O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Recurso Exclusivo para
membros SD Select.
Gratuito
O SD Select é uma área de conteúdos extras selecionados pelo Seu Dinheiro para seus leitores.
Esse espaço é um complemento às notícias do site.
Você terá acesso DE GRAÇA a:
Quando a situação aperta, seja por conta de juros, recessão, guerra ou qualquer outro tipo de estresse, são os lucros e dividendos que sustentam o preço das ações
Ignaz Semmelweis foi um médico húngaro. Ele morreu em um manicômio em agosto de 1865 por consequência de suas ideias - e ações.
O motivo que o fez ser internado é simplesmente absurdo! Acredite se quiser, mas Semmelweis virou chacota e acabou numa camisa de força por insistir na importância de se lavar as mãos.
É claro que hoje a importância de se lavar as mãos é óbvia, mas não era em 1800. E Semmelweis, que insistiu nessa ideia "maluca", acabou mal — bem mal. Ele morreu pouco depois de ser internado e espancado por insistir nessa "ideia absurda".
Mas não é só na comunidade médica que coisas desse tipo acontecem. Às vezes, conclusões óbvias no mundo dos investimentos e que fazem todo o sentido acabam virando motivo de estranhamento e até chacota dependendo do contexto de mercado.
Todo investidor preocupado em ter retornos saudáveis no longo prazo deveria comprar ações de empresas lucrativas, com boa rentabilidade, solidez financeira, que pagam bons dividendos e negociam por múltiplos descontados – as chamadas ações de valor.
Foi assim que Warren Buffett e os principais investidores do mundo atingiram retornos tão absurdos ao longo de suas carreiras.
Leia Também
O problema é que, com juros no chão e dinheiro de sobra na mão dos investidores para correr atrás de promessas mirabolantes, nos últimos 15 anos as ações de valor perderam feio para as chamadas ações de crescimento – pouco lucrativas e com valuations extremamente caros, sustentados por promessas e perspectivas para lá de otimistas.
O gráfico abaixo mostra como o desempenho das ações de valor ficou muito abaixo das ações de crescimento.
Em algum momento entre o final do século passado e o início do atual, o mercado passou a premiar promessas. Lucros e dividendos pareciam não ter mais a menor importância na decisão de se investir em ações.
Durante muitos anos, os investidores de valor ficaram para trás e foram chamados de loucos por insistirem nesse "negócio ultrapassado" chamado lucro.
Mas 2022 tem mostrado uma dinâmica muito diferente.
Com juros em alta no Brasil e nos Estados Unidos e uma possibilidade de recessão pela frente, os investidores de repente voltaram a se lembrar da importância dos lucros.
Empresas não param de pé apenas com promessas. Especialmente quando os juros estão elevados.
Se antes o mercado parecia complacente com empresas queimadoras de caixa e às vezes até incentivava aventuras e comportamentos detratores de rentabilidade, agora o custo do dinheiro aumentou.
O foco no retorno das companhias voltou a ganhar importância, e as apostas arriscadas voltaram a dar lugar para o investimento em empresas sólidas, baratas e geradoras de caixa.
Os "loucos" que investiam em empresas lucrativas estão mostrando quem realmente estava fora de si.
O ano de 2022 está mostrando uma lição importantíssima para qualquer investidor. Quando as coisas ficam ruins, seja por conta de juros, recessão, guerra ou qualquer outro tipo de estresse, são os lucros e os dividendos que sustentam o preço das ações.
Por mais que as coisas piorem, os investidores não se sentem pressionados para vender essas ações porque, além de baratas, elas ainda entregam proventos.
Ainda é difícil saber quanto e até quando o Fed vai precisar subir juros, e se essa dinâmica de pressão sobre as companhias de crescimento vai permanecer por muito tempo.
Mas este momento exige investimentos em empresas sérias. É preciso um portfólio de ações mais concentrado em papéis de múltiplos baixos, de empresas geradoras de caixa capazes de atravessar qualquer momento difícil, como é o caso das companhias presentes na série Vacas Leiteiras.
