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RESUMO DO DIA: As bolsas internacionais abriram o dia ampliando as perdas da sessão anterior. O medo da "estagflação" — estagnação econômica e inflação alta — começam a tomar contornos que assustam os investidores. Por aqui, o Ibovespa segue de olho na Eletrobras (ELET3), após o TCU dar aval para privatização da estatal.
Acompanhe por aqui o que mexe com a bolsa, o dólar e os demais mercados hoje, além das principais notícias do dia.
O dólar à vista recuou 1,32%, a R$ 4,9168.
O temor de recessão na maior economia do mundo enfraquece o dólar nesta quinta-feira (19). No Brasil, a moeda voltou a ser negociada abaixo de R$ 4,90
Em teleconferência nesta quinta-feira (19), a BR Properties esclareceu os detalhes da venda de cerca de 80% de seu portfólio para a Brookfield e os executivos da empresa brasileira confirmaram que parte do valor obtido com a transação pode ser destinado à distribuição de proventos.
A notícia, porém, não ajudou a alimentar o apetite pelas ações, que corrigem hoje parte dos ganhos registrados na última quarta-feira (18).
O temor de que a inflação leve as maiores economias do mundo a um cenário de recessão persiste, mas os investidores começam a ampliar o apetite por risco após as fortes quedas recentes.
Nos Estados Unidos, as bolsas americanas operam mistas, ganhando força na última hora. O Ibovespa se beneficia desse movimento e o dólar volta a ser negociado a R$ 4,90. Por aqui, destaque para a aprovação da privatização da Eletrobras e o programa de recompra de ações anunciado pela CSN.
Depois de uma verdadeira briga de foice no escuro, os presidentes de PSDB, MDB e Cidadania definiram Simone Tebet como candidata única da chamada terceira via.
Conforme antecipado no início de abril, a definição sobre a candidatura única da terceira via foi anunciada na noite de ontem. A decisão ainda precisa passar pelo crivo das Executivas nacionais dos três partidos, que devem se reunir na próxima terça-feira, 24.
Entretanto, tudo indica que o ex-governador paulista João Doria foi rifado depois da enrolada decisão da pré-candidatura de seu partido, o PSDB.
O Ibovespa voltou a ampliar os seus ganhos com uma melhor pontual de humor nos Estados Unidos. Em Nova York, o Nasdaq passou ao campo positivo, operando em leve alta.
A retomada do apetite por risco no mercado brasileiro leva a curva de juros a operar em ajuste de baixa.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,32% | 13,33% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,25% | 12,37% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,06% | 12,20% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,03% | 12,16% |
O novo programa de recompra de ações anunciado pela CSN e pela CSN Mineração impulsionam os ganhos do Ibovespa hoje.
Confira os principais destaques positivos:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| CMIN3 | CSN Mineração ON | R$ 4,31 | 5,64% |
| CSNA3 | CSN ON | R$ 18,22 | 3,35% |
| USIM5 | Usiminas PNA | R$ 10,70 | 3,08% |
| GETT11 | Getnet units | R$ 3,61 | 2,85% |
| IGTI11 | Iguatemi ON | R$ 21,20 | 2,61% |
Confira também as maiores quedas:
| CÓDIGO | NOME | ULT | VAR |
| HAPV3 | Hapvida ON | R$ 6,61 | -2,94% |
| PRIO3 | PetroRio ON | R$ 24,67 | -2,03% |
| DXCO3 | Dexco ON | R$ 11,59 | -1,70% |
| NTCO3 | Natura ON | R$ 16,67 | -1,65% |
| WEGE3 | Weg ON | R$ 26,01 | -1,59% |
O cenário adverso no exterior é um limitante, mas a bolsa brasileira começa a quinta-feira (19) buscando recuperação após as fortes perdas da sessão passada.
As preocupações com a política de covid zero na China e o futuro da economia americana persistem, mas o Ibovespa fica no azul com o avanço das siderúrgicas.
Liderando os ganhos do índice temos a CSN. Além do minério de ferro ter voltado ao campo positivo, a companhia anunciou um novo programa de recompra de ações.
O Ibovespa encerrou os leilões de abertura em alta de 0,18%, aos 106.441 pontos, enquanto o dólar à vista recua 1,34%, negociado a R$ 4,9160.
O índice futuro do Ibovespa não sustentou a alta da abertura e passou a cair 0,21%, aos 106.735 pontos.
O dólar à vista, por sua vez, cai 0,50%, negociado a R$ 4,9397.
A curva de juros futuros (DIs) abriu em queda hoje, na contramão da aversão ao risco global.
| CÓDIGO | NOME | ULT | FEC |
| DI1F23 | DI jan/23 | 13,31% | 13,33% |
| DI1F25 | DI Jan/25 | 12,33% | 12,38% |
| DI1F26 | DI Jan/26 | 12,16% | 12,20% |
| DI1F27 | DI Jan/27 | 12,13% | 12,17% |
O ibovespa futuro abriu a sessão de hoje com alta volatilidade, registrando alta de 0,19%, aos 107.165 pontos.
Por sua vez, o dólar à vista abriu em queda de 0,84%, negociado a R$ 4,9409.
Confira a coluna do analista da Vitreo, Nilson Marcelo:
Oportunidade de swing trade: venda dos papéis do Santander (SANB11). Leia a coluna completa dele aqui.
A cautela predomina no pregão de hoje e as bolsas internacionais ampliam as perdas da sessão anterior.
Permanece no radar o medo da “estagflação”, novos lockdowns na China e temores envolvendo o avanço dos juros nos Estados Unidos.
Bom dia! As bolsas internacionais começam a sentir velhos temores se aproximando, entre eles, a volta da inflação alta e da estagnação econômica — momento conhecido como “estagflação”.
Esse cenário acontece em meio a revisão da projeção do PIB de países como China, Estados Unidos e da Zona do Euro, o que pode penalizar os índices nesta quinta-feira (19).
Enquanto a atividade econômica cai, a inflação segue sua trajetória ascendente, registrando novos recordes na Europa continental e Reino Unido, de acordo com as leituras divulgadas na última quarta-feira (18).
O remédio para alta dos preços — a elevação dos juros, que reflete no encarecimento do crédito — reduz ainda mais o PIB e os países penam para sair desta espiral.
Com essa perspectiva em mente, os investidores também penalizam os papéis das empresas nas bolsas.
Começando pelo fechamento na Ásia e no Pacífico, os índices encerraram o pregão de hoje majoritariamente em queda, refletindo as perdas da sessão em Wall Street.
Por lá, as bolsas caíram mais de 4,5%, encerrando o pior dia em dois anos para as praças de Nova York.
Na abertura da Europa, a cautela é a mesma: a pressão exercida por Nova York pesa e os índices recuam mais de 2% nas primeiras horas da manhã.
Os investidores locais do velho continente agora aguardam a ata da última reunião do Banco Central Europeu, que deve trazer novidades sobre a alta de juros na região.
Por fim, os futuros de Nova York abrem o dia com sinal negativo mais uma vez, estendendo as perdas da sessão anterior.
No fechamento de ontem, o Ibovespa seguiu a tendência de queda internacional e recuou 2,34%, aos 106.267 pontos.
O dólar à vista voltou a se aproximar da casa dos R$ 5 e subiu 0,80%, a R$ 4,9826.
A perspectiva para os setores é que sigam com uma dinâmica favorável aos proprietários, por conta da restrição de oferta nas regiões mais nobres e da demanda consistente
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