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RESUMO DO DIA: O dia começou positivo para as bolsas internacionais, que reagem ao noticiário da China. O apetite por risco dos investidores deve sustentar o bom desempenho ao longo da sessão hoje. A ausência de Nova York reduz a liquidez do pregão e deve afetar os negócios. Por aqui, o Ibovespa acompanha desdobramentos dos debates envolvendo o ICMS.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O início desta semana marcou a chegada de uma nova frente fria a São Paulo. A bolsa brasileira, cuja sede fica na capital paulista, sentiu a queda da temperatura.
Com o mercado norte-americano fechado por conta do feriado do Memorial Day, o clima no Ibovespa foi dominado pelo noticiário nacional e o índice encerrou o pregão em queda de 0,81%, aos 111.032 pontos.
Em um dia naturalmente menos movimentado, já que com o feriado do Memorial Day, fecharam também as bolsas norte-americanas. Nem por isso, o dólar deixou de ser negociado nesta segunda-feira (30) e vale R$ 4,7489, alta de 0,33%. O euro seguiu pelo mesmo caminho e avançou 0,76%, negociado a R$ 5,1246.
Na comparação entre dólar e euro, a moeda norte-americana ganhou força, com investidores de olho nos dados de inflação, que apontam para preços que seguem avançando.
Com um feriado norte-americano mantendo as bolsas fechadas em Nova York, o Ibovespa sente o peso de mais um dia de queda das ações da Petrobras (PETR4).
Por volta das 15h40, o índice recuava 0,82%, a 111.023 pontos.
Já o dólar registrava leve alta de 0,27%, a R$ 4,744.
Quando os fantasmas da construção civil estão à solta, é melhor agir com cautela. Pelo menos é essa a postura do JP Morgan que, de olho na alta da inflação e da taxa Selic, cortou em 16%, na média, o preço-alvo de cinco das principais incorporadoras e construtoras da B3.
Mesmo as mudanças no Casa Verde e Amarela anunciadas pelo governo na semana passada são consideradas “um alívio de curto prazo” pelo banco de investimentos.
Com isso, entre as empresas cobertas pelo JP Morgan, Cyrela (CYRE3), Even (EVEN3), EZTec (EZTC3), MRV (MRVE3) e Tenda (TEND3) foram afetadas pela revisão.
Depois de devolver os ganhos iniciais do dia, o Ibovespa parece ter se firmado em queda de aproximadamente 1%. As preocupações em torno da política de preços da Petrobras segue sendo o maior foco de tensão.
Apesar do petróleo operar com ganhos nesta segunda-feira (30), as ações da Petrobras operam em forte queda.
As razões seguem sendo os temores com a política de preços da estatal.
Na semana passada, o governo voltou a trocar o comando da petroleira e a incerteza cresce. Hoje, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que o governo procura uma forma legal de reduzir o preço dos combustíveis, sem mezer na política de preços da companhia.
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| SOMA3 | Grupo Soma | R$ 11,82 | 3,23% |
| BRML3 | BR Malls ON | R$ 8,72 | 2,35% |
| B3SA3 | B3 ON | R$ 12,99 | 2,28% |
| MULT3 | Multiplan ON | R$ 24,34 | 2,18% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 12,55 | 2,12% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| PETR4 | Petrobras PN | R$ 29,80 | -2,61% |
| PETR3 | Petrobras ON | R$ 33,03 | -2,10% |
| BBAS3 | Banco do Brasil ON | R$ 36,28 | -2,08% |
| ELET6 | Eletrobras PNB | R$ 41,99 | -1,80% |
| LWSA3 | Locaweb ON | R$ 6,91 | -1,57% |
Sem pregão em Wall Street, o dia tende a ser de menor liquidez, mas o exterior segue dando as cartas sobre o ritmo dos negócios na B3.
O principal gatilho segue sendo a China. Os investidores estão mais otimistas sobre a reabertura econômica do país e o papel do governo na manutenção dos estímulos necessários.
Com isso, o Ibovespa se mantém em leve alta na primeira hora do pregão, animado pela valorização das commodities e o noticiário local menos intenso.
Após os leilões de abertura, o Ibovespa firmou alta de 0,65%, aos 112.666 pontos.
Enquanto isso, o dólar à vista recua 0,69%, negociado a R$ 4,6926.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,34% | 13,33% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,15% | 12,12% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,97% | 11,94% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,94% | 11,92% |
O Ibovespa futuro abriu em alta de 0,87%, aos 113.460 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista é negociado em baixa de 0,53%, cotado a R$ 4,7131
O nosso colunista Nilson Marcelo identificou uma oportunidade de swing trade na B3 hoje: compra de ações da BRF (BRFS3).
As principais mesas de operações no exterior começam a semana com o é direito, reagindo às boas notícias vindas da China.
Grandes ciddes chinesas retomam as atividades normais após uma onda de covid-19. Além disso, o governo prepara uma série de medidas para estimular a economia local, o que deve refletir no bom desempenho mundial.
As bolsas não abriram em Nova York, em virtude do feriado local. Isso deve reduzir a liquidez internacional no preão de hoje.
Bom dia! A última semana de maio começa sem Nova York para dar sustentação às bolsas.
O feriado de Memorial Day mantém os índices fechados por lá, mas isso não é motivo para desânimo dos investidores nesta segunda-feira (30).
O alívio das medidas de restrição contra a covid-19 na China animou as bolsas da Ásia e do Pacífico, que fecharam majoritariamente em alta hoje.
Além disso, um possível pacote de estímulos a partir de 1º de junho (portanto nesta quarta-feira) também alimenta o apetite de risco dos investidores por lá.
A Europa segue pelo mesmo caminho, reagindo positivamente aos estímulos à economia propostos por Pequim.
A mídia chinesa informou que a China colocará em prática um plano de recuperação econômica composto por “50 políticas ou medidas” que incluem esforços para estabilizar a cadeia de suprimentos local.
A informação soa como música para os ouvidos dos investidores, tendo em vista que uma das maiores preocupações recentes era com a retomada da economia global — e uma desaceleração do gigante asiático poderia reduzir fortemente a intensidade da retomada.
Já por aqui, o Ibovespa encerrou a semana passada com alta de 3,18%, aos 111.941 pontos. Por sua vez, o dólar à vista encerrou o período com recuo de 2,73%.
O montante considera o período de janeiro até a primeira semana de março e é quase o dobro do observado em 2025, quando os gringos injetaram R$ 25,5 bilhões na B3
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