Uma das ações que eu mais gosto ali é Hypera (HYPE3), que além de ser barata e pagar bons dividendos, ainda atua no setor farmacêutico, que tende a permanecer estável mesmo em períodos de crise.
Se você quer conhecer todos os outros nomes capazes de enfrentar essas dificuldades com muita resiliência, deixo aqui o convite para o Empiricus Pass, que dá acesso ao Vacas Leiteiras e todas as outras séries essenciais da Empiricus pelo preço de uma.
Um grande abraço e até a semana que vem!
Ruy
A operação envolve a alienação de 11 empreendimentos logísticos e reforça a estratégia de reciclagem de portfólio da companhia
A companhia anunciou que concluiu o acordo com o fundo soberano da Arábia Saudita para criação da Sadia Halal. O próximo passo é o IPO na bolsa de lá, com valor de mercado estimado ultrapassando os US$ 2 bilhões
Balanços corporativos também mexeram com índices de ações norte-americanos; petróleo caiu com possível acordo entre Irã e EUA
Já o carro das ações com pior desempenho foi puxado pela MBRF; veja os rankings completos das melhores e piores ações do mês
A falta de chips não é o único obstáculo da inteligência artificial para as empresas de tecnologia, que mostram que a corrida pela IA vai custar caro
Ao Seu Dinheiro, Rodrigo Koch, responsável pelas estratégias de ações da família Optimus, explica por que trocou a busca por “barganhas” pela segurança da liquidez
O espaço ocupado pela empresa representa cerca de 2% da área bruta locável (ABL) do BMLC11, o que limita o impacto operacional
A Iguatemi publica seu balanço do primeiro trimestre de 2026 (1T26) em 5 de maio e pode apresentar, de acordo com o Itaú BBA, crescimento de 9,6% na receita líquida
No câmbio, o dólar à vista fechou em alta, voltando a ficar acima dos R$ 5,00; confira o que mexeu com os mercados nesta quarta-feira (29)
O Itaú BBA acredita que é uma uma operadora líder geradora de caixa, investimentos hospitalares de alto retorno e um perfil atrativo de dividendos
Alfredo Menezes, CEO e CIO da Armor Capital, participou da edição desta semana do podcast Touros e Ursos. Para ele, a moeda norte-americana já se aproxima de um piso e tende a encontrar resistência para cair muito além dos níveis atuais
Os espaços que serão devolvidos pela inquilina representam, aproximadamente, 11,7% da área bruta locável (ABL) do portfólio do HOFC11
O imóvel é o primeiro ativo de desenvolvimento (greenfield) realizado pela plataforma logística do BTG Pactual
Enquanto o mercado teme a urna, o banco norte-americano vê oportunidade; entenda a estratégia para apostar na valorização do real diante do cenário eleitoral acirrado no Brasil
Operação será 100% secundária, o que significa que o dinheiro não entrará no caixa da empresa e, sim, no bolso dos acionistas vendedores, e pode envolver inicialmente 89,28 milhões de ações, com possibilidade de ampliação conforme a demanda
Moeda norte-americana perde força globalmente, enquanto petróleo elevado e tensões no Oriente Médio pressionam inflação e limitam cortes de juros; confira as projeções do banco
O Seu Dinheiro explica de forma simples como funciona essa forma de operar derivativos com risco limitado
Com aluguel de ações disparando, o movimento que normalmente indicaria pressão vendedora revela, na verdade, uma disputa silenciosa por poder, em que papéis são utilizados como instrumento para ampliar influência na assembleia que decidirá o futuro do conselho
As ações da Emae saltam após a confirmação de que a Sabesp, acionista controladora, quer adquirir a totalidade das ações por R$ 61,83 por papel
Nos últimos sete pregões, o saldo do investidor estrangeiro foi de saída líquida de cerca de R$ 3 bilhões