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Depois de sete altas consecutivas, o Ibovespa parece não encontrar forças para nadar contra a aversão ao risco do cenário internacional
Mais uma vez o dia amanheceu com temores renovados sobre a crise na Ucrânia, o que amarga o humor das bolsas globais. Enquanto a Rússia afirma querer resolver a questão por vias diplomáticas, o Ocidente segue temendo uma invasão iminente.
A Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e o governo americano acusam a Rússia de fortalecer a presença militar na fronteira da Ucrânia, contradizendo a informação de que os militares russos se afastaram após a conclusão de exercícios de preparação.
Mais cedo, o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, voltou a falar sobre o risco de um conflito armado e a possibilidade de uma “bandeira branca” falsa, como forma de justificar uma possível invasão.
Embora a bolsa brasileira tenha conseguido escapar da aversão ao risco nas últimas semanas, a forte sequência de altas e o recuo de 6% do minério de ferro levam o índice brasileiro a uma realização de lucros.
Por volta das 16h40 o Ibovespa operava em queda de 1,06%, aos 113.959 pontos. O dólar à vista sobe 0,55%, a R$ 5,1791.
Enquanto a Casa Branca segue questionando a movimentação russa, o Kremlin se defende das acusações, afirmando que é impossível finalizar a movimentação das tropas militares em apenas alguns dias.
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O Ministério da Defesa russo publicou vídeos que mostram a operação de retirada na ponte que liga a Crimeia à Rússia, mas a veracidade é questionada pelo governo ucraniano e outros países-membros da Otan.
Ainda falando sobre o cenário externo, a quinta-feira (17) reserva novos pronunciamentos de dirigentes do Federal Reserve, mas após a ata “branda” divulgada ontem, as palavras devem ter menos peso nos negócios.
James Bullard, presidente do Fed de St. Louis, agitou os ânimos na semana passada ao afirmar que vê uma elevação de 1 ponto percentual até o encontro de julho da instituição e reforçou o recado nesta quinta-feira.
No documento divulgado ontem, o BC americano não fez menção ao potencial de elevação de juros e nem sinalizou encerrar abruptamente o programa de compra de ativos, afastando temores do mercado.
Ainda assim, o mercado de juros repercute o posicionamento mais duro de Bullard, com avanço expressivo dos vencimentos mais longos.
| CÓDIGO | NOME | VALOR | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 12,40% | 12,36% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 11,43% | 11,33% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 11,29% | 11,16% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 11,30% | 11,17% |
A recuperação do minério de ferro não durou muito. Durante a madrugada, a commodity voltou a ter um forte recuo.
No início da semana, a China voltou a pressionar os produtores, alegando que existe manipulação no valor da tonelada, como já havia ocorrido no fim do ano passado. Para inibir qualquer tipo de ilegalidade, o governo chinês passou a sobretaxar as negociações de contratos futuros.
Nesta madrugada, o minério de ferro negociado em Qingdao recuou 6,39%, a US$ 130,12. No Brasil, as siderúrgicas e mineradoras lideram os piores desempenhos do dia.
Confira as maiores altas do dia:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| TOTS3 | Totvs ON | R$ 32,42 | 6,47% |
| ENBR3 | Energias do Brasil ON | R$ 21,10 | 3,63% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 25,80 | 3,20% |
| CRFB3 | Carrefour Brasil ON | R$ 17,37 | 3,09% |
| PETZ3 | Petz ON | R$ 19,08 | 2,91% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| GOAU4 | Metalúrgica Gerdau PN | R$ 11,06 | -2,21% |
| GGBR4 | Gerdau PN | R$ 26,89 | -2,04% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 15,18 | -2,00% |
| BRAP4 | Bradespar PN | R$ 29,29 | -1,91% |
| VALE3 | Vale ON | R$ 87,80 | -1,90% |
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