inter representava mais da metade da carteira em agosto de 2021 (último dado disponível), de acordo com o site Mais Retorno.
Além das ações e units, o fundo do "Monstro" detinha posições a termo, um derivativo no qual o investidor define um preço de compra para uma ação em uma data futura.
O Ponta Sul é um dos maiores acionistas individuais do Inter. Em um comunicado de dezembro, o fundo informava deter, direta e indiretamente, aproximadamente 199 milhões de ações preferenciais do banco, o equivalente a 15,51% do total.
Como não há nenhuma razão aparente para a forte queda dos papéis do Inter nos últimos pregões, um profissional de mercado atribui o movimento à montagem de posições vendidas nas ações contra o Ponta Sul.
No ano passado, o fundo de Gondim amargou uma queda de 56%, muito além dos 11,93% negativos do Ibovespa em 2011.
*Colaborou Jasmine Olga
Pregão desta terça-feira (12) foi marcado por maior aversão ao risco nos mercados globais; guerra entre Estados Unidos e Irã segue no radar dos investidores
Sérgio Ribeiro afirmou ao Seu Dinheiro que a corrida das construtoras para antecipar compras em meio ao risco inflacionário ajudou os resultados da companhia no 1T26; veja os destaques do balanço
Após dois trimestres turbulentos, a companhia melhora sinistralidade e geração de caixa, enquanto nova gestão de Lucas Adib acena com venda de ativos, revisão geográfica e foco em desalavancagem e eficiência operacional
Recebíveis corrigidos pelo INCC, poder de reajuste nos preços e bilhões em estoque ajudam a construtora a se proteger de uma eventual disparada dos custos da construção após a alta do petróleo; CEO Ricardo Gontijo também comentou os resultados do 1T26 da companhia
A conclusão da compra ainda depende do cumprimento de condições precedentes, com expectativa de fechamento até o fim deste mês
A companhia, subsidiária da Cosan que já estava listada na B3 com emissões de dívida, abre seu capital no Novo Mercado, patamar mais alto e exigente da bolsa, em oferta secundária
BTG Pactual, XP e Itaú BBA recomendam o que fazer com os papéis, enquanto o mercado acompanha a reta final da privatização e a disputa pelo futuro sócio estratégico da estatal mineira
Além das mudanças nos papéis, a corretora também recalibrou os pesos de algumas ações da carteira
Bancos avaliam que a companhia segue executando a estratégia esperada pelo mercado, mas a combinação de margens pressionadas, lucro em queda e novos investimentos reacendeu o debate sobre até onde o Mercado Livre pode sacrificar rentabilidade para acelerar crescimento
Mesmo com queda de mais de 10% no preço das ações, bancos acreditam que a fabricante tem potencial para continuar crescendo e entregar tudo o que prometeu aos acionistas
Companhia foi beneficiada pela volatilidade dos mercados, fluxo estrangeiro e aumento das negociações em renda variável e derivativos
Além da aquisição, o HGLG11 receberá, sem custo adicional, uma área de 15,9 mil metros quadrados, que servirá como acesso ao empreendimento
Em teleconferência nesta sexta-feira (8), o CEO do Magazine Luiza comentou sobre o cenário macro, que segue pressionando a empresa e é um dos grandes fatores pelos quais ele não topa entrar na guerra dos preços online
A companhia chega à bolsa com uma tese que mistura ativos regulados e previsíveis, como a Comgás, com a aposta de crescimento da Edge, braço voltado ao mercado livre de gás, GNL e biometano
Para muitos, o recuo do ouro sinaliza cautela. Mas para Benjamin Mandel, o metal precioso é uma convicção de longo prazo; saiba como investir na tese de maneira descomplicada
Em teleconferência com analistas, Abhi Shah detalhou como a companhia está tentando se blindar da disparada nos preços dos combustíveis na esteira dos conflitos no Oriente Médio
A operação será 100% secundária, ou seja, os recursos irão para os acionistas vendedores, e não para o caixa da companhia
Analistas que indicaram o FII em maio ainda enxergam potencial de valorização nas cotas e geração de renda atrativa
Com minério em alta e fluxo estrangeiro, papel recupera fôlego e acumula ganhos de dois dígitos em 2026
O estilo Trump de negociar traz alguma volatilidade aos mercados. De um lado, há fortes sinais de trégua. De outro, o republicano promete a pior ofensiva que o Irã já viu. Entenda como essas forças mexem com as bolsas aqui e lá fora