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Putin a favor da mineração de criptomoedas, Fed e Joe Biden no radar do bitcoin, Elon Musk e Dogecoin e mais destaques
Janeiro caminha para o fim na próxima semana e deve levar consigo uma boa mordida dos investidores em criptomoeda. No mês, o bitcoin (BTC) acumula queda de 21,30% e afasta as expectativas de um rali de início de ano.
Diversos fatores têm pressionado as cotações da maior criptomoeda do mundo, com destaque para a retirada dos estímulos monetários do Federal Reserve, o banco central americano; a alta dos juros nos EUA e diversos outros países; e a alavancagem do mercado em contratos futuros de BTC.
Nesta semana, o bitcoin ainda ensaiou uma recuperação e tocou os US$ 39 mil, mas não sustentou o otimismo. Por volta das 8h de hoje, o BTC operava em leve alta de 0,47%, cotado a US$ 36.573,27 (R$ 197.829,40).
| # | Criptomoeda | Preço | 24h % | 7d % |
| 1 | Bitcoin (BTC) | US$ 36.573,27 | 0,47% | -6,15% |
| 2 | Ethereum (ETH) | US$ 2.395,04 | -1,19% | -16,58% |
| 3 | Tether (USDT) | US$ 1,00 | -0,01% | 0,01% |
| 4 | BNB (BNB) | US$ 384,43 | 4,84% | -10,35% |
| 5 | USD Coin (USDC) | US$ 1,00 | -0,02% | 0,01% |
| 6 | Cardano (ADA) | US$ 1,02 | -1,64% | -17,20% |
| 7 | XRP (XRP) | US$ 0,5977 | -1,25% | -13,61% |
| 8 | Solana (SOL) | US$ 88,80 | -1,31% | -28,10% |
| 9 | Terra (LUNA) | US$ 51,75 | -12,95% | -33,42% |
| 10 | Dogecoin (DOGE) | US$ 0,1395 | -1,37% | -9,41% |
Com as fortes perdas da semana, o mercado brasileiro de fundos de índice (ETF, em inglês) atrelados às criptomoedas também caminha para um fechamento negativo.
Você pode clicar aqui para saber mais sobre cada um deles.
Confira o fechamento de ontem dos ETFs de criptomoedas da bolsa brasileira e o acumulado da semana até o momento:
Leia Também
| Ticker | Gestora | Preço | Variação (24h%) | Variação (7d%) |
| HASH11 | Hashdex | R$ 34,25 | -1,88% | -5,12% |
| ETHE11 | Hashdex | R$ 38,00 | -1,55% | -4,74% |
| BITH11 | Hashdex | R$ 46,45 | -1,33% | -4,52% |
| QBTC11 | QR Capital | R$ 12,21 | -1,65% | -6,08% |
| QETH11 | QR Capital | R$ 9,45 | -2,07% | -7,35% |
A briga entre o Fed e as criptomoedas está longe do fim. Além da retirada de estímulos da economia, a alta nos juros tende a elevar o retorno dos ativos de menor risco e diminuir ainda mais o dinheiro disponível para o investimento em bolsa e criptomoedas.
Mas não apenas isso. Existe uma grande expectativa em torno de uma proposta de intervenção do Federal Reserve com o governo dos EUA para regulação de criptomoedas.
A publicação deve ser divulgada no início de fevereiro, segundo a Casa Branca — ou seja, em menos de uma semana. Mas os investidores já estão com a pulga atrás da orelha.
De acordo com um documento preliminar da Bloomberg, Biden deve assinar o documento junto com órgãos reguladores americanos como a SEC, a CVM americana, e destacar a alta volatilidade e o perigo das criptomoedas.
O primeiro balão de ensaio foi anunciado no ano passado, com o plano Build Back Better (“reconstruir de novo e melhor”, em uma tradução livre) do presidente americano Joe Biden.
O pacote de infraestrutura para o plano BBB custaria cerca de US$ 1 trilhão, dos quais US$ 550 bilhões devem vir da taxação de criptoativos, de acordo com o documento. Contudo, os debates no Congresso americano avançaram pouco de novembro para cá.
Mas os temores de que a mão pesada da regulação dos EUA chegasse às criptomoedas foi dissipado com a participação de diversos CEOs representantes de corretoras de cripto (exchanges) em audiência ao Senado americano.
O saldo dessa conversa foi positivo. Tanto os executivos quanto os legisladores concordaram que o mercado precisa ser regulamentado, mas isso não pode impedir o avanço do desenvolvimento de novas tecnologias.
De qualquer forma, os investidores em criptomoedas já se preparam para um “grande inverno” do bitcoin. Além do período entre halvings (quando a recompensa da mineração cai pela metade), a redução de estímulos do BC americano deve afetar ainda mais o preço do bitcoin.
Perdeu alguma coisa? Leia as principais notícias da semana do mercado de criptomoedas:
O leste europeu passou a semana como um dos principais focos dos mercados. Além de os investidores terem ficado de olho nos desdobramentos da crise entre Ucrânia e Rússia, a sede da ex-União Soviética também movimentou as criptomoedas.
Na semana passada, o banco central russo apresentou uma proposta para banir as criptomoedas do país.
No entanto, na última quarta-feira (26), o presidente da Rússia, Vladimir Putin, sinalizou que apoia uma proposta do governo para incentivar a mineração de BTC no país por meio de impostos claros e medidas regulatórias.
A ideia do líder russo é capitalizar em cima da mineração de bitcoin, tendo em vista que o país contribui com cerca de 13,6% do hashrate de mineração — você pode entender mais sobre mineração de criptomoedas na nossa matéria especial sobre o tema.
A reunião do Federal Reserve, o BC americano, que começou na terça-feira (25) não gerou maiores temores no mercado. A princípio.
Mas ao final da reunião na quarta-feira, o presidente do Fed, Jerome Powell, sinalizou que haverá uma subida dos juros na reunião de março deste ano, na tradicional coletiva após o encontro do comitê.
Powell não confirmou o número exato de altas nos juros, mas o mercado projeta que serão entre três e cinco elevações até o final de 2022.
O destaque do dia vai para o Dogecoin (DOGE), a maior criptomoeda-meme do mundo.
Mais uma vez, em sua conta no Twitter, o bilionário e CEO da Tesla, Elon Musk, usou sua conta para fazer o preço da criptomoeda disparar.
“Vou comer um McLanche Feliz na TV se o McDonald 's aceitar dogecoin”, escreveu Musk, marcando a conta oficial da rede de fast food.
Naquele mesmo dia, a criptomoeda DOGE chegou a disparar mais de 10%, mas a moeda-meme apagou rapidamente os ganhos e caiu mais de 9% na semana.
O Google anunciou que deverá criar uma nova unidade de negócio exclusivamente dedicada a tecnologias que façam uso do blockchain e outras iniciativas de computação descentralizada, como é o caso do DeFi.
A informação foi obtida pela agência Bloomberg a partir de um email interno da gigante de tecnologia.
A nova unidade deve integrar a também recém inaugurada divisão Labs da companhia, responsável pelos projetos de realidade virtual e aumentada do Google.
É difícil de pensar em 2022 sem pensar nas propostas que tramitam no Congresso Nacional — tanto aqui quanto nos Estados Unidos — e como isso afeta o preço das criptomoedas. Confira o nosso último Papo Cripto com a representante da Binance no Brasil, Mayra Siqueira:
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